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LIG em favor da vida

O LIG Laboratório sempre apóia campanhas de conscientização quanto à prevenção e ao diagnóstico precoce de doenças. E neste mês não poderia ser diferente. Confira!

Publicado em: 29.10.2015 às 11:40 am

O LIG Laboratório sempre apóia campanhas de conscientização quanto à prevenção e ao diagnóstico precoce de doenças. E neste mês não poderia ser diferente. Durante todo o mês de outubro, o laboratório entregou a seus clientes, cartões em apoio ao Outubro Rosa, como forma de conscientizar e combater o câncer de mama.

O Outubro Rosa teve início nos EUA, onde o foi aprovado pelo Congresso Americano a comemoração do mês de outubro como o de prevenção nacional contra o câncer de mama. Atualmente a data é comemorada em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Para a diretora do LIG Laboratório, Lucia Helena Biccas e Vasconcellos, a iniciativa é um divisor de águas na prevenção e, principalmente, no diagnóstico precoce da doença. “O diagnóstico do câncer de mama hereditário mais frequente é feito pela detecção de mutações nos genes BRCA1 ou BRCA2. A vantagem do exame é identificar o risco, permitir medidas preventivas e uma atenção maior para essas mulheres. Quando indicado, o exame é feito a partir de uma simples coleta de sangue, sem qualquer tipo de preparo ou jejum. O resultado é entregue em 45 dias úteis”, ressalta.

De acordo com o INCA, em 2015, a estimativa é que surjam 57 mil novos casos de câncer de mama em mulheres, no nosso país. Considerada a população de modo geral, a projeção é que cerca de 12% das mulheres desenvolverão câncer de mama na vida. Em todos os casos, quanto mais cedo o diagnóstico, maior o índice de cura. Entre os métodos indicados para detectar a doença estão o autoexame da mama, os exames de imagem, como mamografia, ultrassonografia e ressonância nuclear magnética e os procedimentos realizados por mastologistas e ginecologistas.

Dados mostram que entre 10 e 15% dos casos de câncer de mama são hereditários, tornando cada vez mais importante o aconselhamento genético e a instituição de medidas preventivas nas famílias portadoras da mutação.

Algumas situações indicam a necessidade de uma avaliação mais detalhada com um médico geneticista. São elas:

  1. Câncer de mama em mulheres com 35 anos ou menos;
  2. Câncer de mama em mulheres com 50 anos ou menos associado a um segundo tumor de mama ou um ou mais familiares de 1º, 2º ou 3º grau com câncer de mama e/ou ovário;
  3. Câncer de mama em mulheres com 60 anos ou menos do tipo “triplo negativo”;
  4. Câncer de ovário do tipo epitelial, em qualquer idade;
  5. Câncer de mama em homens, de qualquer idade, independente da história familiar;
  6. Câncer de mama em mulheres de qualquer idade e mais um dos seguintes critérios:
    – Um ou mais familiares de 1º, 2º e 3º grau com câncer de mama feminino em idade ≤ 50 anos;
    – Um ou mais familiares de 1º, 2º e 3º grau com câncer de mama masculino em qualquer idade;
    – Um ou mais familiares de 1º, 2º e 3º grau com câncer de ovário em qualquer idade;
    – Dois ou mais familiares de 1º, 2º e 3º grau do mesmo lado da família com câncer de mama em qualquer idade;
    – Dois ou mais familiares de 1º, 2º e 3º grau do mesmo lado da família com câncer de pâncreas ou próstata (escore de Gleason > 7) em qualquer idade.