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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; Viva Velhor</title>
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		<title>Quatro sinais dados pelas unhas sobre a sua saúde</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2015 23:22:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Forma de Colher As unhas merecem muito mais atenção do que simplesmente o cuidado com a aparência. Elas podem, por exemplo, indicar a ocorrência de anemia. Isso acontece quando assumem a forma de uma colher, com as bordas levemente levantadas. Se isso acontecer, um médico deve ser consultado. Manchas pretas Se aparecerem manchas ou listras [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Forma de Colher</strong></h3>
<p>As unhas merecem muito mais atenção do que simplesmente o cuidado com a aparência. Elas podem, por exemplo, indicar a ocorrência de anemia. Isso acontece quando assumem a forma de uma colher, com as bordas levemente levantadas. Se isso acontecer, um médico deve ser consultado.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2463" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/11/fingers-376812_640.jpg" alt="LIG" width="701" height="421" /></p>
<h3><strong>Manchas pretas</strong></h3>
<p>Se aparecerem manchas ou listras pretas nas unhas ou se você sentir dores nessa região, é necessário procurar rapidamente um médico. Esse quadro, segundo especialistas, pode indicar a presença de melanoma. Devido à gravidade, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-2464" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/11/hands-1044882_1920-1024x697.jpg" alt="LIG" width="700" height="476" /></p>
<h3><strong>Superfície amarela</strong></h3>
<p>As unhas podem ficar amareladas com o avanço da idade, algo normal. Mas isso também pode ser mais um motivo para largar o cigarro. Se você não se enquadra nessas duas situações, talvez seja um sinal de que é preciso dar um tempo nos esmaltes ou no uso de unhas postiças.</p>
<p><img class="aligncenter wp-image-2466 size-full" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/11/woman-865111_640.jpg" alt="LIG" width="701" height="421" /></p>
<h3><strong>Secas ou quebradiças</strong></h3>
<p>Unhas secas ou quebradiças podem ser resultado de um ressecamento natural ou do uso de removedores de esmalte em excesso. Contato com produtos de limpeza também engrossa a lista de causas desse problema. Por fim, é também possível que seja um sinal de hipotireoidismo. Fique atento!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2465" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/11/nails-865121_640.jpg" alt="LIG" width="701" height="421" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/quatro-sinais-dados-pelas-unhas-sobre-sua-saude-18141762">O Globo</a></p>
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		<title>No Dia Nacional de Combate ao Câncer</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2015 11:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
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		<category><![CDATA[combate ao câncer]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Novos casos de câncer surgem aos milhares anualmente, de acordo com as estatísticas dos institutos especializados. Os tipos mais frequentes são o de próstata, em homens, e o de mama e de colo do útero, nas mulheres. O que também não é novidade é que pessoas podem contribuir com a prevenção de determinados tipos de [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Novos casos de câncer surgem aos milhares anualmente, de acordo com as estatísticas dos institutos especializados. Os tipos mais frequentes são o de próstata, em homens, e o de mama e de colo do útero, nas mulheres. O que também não é novidade é que pessoas podem contribuir com a prevenção de determinados tipos de câncer com mudanças simples no dia a dia: alimentação correta, rica em verduras e frutas, associada com a prática de exercícios, para manter o peso adequado, evitar o tabagismo, alcoolismo e ter o hábito do sexo seguro, com o uso de preservativos. Para esses e outros alertas foi criado o Dia Nacional do Combate ao Câncer, lembrado em 27 de novembro.</p>
<p>No entanto, especialistas afirmam que a prevenção dessa doença ainda não é totalmente possível, uma vez que são vários mecanismos envolvidos em seu desenvolvimento aliados às características genéticas de cada pessoa. Por isso, a detecção precoce é importante para salvar vidas, uma vez que, quando diagnosticados e tratados precocemente, muitos casos de câncer são curáveis.</p>
<p>Aqui, alguns especialistas comentam sobre exames disponíveis em centros de medicina diagnóstica para a avaliação complementar dos tipos de câncer mais frequentes e de como eles são capazes de indicar uma suspeita ou a necessidade de melhor investigação diante de um caso suspeito.</p>
<h4>Câncer de Próstata</h4>
<p>Segundo Leonardo Kayat, radiologista integrante do corpo clínico da CDPI, o cuidado inicia com a visita ao urologista. Ele reforça a importância dos exames tradicionais, como o antígeno prostático específico (PSA) no sangue e o exame de toque retal, mas afirma que, atualmente, existem meios complementares de detectar o câncer no caso de suspeita da doença, como a ressonância magnética, que vem ganhando força como auxílio no diagnóstico. “O exame vem evoluindo como uma modalidade poderosa na localização e no estadiamento desse tipo de câncer, exibindo um desempenho superior ao exame de toque retal ou à ultrassonografia”, argumenta Leonardo.</p>
<h4>Câncer de Mama</h4>
<p>A Dra. Fernanda Philadelpho, radiologista especialista em mama e integrante do corpo clínico da CDPI e da Alta Excelência Diagnóstica, chama a atenção para a importância da mamografia como método de detecção precoce do câncer de mama, especialmente após os 40 anos. E complementa que, em certos casos – como nas mamas densas e na presença de nódulos, assimetrias e distorções do parênquima mamário previamente detectados no estudo mamográfico – a ultrassonografia das mamas pode ser um excelente exame complementar para o esclarecimento diagnóstico. A ressonância magnética tem sido indicada para pacientes de alto risco genético (&gt; 20%), com câncer de mama recentemente diagnosticado, para pesquisa de tumor adicional, avaliação de implantes de silicone e de resposta quimioterápica, pesquisa de tumor oculto na vigência de metástase axilar e diagnóstico diferencial entre fibrose e recidiva tumoral. A biópsia percutânea de lesões mamárias é um método largamente utilizado e pouco invasivo que permite o diagnóstico patológico. Um fator de extrema importância é a correlação dos resultados das biópsias com os achados clínicos e de imagem. Estes devem ser sempre avaliados e discutidos entre o radiologista que realizou o procedimento, o patologista e o médico da paciente.</p>
<p>Segundo o Dr. Almada Horta, gestor do Setor de Citopatologia do Sérgio Franco Medicina Diagnóstica, a prevenção do câncer de colo de útero, por meio do exame citológico, é fundamental, pois permite controlar essa doença de alta incidência no Brasil, ao diagnosticar e tratar suas lesões precursoras.</p>
<p>Esse processo consiste em visitas periódicas ao ginecologista para coleta de células do colo uterino e envio do material ao laboratório de patologia para realização do exame citológico (teste de Papanicolaou).</p>
<p>Em vigência de um exame citológico alterado, há indicação de uma investigação complementar, a colposcopia, quando o ginecologista observa a vagina e o colo uterino através de um aparelho que possui lentes de aumento e que, após a aplicação de corantes, permite identificar a localização de áreas anormais. Essas áreas podem ser avaliadas por meio da biópsia do material encaminhado para análise histológica no laboratório de patologia. Ao se confirmar a presença de lesão precursora (não invasora) de alto grau, posteriormente, esta será retirada, e a paciente será considerada curada, devendo permanecer em controle citológico e colposcópico.</p>
<p>A medicina diagnóstica moderna desenvolveu, para o acompanhamento dessas pacientes, testes de biologia molecular, como os métodos de captura híbrida, genotipagem ou PCR, que permitem a identificação e a subtipagem do Papilomavírus humano (HPV), agente que pode predispor ao desenvolvimento de câncer de colo uterino. É importante sinalizar, porém, que a positividade desses testes não significa que a mulher, obrigatoriamente, apresente lesões precursoras ou câncer. O resultado negativo dessas avaliações de biologia molecular tem, porém, forte impacto para minimizar o risco de lesões precursoras no colo uterino.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/dino/saude/no-dia-nacional-de-combate-ao-cancer-medicos-comentam-como-exames-especializados-podem-auxiliar-no-diagnostico-precoce-26112015" target="_blank">Portal R7</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 12:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em 2008, a Lei nº 11.650, datada de 4 de abril, instituía o dia 23 de novembro como Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. Entre os principais objetivos que culminaram na criação dessa data estão estímulo a ações educativas e preventivas associadas à doença, promoção de debates e outros eventos sobre as políticas públicas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2008, a Lei nº 11.650, datada de 4 de abril, instituía o dia 23 de novembro como Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil. Entre os principais objetivos que culminaram na criação dessa data estão estímulo a ações educativas e preventivas associadas à doença, promoção de debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças com câncer, difusão dos avanços técnico-científicos relacionados com a doença e promoção de apoio para crianças e seus familiares.</p>
<p>As preocupações previstas nos objetivos da Lei são totalmente fundamentadas nos números divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). Estima-se que 70% das crianças com câncer possam ser curadas quando ocorre o diagnóstico precoce. A cada ano, são estimados mais de 9 mil novos casos de câncer infantojuvenil, configurando a segunda causa de mortalidade proporcional entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos.</p>
<p>É configurado como câncer infantil um grupo de doenças que têm em comum a proliferação descontrolada de células anormais, a qual pode ocorrer em qualquer local do organismo. Entre os tipos mais comuns da doença nessa faixa etária estão leucemia, tumores do sistema nervoso central e linfomas. Enquanto nos adultos a doença afeta, em geral, as células do epitélio, que recobrem os diferentes órgãos (é o caso do câncer de mama e o de pulmão), nas crianças são mais comumente atacadas as células do sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação. Além disso, enquanto em adultos a doença se relaciona com fatores externos, como, por exemplo, o fumo, nas crianças não existe essa evidência. Assim, a prevenção torna-se ainda mais complicada e o foco volta-se de vez para o diagnóstico precoce e o tratamento.</p>
<p>É importante, portanto, estar atento ao aparecimento de sintomas que podem ser sinais da doença. Quanto mais cedo for a procura pelo tratamento médico, maiores serão as chances de cura. Procure um especialista caso seu filho apresente:</p>
<p>perda de peso;<br />
manchas roxas e sangramento pelo corpo, sem machucados;<br />
vômitos acompanhados de dor de cabeça, diminuição da visão ou perda de equilíbrio;<br />
caroço em qualquer parte do corpo, principalmente na barriga;<br />
palidez;<br />
febre prolongada, sem causa identificada;<br />
dores nos ossos e nas juntas, com ou sem inchaços;<br />
crescimento do olho, podendo estar acompanhado de mancha roxa no local.<br />
Lembre-se de que o tratamento do câncer começa com um diagnóstico correto. Ao avaliar o caso da criança, o médico solicitará os exames laboratoriais e de imagem necessários para avaliar o estado de saúde do paciente e identificar o problema. O tratamento deverá sempre ser feito em local especializado e compreende três modalidades principais: quimioterapia, cirurgia e radioterapia. Além dos medicamentos, é indispensável para a cura a participação e o apoio de familiares e amigos. O bem-estar e a qualidade de vida dessas crianças e adolescentes estão em primeiro lugar.</p>
<p>Fonte: Lâmina Medicina</p>
<p>Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039RJ)<br />
Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)</p>
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		<title>Um alerta para cuidar melhor do coração</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/um-alerta-para-cuidar-melhor-do-coracao.html</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2015 11:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[arritmia cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A cada 15 minutos, dez pessoas no Brasil morrem de forma súbita. A estatística salta aos olhos, especialmente por, em boa parte das vezes, essas mortes serem evitáveis. A maior parcela dos 330 mil óbitos anuais ocorre em consequência de algum tipo de arritmia cardíaca, problema que atinge mais de dez milhões de brasileiros e [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cada 15 minutos, dez pessoas no Brasil morrem de forma súbita. A estatística salta aos olhos, especialmente por, em boa parte das vezes, essas mortes serem evitáveis. A maior parcela dos 330 mil óbitos anuais ocorre em consequência de algum tipo de arritmia cardíaca, problema que atinge mais de dez milhões de brasileiros e ocasiona uma mudança no funcionamento do coração, fazendo com que o músculo não consiga bombear o sangue da maneira correta. Alguns dos principais sinais que acendem o alerta de que o órgão pode estar com essa falha são aceleração dos batimentos com o corpo em descanso, tonteira, pressão arterial alta e desmaio. Enquanto alguns tipos mais leves de arritmia não chegam a trazer complicações à saúde — apenas incomodam quem as sente —, outros podem levar à morte súbita ou a um Acidente Vascular Cerebral (AVC).</p>
<p>É sobre essas formas mais severas que se debruça a campanha “Coração na batida certa”, realizada pela Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac) em todo o país a partir de quinta-feira. A instituição recomenda o autoexame, se possível diário: todas as pessoas devem monitorar sua pulsação e, a qualquer irregularidade nos batimentos, procurar um médico para fazer exames como eletrocardiograma. Apenas assim é possível ter certeza sobre a existência da arritmia e a gravidade dela.</p>
<h3><strong>Epidemia de fibrilação</strong></h3>
<p>Segundo a Sobrac, há hoje uma “epidemia” de fibrilação atrial, o tipo de arritmia que mais torna o paciente propenso a ter AVC. Esta arritmia é a mais comum no Brasil e no mundo, equivalendo à metade de todos os casos. Cerca de cinco milhões de brasileiros sofrem desse problema.</p>
<p>— A previsão é de que, nos próximos 50 anos, esse número dobre. É uma epidemia — destaca Eduardo Saad, diretor científico da Sobrac e coordenador do Serviço de Arritmias do Hospital Pró-Cardíaco — Estudos mostram que uma em cada seis pessoas que chegam saudáveis aos 40 anos vai ter fibrilação atrial em algum momento da vida. E, se antes isso estava muito associado à velhice, acometendo basicamente pessoas com mais de 60 ou 70 anos, hoje está acontecendo cada vez mais cedo. Até com adolescentes.</p>
<p>Ele diz que não há uma comprovação científica do motivo que leva jovens a ter esse tipo de doença — comum nos idosos justamente por causa do desgaste do músculo do coração —, mas acredita que as novas rotinas de vida exerçam influência.</p>
<p>— Alta carga de estresse, falta de sono, exercício físico exagerado e abuso de álcool e energéticos são tidos como deflagradores de arritmias — explica Saad.</p>
<p>Há, ainda, fatores de risco que tendem a estimular o surgimento do problema. Entre os principais, estão hipertensão, obesidade, sedentarismo e tabagismo. Quem já operou o coração, já teve um infarto ou apresenta qualquer tipo de doença cardíaca, como sopro patológico, também tem mais risco de desenvolver o problema.</p>
<p>— Os fatores ambientais, que vão além da genética, são diferentes, mas estão interligados. Quem é sedentário geralmente acaba ganhando peso, o que aumenta as chances de se tornar hipertenso, por exemplo — ressalta Olga Ferreira de Souza, arritmologista da Rede D’Or São Luiz.</p>
<p>Também presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia no Rio, ela destaca que uma das melhores maneiras de se prevenir e tratar arritmias é a prática frequente de exercícios moderados.</p>
<p>— O coração de quem se exercita de forma frequente está mais acostumado com o estímulo do que o daqueles atletas de fim de semana, que só jogam futebol aos domingos. Estes correm mais risco de morrer por conta de arritmia, às vezes sem sequer apresentar sintomas. E, na outra ponta, quem exige demais de si, com treinos superintensos, também pode colocar o coração em risco — afirma Olga.</p>
<h3><strong>Taquicardia por vezes não aparece em exames</strong></h3>
<p>Não raro, pessoas que sentem palpitações no peito demoram a ter diagnóstico de arritmia simplesmente porque, durante os exames, a taquicardia calha de não se manifestar. Foi assim com o gerente fiscal Maurício Miranda, hoje com 48 anos. Ele descobriu que tinha o problema aos 41, mas acredita que a arritmia o acompanhe desde os 22 anos, quando se lembra de ter sentido as primeiras palpitações inexplicáveis.</p>
<p>— Eu só consegui saber o que tinha quando, um dia, comecei a sentir as palpitações enquanto corria a 300 metros de um hospital. Fui imediatamente para lá e exigi que fizessem um eletrocardiograma. E, para não parar de sentir as palpitações, fiquei pulando e correndo dentro do hospital enquanto aguardava — diverte-se Miranda, que corre maratonas há quase dez anos e fez cirurgia em 2014 para corrigir sua fibrilação atrial e se livrar do risco aumentado de AVC.</p>
<p>Para o aposentado Davi Salztrager, de 65 anos, a arritmia começou após um infarto, sofrido aos 35. Ele ficou com parte do coração necrosada, chegou a ter outros dois infartos e a fazer seis cateterismos. Há uma década, faz exercício em uma academia especializada para cardiopatas. Nos últimos três anos, não tem sentido mais arritmia.</p>
<p>— Hoje, só me trato com remédios e atividade física. Eu nunca fui sedentário e acho que foi isso o que me fez ainda estar vivo — diz ele.</p>
<h3>
<strong>COMO MONITORAR O RITMO DO CORAÇÃO</strong></h3>
<p><em>Veja aqui os procedimentos:</em></p>
<p><strong>Pulso.</strong> Coloque os dedos indicador e médio sobre a parte interna do pulso e pressione.</p>
<p><strong>Pescoço.</strong> Posicione os dedos indicador e médio na lateral do pescoço e pressione.</p>
<p><strong>Medindo a pulsação.</strong> Conte as batidas por 10 segundos e multiplique por 6. O resultado é o número de batimentos por minuto.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/um-alerta-para-cuidar-melhor-do-coracao-17993442">O Globo</a></p>
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		<title>Doação de Plaquetas</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/saude-e-nutricao/doacao-de-plaquetas.html</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 15:45:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde e nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[Doação de plaquetas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O sangue é composto de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plasma e plaquetas. As plaquetas ajudam no controle de sangramentos e parte delas pode ser doada sem causar prejuízo algum à saúde do doador. O processo que permite a separação e a coleta específica de plaquetas chama-se aférese. O procedimento de coleta de plaquetas por aférese [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sangue é composto de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plasma e plaquetas. As plaquetas ajudam no controle de sangramentos e parte delas pode ser doada sem causar prejuízo algum à saúde do doador. O processo que permite a separação e a coleta específica de plaquetas chama-se aférese.</p>
<p>O procedimento de coleta de plaquetas por aférese consiste na retirada do sangue total do doador, separação dos componentes por meio de centrifugação, retenção de parte das plaquetas e retorno dos demais componentes do sangue para o doador. Todo o processo dura cerca de 90 minutos.</p>
<p>A doação de plaquetas beneficia muitos pacientes, especialmente aqueles em tratamento para leucemias e outros tipos de câncer, os submetidos a transplante de medula óssea, a cirurgias cardíacas, as vítimas de trauma, dentre outros. Pode ser realizada a cada 72 horas, não ultrapassando 24 doações em 12 meses. A reposição das plaquetas pelo organismo é rápida e ocorre em torno de 48 horas.</p>
<p><strong>Quem pode doar plaquetas?</strong></p>
<p>Os mesmos requisitos exigidos para doação de sangue também são aplicados para a doação de plaquetas por aférese. Entretanto, é necessário que o doador seja avaliado previamente quanto às condições de acesso venoso necessárias para a realização do procedimento. A correlação peso e altura do doador também deve ser avaliada. Além disso, o doador não deve ter feito uso de aspirina, AAS ou anti-inflamatórios não hormonais nos cinco dias que precedem a doação.</p>
<p><strong>Como doar plaquetas?</strong></p>
<p>Verifique se você se enquadra nas condições abaixo:</p>
<ul>
<li>Boas condições de saúde</li>
<li>Idade entre 16 e 69 anos</li>
<li>Idade de 16 a 17 anos com consentimento formal do responsável legal. Autorização para doadores menores de idade. Neste caso, acompanhado de documento original do responsável legal.</li>
<li>Idade até 60 anos, se primeira doação.</li>
<li>Peso superior a 50 kg</li>
<li>Última doação há mais de 90 dias para mulheres e mais de 60 dias para homens</li>
<li>Três meses após o parto ou aborto</li>
<li>Não estar grávida ou amamentando</li>
<li>Não ter tido gripe, infecção bacteriana ou febre nas últimas 2 semanas</li>
<li>Não ter tido sífilis, malária e chagas</li>
<li>Não ter tido Hepatite após os 11 anos de idade (exceto hepatite A aguda, deverá trazer exame do diagnóstico)</li>
<li>Não ter feito tatuagem ou maquiagem definitiva há menos de 12 meses</li>
<li>Não ter piercing em cavidade oral ou região genital</li>
<li>Não ter Diabetes em uso de insulina ou Epilepsia em tratamento</li>
<li>Não ter feito procedimento endoscópico (endoscopia/colonoscopia) há menos de 6 meses</li>
<li>Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas</li>
<li>Não ter feito uso recente de antiinflamatório / analgésico contendo ácido acetil salicílico (ou outro antiinflamatório que afete a função da plaqueta) nos últimos 3 dias.</li>
<li>Após o almoço ou jantar pede-se um intervalo de 3 horas para iniciar a doação.</li>
</ul>
<p>Obs.: Uso de medicamentos, outras doenças, tratamento dentário, cirurgias, vacinas, viagens, piercing são avaliados individualmente. O questionário é extenso e pode haver outros critérios de exclusão detectados somente durante a entrevista.</p>
<p><strong>Agende a doa</strong><strong>çã</strong><strong>o com anteced</strong><strong>ê</strong><strong>ncia.</strong></p>
<p>Se vier acompanhado de alguma criança, deverá trazer outro adulto para acompanhá-la.</p>
<p>Importante: Uma doação de sangue convencional prévia é recomendada, para verificar se o doador apresenta veias adequadas para doação automatizada. Além disso, proporciona a obtenção de resultados negativos dos testes de triagem sorológica, o que diminui a probabilidade de descarte dos componentes coletados por aférese por alteração sorológica. O prazo mínimo entre a doação de sangue convencional e a automatizada de plaquetas é de 30 dias.</p>
<p>O restante do processo de doação por aférese é o mesmo utilizado para a doação de sangue convencional:</p>
<p>Cadastro mediante apresentação de documento com fotografia, emitido por órgão oficial;</p>
<p>Entrevista clínica;</p>
<p>Verificação do pulso, pressão arterial e temperatura.</p>
<p>Uma amostra de sangue é coletada após a entrevista clínica, para contagem de plaquetas e determinação de hemoglobina.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.prosangue.sp.gov.br/artigos/doacao_de_plaquetas">Pro Sangue SP</a> e <a href="http://www.einstein.br/hospital/banco-de-sangue/doacao-de-plaquetas/Paginas/como-doar.aspx">Hospital Albert Einsten</a></p>
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		<title>Prática diária de exercício pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa, diz estudo</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2015 13:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[prática de exercícios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia revelou que a chave para combater o envelhecimento e manter uma vida saudável pode estar na prática de exercícios físicos. Segundo a pesquisa da Universidade de Saarland, na Alemanha, uma caminhada diária pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa. De acordo com [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo apresentado no Congresso da Sociedade Europeia de Cardiologia revelou que a chave para combater o envelhecimento e manter uma vida saudável pode estar na prática de exercícios físicos. Segundo a pesquisa da Universidade de Saarland, na Alemanha, uma caminhada diária pode acrescentar até sete anos na vida de uma pessoa.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, apenas uma caminhada diária de 20 a 25 minutos pode render até sete anos a mais de vida. Um dos motivos é que a prática de exercício pode, por exemplo, reduzir pela metade os riscos de morte por ataque do coração entre as pessoas de 50 ou 60 anos e retardar o envelhecimento do DNA. Além disso, a prática de exercícios diminui a probabilidade de desenvolvimento de diabetes e hipertensão.</p>
<p>Os cientistas analisaram 69 pessoas saudáveis não fumantes com idades entre 30 e 60 anos que não praticavam exercícios regulares e passaram a fazer alguma atividade física. Após realizar exames de sangue durante os seis meses de vida ativa, os cientistas constataram que a prática de exercícios aeróbicos regulares, treinos de força, entre outros exercícios, desencadearam um processo antienvelhecimento capaz de reparar o DNA envelhecido.</p>
<p>“ Nunca podemos evitar nos tornar completamente velhos, mas podemos atrasar o envelhecimento. Exercício adquire três a sete anos a mais de vida. É um antidepressivo, melhora as funções cognitivas e agora há uma evidência que pode retardar sintomas de demência”, afirma o pesquisador Sanjay Sharma da St Georges Universtity ao jornal “The Independent”.</p>
<p>O estudo indica ainda que os exercícios físicos trazem benefícios a qualquer idade, independente de quando começou a ser praticado.</p>
<p>“Quanto mais ativo você é, e não importa quando você começa, mais benefícios você terá”, afirmou Christi Deaton, da Fundação Florence Nightingale.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/pratica-diaria-de-exercicio-pode-acrescentar-ate-sete-anos-na-vida-de-uma-pessoa-diz-estudo-17355424">O Globo</a></p>
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		<title>Saiba tudo sobre o Sangue de Cordão Umbilical</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/saiba-tudo-sobre-o-sangue-de-cordao-umbilical.html</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 14:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As células-tronco são células muito especiais. Elas surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, previamente ao nascimento. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas: conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><span style="font-family: verdana; font-size: small;"><span style="font-family: verdana; font-size: small;"><span style="color: #ff0000; font-family: verdana; font-size: small;"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">As células-tronco são células muito especiais. Elas surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, previamente ao nascimento. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas:</span></span></span></span></div>
<ul>
<li><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características;</span></li>
<li><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em diversas outras células de seus respectivos tecidos e órgãos.</span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Um exemplo é a célula-tronco hematopoética, que no adulto se localiza na medula óssea vermelha. Na medula óssea, ela é responsável pela geração de todo o sangue.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Essa é a célula que efetivamente é substituída quando é feito um transplante de medula óssea.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Onde podemos encontrar as células-tronco?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Além da célula-tronco hematopoética, pesquisas recentes têm demonstrado a presença de células-tronco específicas, presentes em tecidos como, fígado, tecido adiposo, sistema nervoso central, pele etc. A utilização para fins terapêuticos dessas células também tem sido alvo de vários estudos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O sangue do cordão umbilical e placentário é utilizado para que tipo de tratamento?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Durante a gravidez, o oxigênio e nutrientes essenciais passam do sangue materno para o bebê por meio </span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">da placenta e do cordão umbilical. O sangue que circula no cordão umbilical é o mesmo do recém-nascido. Quando pesquisadores identificaram no cordão umbilical um grande número de células-tronco hematopoéticas, que são células fundamentais no transplante de medula óssea, este sangue adquiriu importância, pela doação voluntária, para pessoas que necessitem do transplante.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>O sangue do cordão umbilical é utilizado para que tipo de tratamento?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O sangue do cordão é uma das fontes de células-tronco para o transplante de medula óssea e este é o único uso deste material atualmente. O transplante é indicado para pacientes com leucemia aguda; leucemia mieloide crônica; leucemia mielomonocítica crônica; linfomas ; anemias graves; anemias congênitas; hemoglobinopatias; imunodeficiências congênitas; mieloma múltiplo; Síndrome mielodisplásica hipocelular; Imunodeficiência combinada severa; osteopetrose; mielofibrose primária em fase evolutiva; Síndrome mielodisplásica em transformação; talassemia major, além de outras doenças do sistema sanguíneo e imune (cerca de 70 indicações).</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><span style="font-family: verdana; font-size: small;"><strong>As células-tronco podem ser utilizadas em tratamento de outras doenças?<br />
</strong></span></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Sim, mas a fonte utilizada atualmente para indicações diferentes do transplante de medula óssea, como a medicina regenerativa de determinados órgãos, são as células-tronco da medula óssea do próprio indivíduo.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>O tecido do próprio cordão também possui células-tronco?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Esta é mais uma especulação desta área. Há conhecimento de que existem células-tronco em vários tecidos do organismo há pelo menos 10 anos. Sua obtenção, entretanto, é difícil, cara e ainda sem utilidade prática. No campo da ciência é prudente aguardar que os resultados deixem o campo da experimentação e sejam aplicados na prática médica. Não existem ainda logística, recursos e indicação para que as células do próprio cordão sejam utilizadas em curto e médio prazo. Trata-se de antecipação de estudos ainda sem resultados práticos, o que em geral causa muita ansiedade e expectativa nos que aguardam perspectivas de cura para doenças graves.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">As células-tronco do SCUP são células-tronco embrionárias?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Não, as células-tronco do SCUP têm características adultas, porém são mais imaturas e ainda pouco estimuladas.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>O que é Brasilcord?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">É uma rede que reúne os <a href="http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2669" target="_blank">Bancos Públicos de Sangue de Cordão Umbilical</a>. Hoje, estão em funcionamento as unidades do INCA no Rio de Janeiro, do Hospital Albert Einstein, do Hospital Sírio Libanês e dos hemocentros da Unicamp e de Ribeirão Preto, todos no estado de São Paulo. No restante do Brasil estão funcionando as unidades de Brasília, Florianópolis, Fortaleza e Belém. A instalação de bancos em todas as regiões do país é imporante para contemplar a diversidade genética da população brasileira. O INCA é responsável pela coordenação da Rede. A <a href="http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/PORT2000/GM/GM-903.htm" target="_blank">Portaria Ministerial nº 903/GM de 16/08/2000</a> </span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">e o <a href="http://e-legis.bvs.br/leisref/public/showAct.php?id=11662&amp;word=" target="_blank">RDC da Anvisa 153 de 14/06/2004</a> </span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">regulamentam os procedimentos da Rede. A criação da Rede Brasilcord foi regulamentada pela<a href="http://dtr2001.saude.gov.br/sas/PORTARIAS/Port2004/GM/GM-2381.htm" target="_blank">Portaria Ministerial nº 2381 de 28/10/2004.</a></span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Como é feita a doação do sangue do cordão para um Banco Público?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">A doação é realizada em maternidades credenciadas do programa da Rede BrasilCord, que reúne os bancos públicos de sangue de cordão. Existem alguns controles no momento da coleta do sangue do cordão, necessários para um bom aproveitamento das unidades. Portanto, não se trata de uma doação universal como ocorre com sangue e que pode ser feita em qualquer hospital ou por qualquer pessoa, sendo limitada aos hospitais que fazem parte do programa.</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Como é feita a coleta de SCUP?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Após o nascimento, o cordão umbilical é pinçado (lacrado com uma pinça) e separado do bebê, cortando a ligação entre o bebê e a placenta.<br />
A quantidade de sangue (cerca de 70 &#8211; 100 ml) que permanece no cordão e na placenta é drenada para uma bolsa de coleta.<br />
Em seguida, já no laboratório de processamento, as células-tronco são separadas e preparadas para o congelamento.<br />
Estas células podem permanecer armazenadas (congeladas) por vários anos no Banco de Sangue de Cordão Umbilical e disponíveis para serem transplantadas. Cabe ressaltar que a doação voluntária é confidencial e nenhuma troca de informação será permitida entre o doador e o receptor.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><span style="font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Quanto tempo o sangue do cordão pode ficar congelado?<br />
</strong></span></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O tempo é indefinido, existem bolsas de sangue de cordão congeladas há mais de 25 anos.</span></p>
<p><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Qualquer gestante está apta a doar? </span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Não, a gestante tem que atender a critérios específicos. Dentre eles, deve ter mais de 18 anos, ter feito no mínimo duas consultas de pré-natal documentadas, estar com idade gestacional acima de 35 semanas no momento da coleta e não possuir, no histórico médico, doenças neoplásicas (câncer) e/ou hematológicdas (anemias hereditárias, por exemplo).</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Por que as doações não podem ser feitas em qualquer hospital?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O programa de doação trabalha com planejamento e eficiência. Não adianta quantidade sem qualidade porque seria desperdício coletar sem que o procedimento tenha sido realizado por equipe treinada ou com critério. O planejamento segue as normas internacionais. Há pelo menos dois hospitais conveniados para cada Banco da Rede BrasilCord. São hospitais públicos ou com credenciamento específico para coleta.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Quais são as vantagens do SCUP?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">A principal vantagem é que as células do cordão estão imediatamente disponíveis. Não há necessidade de localizar o doador e submetê-lo à retirada da medula óssea. Além disso, não é necessária a compatibilidade total entre o sangue do cordão e o paciente. Com o uso do cordão umbilical é permitido algum nível de não compatibilidade, ao contrário do transplante com doador de medula óssea, que exige compatibilidade total.</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Existem desvantagens?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Existem sim, mas não para a doadora. A maior desvantagem é a dose de utilização, uma vez que a doação ocorre em uma única coleta (sem possibilidade de nova coleta), e o volume é restrito, o número de células-tronco pode ser limitado. Assim, existe um limite de peso para o paciente, em função da quantidade de células-tronco retiradas do sangue do cordão. Os pacientes precisam ter entre 50kg e 60kg. No entanto, hoje se utiliza uma técnica de adicionar dois cordões para um mesmo paciente, o que proporciona o uso em adultos com maior peso.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Onde o INCA está recolhendo os cordões?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O material é coletado atualmente no município do Rio em três maternidades: Maternidade Municipal Carmela Dutra, Hospital Naval Marcílio Dias e na Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda. Nas maternidades, o INCA possui uma equipe de enfermeiras devidamente especializadas e capacitadas para a triagem e coleta de SCUP, de segunda a sexta-feira, de 7h às 19h.<br />
</span><br />
<span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Existe algum risco para a mãe ou para o bebê?</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong><br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Não, não existe nenhum risco. Lembre-se que tanto a placenta, quanto o sangue que fica armazenado nela, têm sido tratados, até então, como lixo. Obviamente, as equipes de coleta atuam somente com o consentimento do obstetra, garantindo que nada interfira no parto.</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O que acontece após a doação?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">As unidades coletadas recebem um identificador numérico que passa a ser a identidade da bolsa. Toda referência à ela passa a ser realizada com esse número, e não mais com o nome da gestante. A unidade é então levada ao laboratório, no INCA, onde passará por diversas etapas.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Inicialmente é avaliado o número de células presentes na unidade. Caso o número destas seja suficiente para um transplante, a mesma é processada, tendo seu volume reduzido a 20ml e congelada (criopreservada). Assim, a unidade fica aguardando os resultados dos exames realizados, inclusive exames maternos, que avaliarão a presença de marcadores para doenças infecto-contagiosas do sangue.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Então, o SCUP coletado e congelado já está pronto para transplante?</strong></span><br />
<span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Não, a legislação vigente prevê que, para uma unidade ser liberada para transplante, se deve repetir os exames sorológicos da mãe, em um período de dois a seis meses, após o parto. Isso é muito importante, pois sem esse novo exame todo o trabalho terá sido em vão, e a unidade não poderá ser utilizada.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Quanto tempo depois da doação, então, a unidade fica disponível para transplante?</strong><br />
</span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Somente de 3 a 6 meses depois do parto as unidades são liberadas para uso. Durante este tempo, são realizados testes no sangue do cordão para excluir doenças infecciosas e genéticas. Este é um procedimento de segurança, para evitar as janelas imunológicas das doenças infecciosas. Como hoje existem testes mais precisos, principalmente para HIV e hepatite, será proposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a alteração desta norma, para que as unidades com estes testes negativos sejam liberadas mais rapidamente, sem obrigatoriedade dos testes de seguimento da mãe. Como hoje existem testes mais precisos, principalmente para HIV e hepatite, será proposta à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a alteração desta norma, para que as unidades com estes testes negativos sejam liberadas mais rapidamente, sem obrigatoriedade dos testes de seguimento da mãe. Desta forma, haverá um crescimento mais rápido e eficiente do número de unidades disponíveis para uso, nos moldes do que acontece na maioria dos países que possuem Bancos de Sangue de Cordão públicos. O aproveitamento final, depois de exclusão por critérios de segurança e qualidade (contagem mínima das células e volume), é de cerca de 40% das unidades coletadas.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Caso o filho(a) da gestante que doou seu SCUP necessitar de um transplante de células-tronco, ele(a) terá prioridade?<br />
</strong>Não. Entenda que a doação, por todos os fatores que mencionamos, não significa que o material foi crioprerservado, pois terá que atender critérios de qualidade estipulados pela lei. Uma vez que o SCUP esteja criopreservado e disponível para uso, caso não tenha sido utilizado por outro paciente, o mesmo será selecionado para o doador.</span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Quantas coletas são feitas em cada maternidade por dia?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">São coletados, em média, de três a cinco cordões em cada maternidade, por dia.</p>
<p></span><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Quanto custa este procedimento?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">A doação é gratuita. Nenhuma gestante que adere ao programa de doação dos Bancos Públicos tem qualquer custo. A coleta e o armazenamento de cada unidade custam em torno de R$ 3 mil para o Sistema Único de Saúde (SUS). Já a importação de unidades de sangue de cordão umbilical, vindas de registros internacionais, fica em torno de R$ 72 mil.</p>
<p></span><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Qual a capacidade do Banco?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O Banco do INCA possui quatro tanques com capacidade para estocar cerca de 11.000 mil unidades. Neste espaço estão armazenados, até o momento, 4.292 mil bolsas.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong>Quantas unidades de sangue de cordão estocadas em Bancos Públicos brasileiros já foram utilizadas em transplantes?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Das 15.345 mil bolsas que estão armazenadas nas unidades em funcionamento da Rede BrasilCord, 163 já foram utilizadas para transplantes. </span></p>
<p align="justify"><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Como os pacientes receberão estas células?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">O processo de transplante é semelhante ao utilizado com doador de medula óssea, ou seja, após um regime de preparação com quimioterapia e/ou radioterapia, o paciente recebe as células-tronco em um procedimento semelhante a uma transfusão.<br />
Os pacientes com indicações para transplante não-aparentado deverão ser cadastrados pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REREME). O médico insere no sistema características da doença, dados cadastrais do paciente e o resultado do teste de HLA, um teste genético. Depois, é feito um cruzamento de informações entre o REREME e o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que inclui os dados das unidades armazenadas em bancos da Rede BrasilCord e dos doadores voluntários, a fim de identificar um doador ou unidade de cordão compatível.</p>
<p></span><strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Existem bancos semelhantes no exterior?</span><br />
</strong><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Sim. No exterior, existem mais de 350 bancos, com mais de 600 mil unidades de cordão congeladas.<br />
</span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong><br />
Ainda é muito difícil encontrar doador compatível para os pacientes brasileiros, mesmo com o aumento das unidades de sangue de cordão em Bancos Públicos?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Está cada vez mais fácil encontrar um doador porque os Bancos Públicos de Sangue de Cordão e os Registros de Doadores Voluntários estão se multiplicando em todo o mundo. Hoje, encontramos doadores para cerca de 70% dos pacientes, 60% no Brasil e mais 40% no exterior.<br />
</span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;"><strong><br />
Quais as principais diferenças entre os bancos públicos e privados?<br />
</strong></span><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">São serviços diferentes. O banco público disponibiliza as unidades imediatamente para quaisquer pacientes brasileiros que precisem de transplante de medula óssea e não tenham um doador familiar. A coleta é realizada com controles de qualidade e segurança e as unidades são utilizadas para indicações precisas, sem ônus para o paciente que irá se beneficiar. É a única modalidade recomendada pelos organismos internacionais e por publicações científicas. O banco privado tem legislação específica, de cunho comercial, com ônus para as famílias que desejam armazenar o sangue. Além disso, as indicações e aproveitamento do material são duvidosos, já que não existem publicações extensas sobre os resultados obtidos com uso de cordões armazenados em bancos privados. Armazenar o sangue do cordão em um banco privado é uma aposta num futuro que a ciência ainda não comprovou. </span></p>
<p align="justify"><span style="color: #000000; font-family: verdana; font-size: small;">Fonte: <a href="http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2469" target="_blank">INCA</a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Declare-se Doador de Órgãos através do Facebook</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 21:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Ser doador de órgãos é um gesto nobre e pode salvar a vida de até 7 pessoas. O Facebook permite que você divulgue a seus amigos essa escolha – a informação pode ser útil e ajudar a salvar vidas, caso algo aconteça com você. Seja doador de órgãos e avise à sua família. Sua família [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ser doador de órgãos é um gesto nobre e pode salvar a vida de até 7 pessoas.</p>
<p>O Facebook permite que você divulgue a seus amigos essa escolha – a informação pode ser útil e ajudar a salvar vidas, caso algo aconteça com você.</p>
<p>Seja doador de órgãos e avise à sua família. Sua família é a sua voz. Confira o passo a passo para se declarar como doador de órgãos através do facebook, em alguns cliques você se declara doador de órgãos e deixa toda a família sabendo disso. Saiba como publicar em sua linha do tempo essa decisão:</p>
<ol>
<li>
<h4>Entre em seu perfil e, no topo da sua linha do tempo, clique em &#8220;Acontecimento&#8221;.</h4>
</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter wp-image-2413" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/tutorial-doador-orgaos-1.png" alt="tutorial-doador-orgaos-1" width="700" height="488" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h4>Várias opções abrirão. Selecione &#8220;Saúde e bem-estar&#8221;.</h4>
</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter wp-image-2414" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/tutorial-doador-orgaos-2.png" alt="tutorial-doador-orgaos-2" width="700" height="488" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h4>No novo menu, clique em &#8220;Doador de órgãos&#8221;.</h4>
</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter wp-image-2415" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/tutorial-doador-orgaos-3.png" alt="tutorial-doador-orgaos-3" width="700" height="488" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>
<h4>Preencha os campos com as informações necessárias e clique em &#8220;Salvar&#8221;. O evento será adicionado à sua linha do tempo e aparecerá para seus amigos.</h4>
</li>
</ol>
<p><img class="aligncenter wp-image-2416" src="http://liglab.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/07/tutorial-doador-orgaos-4.png" alt="tutorial-doador-orgaos-4" width="700" height="488" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministério da Saúde alerta a importância de avisar a família sobre o desejo de ser um doador de órgãos. São os familiares quem autorizam o procedimento em caso de vítimas de dano cerebral irreversível, como traumatismo craniano ou acidente vascular cerebral (AVC).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seis dicas para preservar Vitaminas no Cozimento de Verduras</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/seis-dicas-para-preservar-vitaminas-no-cozimento-de-verduras.html</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 19:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O consumo frequente de vitaminas e antioxidantes ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e de vários tumores. Prova disso é a longevidade associada à dieta mediterrânea, rica nesses nutrientes, presentes em verduras e legumes. No entanto, as qualidades desses vegetais podem se perder na água quando são cozidos na panela. Um estudo espanhol divulgado pela publicação científica [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo frequente de vitaminas e antioxidantes ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e de vários tumores. Prova disso é a longevidade associada à dieta mediterrânea, rica nesses nutrientes, presentes em verduras e legumes. No entanto, as qualidades desses vegetais podem se perder na água quando são cozidos na panela.</p>
<p>Um estudo espanhol divulgado pela publicação científica Journal of Food Science concluiu que colocar as verduras para ferver – uma das formas mais comuns de se prepará-las – faz com que elas percam uma quantidade significativa de vitaminas e outros antioxidantes.</p>
<p>&#8220;A maioria das verduras são consumidas cozidas, então de um ponto de vista prático, era uma preocupação para nós saber se depois de submetê-las a procedimentos domésticos habituais, seus nutrientes eram mantidos, ou se só estaríamos consumindo calorias&#8221;, explicou María Antonia Murcia, da Universidade de Nutrição e Bromatologia de Múrcia, uma das autoras da pesquisa.</p>
<p>A conclusão principal do trabalho foi que a água &#8220;não é a melhor amiga da cozinha&#8221; quando se trata de preparar verduras e hortaliças. O calor e outras condições relacionadas com o cozimento podem acabar com os nutrientes das verduras.</p>
<h2><strong> </strong><strong>Nutrientes</strong></h2>
<p>Segundo um estudo da Universidade de Akron, nos Estados Unidos, a vitamina K é resistente ao calor. As fontes alimentícias da vitamina K incluem hortaliças de cor verde, como couve, espinafre, nabo, acelga, folhas de mostarda, salsa, alface romana e alface de folha verde, além de verduras como couve-de-bruxelas, brócolis, couve-flor e repolho.</p>
<p>No entanto, muitas outras vitaminas, incluindo A, C, B-1, B-2 e o ácido fólico – que estão em vegetais de folhas verdes &#8211; são sensíveis ao calor e podem se perder ao cozinhar e ferver a verdura no vapor.</p>
<p>Por outro lado, outras vitaminas e nutrientes podem ficar intactas, mas acabam ficando na água. Neste caso, pode-se utilizar a água do cozimento para temperar o prato ou simplesmente beber o caldo onde estão todos os antioxidantes.</p>
<h2><strong>Recomendações</strong></h2>
<p>A perda de nutrientes por cozimento pode ser reduzida seguindo algumas recomendações, segundo a Associação Espanhola de Nutricionistas.</p>
<p>&#8211; Descasque e corte os alimentos pouco antes de prepará-los para o consumo</p>
<p>&#8211; Deixe de molho por pouco tempo</p>
<p>&#8211; Espere a água ferver para colocar os alimentos</p>
<p>&#8211; Coloque uma pitada de vinagre ou suco de limão na água onde estiver cozinhando</p>
<p>&#8211; Cozinhar os legumes &#8216;al dente&#8217; e esfriá-las o quanto antes</p>
<p>&#8211; Aproveitar a água que cozinhou as verduras para fazer outros alimentos</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/06/cozinhar-verduras-faz-com-que-elas-fiquem-menos-nutritivas.html">Bem Estar</a></p>
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		<item>
		<title>Cinco passos para ser um Doador de Sangue</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/cinco-passos-para-ser-um-doador-de-sangue.html</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 20:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Viva Velhor]]></category>
		<category><![CDATA[doação de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[doe sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para realizar a doação, o voluntário deve estar dentro de uma série de critérios determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde que visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue. A princípio, qualquer pessoa pode doar, basta levar um documento oficial com foto e órgão expedidor (RG ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para realizar a doação, o voluntário deve estar dentro de uma série de critérios determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde que visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue. A princípio, qualquer pessoa pode doar, basta levar um documento oficial com foto e órgão expedidor (RG ou documento oficial equivalente) e se apresentar em um dos postos de coleta.</p>
<h3><strong>Passo 1: Veja se está dentro dos requisitos básicos.</strong></h3>
<ul>
<li>Se você tiver entre 16 e 18 anos incompletos, a doação só poderá ser realizada mediante consentimento dos pais ou responsáveis legais. É possível ainda que o Hemocentro solicite a presença dos pais para a doação.<br />
• Ter até 69 anos, 11 meses e 29 dias de idade, sendo que a primeira doação deve ter sido feita antes dos 60 anos;</li>
<li>Ter peso igual ou superior a 50 kg;</li>
<li>Estar alimentado, mas evite alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação. Caso seja após o almoço, aguardar duas horas;</li>
<li>Estar descansado no dia da doação.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Passo 2: Verifique os impedimentos temporários.</strong></h3>
<ul>
<li>Estar bem de saúde. Ou seja, se estiver gripado, resfriado, com febre, espere 15 dias após o desaparecimento dos sintomas;</li>
<li>Período gestacional;</li>
<li>Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana;</li>
<li>Amamentação;</li>
<li>Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.</li>
<li>Tatuagem e/ou piercing nos últimos seis meses (piercing em cavidade oral ou região genital impedem a doação);</li>
<li>Não ter feito exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos seis meses;</li>
<li>Situações de risco acrescido para a contração de doenças sexualmente transmissíveis.</li>
</ul>
<h3><strong>Passo 3: Confira se não está dentro dos critérios definitivos de impedimento.</strong></h3>
<ul>
<li>Hepatite após os 11 anos de idade;</li>
<li>Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;</li>
<li>Uso de drogas ilícitas injetáveis;</li>
</ul>
<h3><strong>Passo 4: Encontre o local de doação mais perto de você:</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Centro de Hemoterapia e Hematologia do Espírito Santo (Hemoes)</li>
</ul>
<p>Tel. 3636-7900/7920/7921 &#8211; Avenida Marechal Campos, 1.468, Maruípe, Vitória. Funciona de segunda-feira a sábado, das 07 às 17h30.</p>
<ul>
<li>Hemocentro de Linhares</li>
</ul>
<p>Tel. (27) 3171-4361/4363/4362 – Avenida João Felipe Calmon, 1.305, Centro (ao lado do Hospital Rio Doce). Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.</p>
<ul>
<li>Hemocentro Regional de Colatina</li>
</ul>
<p>Tel. (27) 3177-7930 – Rua Cassiano Castelo, s/n, Centro. Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.</p>
<ul>
<li>Hemocentro Regional de São Mateus</li>
</ul>
<p>Tel. (27) 3767-4135 – Rodovia Otovarino Duarte Santos, Km 02, Parque Washington. Funciona de segunda a sexta-feira, das 07 às 12h30.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Passo 5: Não quebre o ciclo de solidariedade!</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você for homem, aguarde 60 dias e seja solidário novamente! Se você for mulher, aguarde 90 dias para doar sangue outra vez. Só não vale exceder o limite de quatro doações em um período de 365 dias para homens e de três doações para mulheres.</p>
<p>A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes. No período da janela imunológica, em que ocorre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.</p>
<p>Tratamento médico e dentário, uso de medicamentos, viagens recentes e outros critérios também serão avaliados na ocasião da entrevista clínica pré-doação. Doe sangue com responsabilidade. Se você quiser apenas fazer um exame para Aids, não doe sangue. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita. Informe-se pelo Disque-Saúde: 0800-61-1997.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.blog.saude.gov.br/index.php/570-destaques/34770-seis-passos-para-ser-um-doador-de-sangue">Blog Governo da Saúde</a></p>
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