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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; causas</title>
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		<title>Saiba o que a falta da vitamina B12 pode causar no seu organismo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 13:00:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das <b>hemácias</b>. Com a falta da <b>vitamina B12</b> no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma.</p>
<p>A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso <b>sistema nervoso</b>. Com a deficiência da vitamina, a mielina que recobre os nervos sofre um desgaste que recebe o nome de <b>desmielinização</b>, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.</p>
<p>A falta de vitamina B12 é mais frequente em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. A prevalência é de <b>50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes</b>.</p>
<p><b>Anemia perniciosa</b></p>
<p>A principal fonte da vitamina está nos alimentos de <b>origem animal</b> &#8211; carnes, ovo e produtos lácteos (que contém leite) são extremamente ricos em vitamina B12. Para absorvê-la, o tubo digestivo depende de <b>fatores intrínsecos</b> presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.</p>
<p>E a causa mais frequente da deficiência é justamente a perda desse <b>fator intrínseco </b>associada a um tipo de gastrite (<b>gastrite atrófica</b>). A anemia resultante é chamada de <b>anemia perniciosa</b>, que tem sintomas como <b>palidez</b>, <b>fraqueza muscular</b> e, em casos mais graves, até <b>lesões cerebrais</b>. Pode haver ainda <b>inchaço</b>, <b>hiperpigmentação da pele</b> e <b>icterícia</b>.</p>
<p><b>Outras causas:</b></p>
<p>&#8211; Os idosos &#8211; de 10% a 30% deles &#8211; sofrem com <b>alterações no estômago</b> que diminuem a secreção de <b>ácido clorídrico</b>, fundamental para a absorção de B12.</p>
<p>&#8211; As <b>cirurgias bariátricas</b> também reduzem o número de células que secretam ácido clorídrico e o fator intrínseco.</p>
<p>&#8211; Uso crônico de <b>medicamentos</b> para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol e ranitidina, por exemplo).</p>
<p>&#8211; Alguns medicamentos utilizados para tratar a <b>diabetes</b> &#8211; como a metformina &#8211; e para controlar a produção de ácido estomacal &#8211; como omeprazol e ranitidina -podem interferir na absorção da vitamina.</p>
<p>&#8211; Quem é <b>vegetariano</b> precisa tomar suplementos para repor a vitamina no organismo, já que alimentos de origem animal não entram na dieta.</p>
<p>&#8211; <b>Doenças inflamatórias do intestino</b> e as que provocam má absorção são outras causas.</p>
<p><b>Diagnóstico e tratamento</b></p>
<p>É raro encontrar <b>níveis sanguíneos</b> de B12 muito baixos, mas os resultados considerados normais não excluem a possibilidade de deficiência. Os exames <b>falso-negativos</b> e <b>falso-positivos</b> são comuns.</p>
<p>Esse diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido <b>metilmalônico</b> e <b>homocisteína</b>, que se encontram <b>elevadas em 98% dos casos</b>. A <b>reposição</b> da vitamina provoca diminuição progressiva dessas concentrações, e a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.</p>
<p>A reposição provoca <b>regressão rápida</b> do quadro. A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por <b>períodos longos</b> ou <b>pela vida toda</b>.</p>
<p>Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://drauziovarella.com.br/drauzio/deficiencia-de-b12/">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>Síndrome de Down: a luta pelos direitos iguais e pelo fim do preconceito continua</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Mar 2015 13:00:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Circulou na internet recentemente um depoimento emocionante de Caroline White, mãe de Seb, de 7 anos. O menino tem síndrome de Down, e ela fez um desabafo sobre a diferença de comportamento entre crianças e adultos em relação ao seu filho. &#8220;Crianças não enxergam a síndrome de Down do meu filho; adultos, sim&#8221;, disse. E [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15a_dia_da_sindrome_de_down.png"><img class="alignleft  wp-image-2281" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15a_dia_da_sindrome_de_down-300x225.png" alt="lig_0016_15a_dia_da_sindrome_de_down" width="388" height="283" /></a>Circulou na internet recentemente um depoimento emocionante de Caroline White, mãe de Seb, de 7 anos. O menino tem <b>síndrome de Down</b>, e ela fez um desabafo sobre a diferença de comportamento entre crianças e adultos em relação ao seu filho. <b>&#8220;Crianças não enxergam a síndrome de Down do meu filho; adultos, sim&#8221;</b>, disse.</p>
<p>E complementou: &#8220;Se pedimos para descrevê-lo, as outras crianças dizem o quanto ele é bom no patinete, que ele ama futebol, que corre rápido ou que precisa de um pouco de ajuda extra na escola. Se você perguntasse a mesma coisa aos pais destas crianças, acredito que &#8220;síndrome de Down&#8221; estaria na primeira frase dita por eles&#8221;.</p>
<p>Leia o <b>depoimento completo</b> aqui:<a href="http://goo.gl/ELzvHk"> http://goo.gl/ELzvHk</a></p>
<p>O depoimento foi publicado perto de uma data marcante: <b>21 de março, Dia Mundial da síndrome de Down</b>. Um momento que serve para reforçar a importância da luta dos portadores da Síndrome de Down e dos seus respectivos pais, amigos e familiares, para que tenham <b>direitos iguais</b>.</p>
<p>O <b>preconceito e a discriminação são os piores inimigos dos portadores da síndrome</b>. Mas é crescente o número de pais, profissionais da saúde e educadores que lutam contra todas as restrições impostas a essas crianças. Como todas as outras, elas precisam fundamentalmente de carinho, alimentação adequada, cuidados com a saúde e um ambiente acolhedor.</p>
<p>Hoje o Brasil tem cerca de <b>300 mil pessoas</b> que apresentam Down, segundo a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down. Muitas estão inseridas no mercado de trabalho, estudam e namoram.</p>
<p>Por conta dos avanços da medicina, a expectativa de vida de quem tem a síndrome aumentou muito. Para se ter uma ideia, enquanto em 1947 a expectativa de vida ficava entre 12 e 15 anos; em 1989 ela subiu para 50 anos.</p>
<p><b>O que é a síndrome de Down</b></p>
<p>A síndrome de Down é causada pela presença de <b>três cromossomos 21</b> em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As <b>pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.</b></p>
<p><b>Tratamento</b></p>
<p>As crianças precisam ser estimuladas desde o nascimento. Assim elas crescem preparadas para <b>vencer as limitações impostas pela alteração genética</b>.  É importante contar com <b>assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais</b>. O objetivo deve ser sempre habilitá-las para o convívio e a participação social. Este site conta com muitas dicas, que podem ajudar: <a href="http://www.movimentodown.org.br/educacao/dicas-para-pais/" target="_blank">Movimento Down</a></p>
<p><b>Diagnóstico precoce</b></p>
<p>O <b>NIPT – Panorama™ (Teste Pré-Natal Não Invasivo)</b>, oferecido pelo <b>LIG Diagnósticos Especializados</b>, detecta síndromes apresentadas pelo feto &#8211; por falta ou acréscimo de pedaços de DNA em um cromossomo &#8211; por meio de um teste no sangue da mãe. Ele pode ser realizado &#8211; sempre por solicitação médica &#8211; <b>a partir da 9ª semana de gravidez</b>,<b> e diminui ou muitas vezes evita a necessidade de exames mais invasivos, como a amniocentese</b>.</p>
<p>O procedimento é bem novo no Brasil, e trata-se de um aprimoramento do exame para encontrar <b>anomalias cromossômicas, como a síndrome de Down</b>, a mais comum das trissomias (três cópias do cromossomo 21), Patau (três cópias do cromossomo 13), Edwards (três cópias do cromossomo 18), Turner (alterações no cromossomo X em meninas), Triplo X, Klinefelter (um cromossomo X a mais em meninos) e triploidia (uma cópia a mais de todos os cromossomos).</p>
<p><b>A rapidez é uma das vantagens do NIPT – Panorama™</b>. O exame pode ser realizado a partir da nona semana, <b>com resultado em menos de sete dias</b>. “O amniocentese é indicado para mulheres com idade avançada e com risco aumentado para terem filhos com alguma síndrome genética. Porém, só é realizado a partir da décima sexta semana de gestação, e seu resultado demora até um mês para ficar pronto”, contou o <b>geneticista Filippo Vairo</b>, do <b>LIG Diagnósticos Especializados.</b></p>
<p><b>Testes oferecidos:</b></p>
<p><b>NIPT-Panorama™ Básico</b></p>
<p>Detecta as síndromes de Down (a mais comum das trissomias – três cópias do cromossomo 21), Patau (três cópias do cromossomo 13), Edwards (três cópias do cromossomo 18), Turner (alterações no cromossomo X em meninas), Triplo X, Klinefelter (um cromossomo X a mais em meninos) e a triploidia (uma cópia a mais de todos os cromossomos). Permite  também saber o sexo da criança, se a gestante desejar.</p>
<p><b>NIPT-Panorama™ Ampliado</b></p>
<p>Permite detectar também, além das anomalias acima, outras cinco síndromes, causadas por microdeleções (perda de DNA): DiGeorge, Prader-Willi, Angelman, Cri-du-Chat e Deleção 1p36. Essas síndromes são também chamadas monossomias.</p>
<p><b>Fonte:</b></p>
<p><a href="http://www.movimentodown.org.br/" target="_blank">Movimento Down</a><br />
<a href="http://drauziovarella.com.br/noticias/sindrome-de-down-nao-e-doenca/" target="_blank">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>Como evitar doenças alérgicas no outono</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/como-evitar-doencas-alergicas-no-outono.html</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 16:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O outono chega hoje, às 19h45, para aliviar o calor dos dias de verão, mas ele vem com desvantagens. A época é muito propícia para doenças alérgicas, já que as mudanças climáticas facilitam a proliferação dos ácaros, que são potentes desencadeadores destes problemas. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) apontam que 30% [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>outono</b> chega hoje, às 19h45, para aliviar o calor dos dias de verão, mas ele vem com desvantagens. A época é muito propícia para <b>doenças alérgicas</b>, já que as mudanças climáticas facilitam a proliferação dos ácaros, que são potentes desencadeadores destes problemas.</p>
<p>Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) apontam que 30% da população brasileira tem algum tipo de reação alérgica, sendo a <b>rinite e a asma predominantes nesta estação</b>.</p>
<p>A rinite alérgica é caracterizada por sintomas de <b>coceira, entupimento e coriza nasal e espirros</b>, similares aos da gripe. Já a asma é uma <b>doença genética</b> que desencadeia a inflamação dos brônquios e os sintomas comuns são: tosse, falta de ar e chiado no peito.</p>
<p><b>Cuidados</b></p>
<p>A melhor forma de se prevenir das alergias e problemas respiratórios é evitar o contato com os temidos <b>ácaros</b>. E como fazer isso?</p>
<p>	&#8211; Reforce os cuidados com a limpeza da casa e retire bichos de pelúcia do quarto das crianças.<br />
	&#8211; Tome cuidado com tapetes e carpetes, que são os melhores amigos dos ácaros.<br />
	&#8211; Mantenha a casa sempre arejada e ensolarada.<br />
	&#8211; Evite permanecer em ambientes fechados com aglomeração de pessoas.<br />
	&#8211; Faça atividades e caminhadas ao ar livre.<br />
	&#8211; Lave roupas que estavam guardadas mesmo que elas não tenham cheiro de mofo.<br />
	&#8211; Não fume dentro da casa.<br />
	&#8211; Evite cheiros fortes em casa como: tintas, solventes, inseticidas e produtos de limpeza.</p>
<p>Além disso, é importante que o paciente seja rigorosamente submetido ao <b>acompanhamento do médico.</b></p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.sbai.org.br/secao_detalhes.asp?s=81&#038;id=563">Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia</a> </strong></p>
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		<title>Hipocondria: causas, sintomas e tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 12:20:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Você conhece alguém que é ou se diz hipocondríaco? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o medo de estar sofrendo de uma doença grave. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você conhece alguém que é ou se diz <b>hipocondríaco</b>? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o <b>medo de estar sofrendo de uma doença grave</b>. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; e chega a atrapalhar atividades cotidianas e o relacionamento com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses quadros, o hipocondríaco tende a ficar <b>ansioso com a doença</b>, mesmo que nenhuma evidência médica justifique a preocupação, e acredita que qualquer sintoma simples pode evidenciar um algo terrível. Por exemplo: uma dor de cabeça certamente significará um tumor cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">A <b>percepção alterada da realidade</b> leva esses pacientes a acharem que precisam, com urgência, de algum medicamento para sobreviver. Por isso, essas pessoas precisam passar por um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico nas situações mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é criar um forte vínculo de confiança com o paciente, provando que ele pode acreditar quando você diz que está tudo bem. Mas, nem todos os quadros acabam revertidos de forma tão simples. Muitos pacientes demandam tratamentos como a <b>psicoterapia</b> e a <b>terapia cognitivo-comportamental</b>, reconhecidas por serem eficazes em mais de 70% dos casos, além de antidepressivos (usados sob rigorosa orientação médica).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo por que algumas pessoas desenvolvem a <b>hipocondria</b>. Acredita-se que o tipo de personalidade, a experiência de vida e questões hereditárias estejam envolvidas no distúrbio.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Fatores de risco</b></p>
<p style="text-align: justify;">A hipocondria atinge igualmente homens e mulheres, e normalmente aparece no início da vida adulta, mas pode se desenvolver em qualquer idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas situações podem aumentar a chance de uma pessoa desenvolver hipocondria: histórico de uma doença séria na família, ter convivido com familiares ou conhecidos portadores de uma doença séria, morte de um familiar querido, ter um transtorno de ansiedade, acreditar que boa saúde significa estar livre de quaisquer sintomas, ter familiares próximos hipocondríacos e ter pais negligentes ou abusivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa hipocondríaca costuma apresentar os seguintes <b>comportamentos</b>:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ter um medo intenso ou ansiedade prolongados de ter uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Preocupação constante de que os menores sintomas e sensações físicas podem significar uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Procurar médicos repetidamente ou fazer exames complexos com frequência, como ressonâncias magnéticas ou ecocardiogramas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Trocar de médico constantemente, sempre buscando uma segunda opinião que indique uma situação grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Falar diversas vezes sobre seus sintomas ou das doenças que suspeita ter;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar frequentemente o corpo em busca de problemas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar com frequência os sinais vitais, como pulsação ou pressão arterial;</p>
<p style="text-align: justify;">- Pensar ter uma doença só de ler ou ouvir sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas com hipocondria também tendem a aumentar os sintomas quando realmente estão doentes. Mas, a principal característica está no <b>pensamento obsessivo</b> de que isso, de fato, se trata de uma doença muito grave e de que sua vida pode estar em risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ajuda médica</b></p>
<p style="text-align: justify;">Ter preocupação com a própria saúde é normal e importante para evitar futuras doenças. É normal também ficar ansioso quando se tem algum sintoma cuja causa o médico não consegue identificar claramente. Essa preocupação só se torna um problema quando <b>a ideia de estar com uma doença séria consome o indivíduo</b>, mesmo que ele já tenha feito exames apropriados e seu médico tenha assegurado que o problema é simples ou mesmo inexistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses casos, é aconselhável buscar a ajuda de um <b>psiquiatra</b> ou <b>psicólogo</b>. É comum que alguém da família &#8211; ou mesmo um profissional de saúde &#8211; dê esse conselho, caso perceba que a preocupação do paciente com a saúde é exagerada.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico da hipocondria, em geral, envolve primeiramente um exame físico, em que o médico irá verificar se o paciente realmente tem alguma condição física. Além disso, o profissional fará uma <b>avaliação psicológica</b>, conversando sobre os sentimentos e comportamentos do paciente. Testes de laboratórios podem ser feitos, para verificar a função da tireoide e também se há uso abusivo de álcool e drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os critérios de diagnóstico da hipocondria, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), são: preocupação por cerca de seis meses ou mais em ter uma doença séria, baseada em sintomas corporais; ansiedade com essa preocupação e dificuldades na vida social, trabalho e na rotina diária, por conta dessa preocupação ou sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para a hipocondria tem diversas abordagens. A primeira delas é a <b>psicoterapia</b>, e a metodologia mais usada é a <b>psicologia cognitiva-comportamental</b>. Essa abordagem permite o paciente reconhecer as causas de seu comportamento ansioso e ensina formas de parar com ele. Além disso, é importante que o paciente aprenda mais sobre a hipocondria, até para saber melhor como lidar. Essa educação sobre o quadro também é importante para a família do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em certos casos, sempre avaliados por profissionais, medicamentos também podem ajudar. Principalmente os <b>antidepressivos</b> da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina ou antidepressivos tricíclicos. Muitas vezes, tratar comorbidades, como ansiedade e depressão, também ajudam no quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hipocondria" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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		<title>Dia Mundial das Doenças Raras</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/sobre-o-lig/dia-mundial-das-doencas-raras.html</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2015 19:13:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Criado em 2008, o Dia Mundial das Doenças Raras (28/02) é um evento anual de conscientização, coordenado pela Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis). A data é lembrada em 70 países, já que tais doenças atingem 8% da população mundial. O que é uma “doença rara”? Segundo a Eurordis, a classificação deste tipo de doença considera [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/lig_0004_15c_jornada_doencas_raras.png"><img class="alignleft wp-image-2231" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/lig_0004_15c_jornada_doencas_raras.png" alt="" width="380" height="285" /></a>Criado em 2008, o <b>Dia Mundial das Doenças Raras</b> (28/02) é um evento anual de conscientização, coordenado pela <a href="http://www.eurordis.org/pt-pt" target="_blank">Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis)</a>. A data é lembrada em 70 países, já que tais doenças atingem 8% da população mundial.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é uma “doença rara”?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Eurordis, a classificação deste tipo de doença considera quatro fatores:<b> incidência</b>, <b>raridade</b>, <b>gravidade</b> e <b>diversidade</b>. A <a href="http://www.paho.org/bra/" target="_blank">OMS (Organização Mundial da Saúde)</a> define como doenças raras aquelas que afetam um pequeno número de pessoas quando comparado com a população total. Na Europa, por exemplo, uma doença é considerada rara quando afeta uma em cada 2 mil pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Cerca de 80% das doenças raras têm origens genéticas e 50% atingem crianças</b>. Outras causas podem ser infecções (bacterianas ou virais), alergias, causas ambientais &#8211; ou são degenerativas e proliferativas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamentos e causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das doenças raras possui algum tipo de tratamento, porém não é possível falar em um tratamento predominante por conta da variedade dessas doenças &#8211; e de suas origens.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento, a causa ainda permanece desconhecida para grande parte dessas doenças. De acordo com especialistas, neste contexto é melhor falar em <b>diagnóstico precoce e tratamento apropriado</b>. Embora não haja um tratamento específico para muitas delas, a existência de cuidados adequados pode melhorar a qualidade e a esperança de vida das pessoas afetadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doenças raras</b></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as doenças raras existentes e conhecidas até o momento, podemos citar o <b>Angioderma Hereditário</b>, a <b>Doença de Crohn</b>, o <b>linfoma de Hodgkin</b>, a <b>Síndrome do Intestino Curto</b>, a <b>Doença de Gaucher</b> e outras. Lembrando que o <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank">LIG Diagnósticos Especializados</a> oferece exames, sempre realizados por meio de solicitações médicas, que permitem &#8211; através de testes genéticos &#8211; a identificação de várias doenças raras.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><b>I Jornada Estadual da Liga de Doenças Raras do Espírito Santo</b></span></h4>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 6 e 7 de março de 2015 acontece, na UVV (Universidade Vila Velha), a <b>I Jornada Estadual da Liga de Doenças Raras do Espírito Santo</b>. A jornada abordará temas tanto de cunho científico quanto político e socioeconômico, e também abrirá espaço para a comunidade e associações do Espírito Santo.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a jornada o <b>Dr. Filippo Vairo</b>, do LIG Diagnósticos Especializados, irá ministrar um Simpósio Satélite, em que abordará o tema: <b>Técnicas Atuais de Diagnóstico Molecular em Medicina</b>. No mesmo dia, durante o Simpósio “Doenças Raras Multissistêmicas”, o Dr. Filippo irá falar sobre <b>Erros Inatos do Metabolismo</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber mais sobre o evento, consultar cronograma, local e fazer sua inscrição? Basta clicar <a href="http://www.jornadaladres.com/" target="_blank"><b>aqui</b></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para consultar outras informações sobre as doenças raras, quais são elas e conferir algumas notícias sobre o assunto, acesse: <a href="http://amavi.org/" target="_blank"><b>Amavi (Associação Maria Vitoria)</b></a> e <a href="http://www.associacaoandora.org/index.html" target="_blank"><b>Andora (Associação Nacional de Doenças Raras e Crônicas)</b></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/dia-dedicado-as-doencas-raras-expoe-desafios-a-saude-mundial,c752c5e702574410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html"><i>Terra Ciência</i></a></p>
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		<title>Evite dores de cabeça neste carnaval</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2015 16:21:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Exagerou nesse Carnaval? Bebeu demais? Então, provavelmente, você deve estar sofrendo com a famosa ressaca. Os sinais são clássicos: a cabeça parece que vai explodir, enjoo, tontura, fraqueza e muita sede. Por que ocorre? O organismo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia e, como resultado desse processo, o organismo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/lig_0004_15_serie_carnaval_ressaca.png"><img class="alignleft wp-image-2214" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/lig_0004_15_serie_carnaval_ressaca.png" alt="" width="380" height="285" /></a>Exagerou nesse Carnaval? Bebeu demais? Então, provavelmente, você deve estar sofrendo com a famosa <b>ressaca</b>. Os sinais são clássicos: <b>a cabeça parece que vai explodir</b>, <b>enjoo</b>, <b>tontura</b>, <b>fraqueza</b> e <b>muita sede</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Por que ocorre?</b></p>
<p style="text-align: justify;">O organismo gasta glicose para metabolizar o álcool. Glicose é açúcar, açúcar é energia e, como resultado desse processo, <b>o organismo acaba ficando enfraquecido</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de álcool também ataca o sistema nervoso central e provoca sono e irritação; corrompe mecanismos químicos cerebrais, ocasionando dor de cabeça; irrita as mucosas do aparelho digestivo, causando náuseas, vômito e diarreia e inibe a ação do hormônio antidiurético, levando a sede e boca seca.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Amenize os efeitos</b></p>
<p style="text-align: justify;">O ideal seria não exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e se hidratar sempre! Mas, se esse não é o seu caso, separamos <b>algumas receitas de sucos que ajudam a amenizar os efeitos da ressaca</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Suco de Abacaxi com Hortelã e Água de Coco</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ingredientes:</p>
<p style="text-align: justify;">1 copo (250ml) de água de coco</p>
<p style="text-align: justify;">2 fatias de abacaxi</p>
<p style="text-align: justify;">4 folhas de hortelã</p>
<p style="text-align: justify;">1 “moeda” de gengibre</p>
<p style="text-align: justify;">3 pedras de gelo</p>
<p style="text-align: justify;">Modo de preparo do suco: Bater tudo no liquidificador e tomar de imediato, sem coar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Suco de Maçã com Cenoura e Couve</span></p>
<p style="text-align: justify;">Ingredientes:</p>
<p style="text-align: justify;">½ maçã</p>
<p style="text-align: justify;">3 cm de gengibre fresco ralado</p>
<p style="text-align: justify;">1 punhado de couve</p>
<p style="text-align: justify;">½ cenoura</p>
<p style="text-align: justify;">1 colher (sopa) rasa de linhaça dourada</p>
<p style="text-align: justify;">½ limão sem casca ou 1 laranja picada</p>
<p style="text-align: justify;">1 copo (250 ml) de água gelada ou água de coco ou chá verde</p>
<p style="text-align: justify;">Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida, sem coar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/11058-11-dicas-para-evitar-ou-espantar-a-ressaca/#carousel-galeria" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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		<title>Cálculos renais: causas, sintomas e tratamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 15:56:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Cálculos renais &#8211; ou pedras nos rins &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, sem sintomas, ou provocar dores muito fortes, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Cálculos renais</strong> &#8211; ou <strong>pedras nos rins</strong> &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, <strong>sem sintomas</strong>, ou provocar <strong>dores muito fortes</strong>, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; um pico de dor intensa seguida de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos, e requerem atendimento médico-hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as causas do cálculo renal, podemos destacar: volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais; grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato; distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireoide; alterações anatômicas ou obstrução das vias urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sintomas são: sangue na urina; suspensão ou diminuição do fluxo urinário; necessidade mais frequente de urinar e infecções urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além das evidências clínicas &#8211; dor intensa e sinais de sangue na urina &#8211; cálculos renais podem ser diagnosticados por <strong>raios x de abdômen</strong>, <strong>ultrassom</strong> ou pela <strong>urografia excretora </strong>(exame mais específico das vias urinárias).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Medicamentos podem ser indicados somente pelo médico</strong>, levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e anti-inflamatórios com o objetivo de aliviar a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Litotripsia</strong>, ou seja, bombeamento das pedras por ondas de choque que visam a fragmentação do cálculo &#8211; o que torna a sua eliminação pela urina mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Cirurgia percutânea ou endoscópica</strong>: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Ureteroscopia</strong>: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/p/pedra-nos-rins-calculo-renal/" target="_blank"><em>Dr. Drauzio</em></a></p>
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		<title>Novembro Azul: mês mundial de combate ao câncer de próstata</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/prevencao/novembro-azul-mes-mundial-de-combate-ao-cancer-de-prostata.html</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 15:54:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Outubro Rosa é dedicado à conscientização do câncer de mama. E, logo depois, vem o mês dedicado aos homens, o Novembro Azul &#8211; mês mundial de combate ao câncer de próstata. Sobre a campanha O câncer de próstata atinge grande parte da população masculina e, mesmo assim, ainda é um tema que enfrenta muitas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/lig_0028_14a_imagem_facebook_novembro_azul.png"><img class="alignleft  wp-image-1975" title="novembro_azul" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/lig_0028_14a_imagem_facebook_novembro_azul.png" width="411" height="309" /></a>O Outubro Rosa é dedicado à conscientização do <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/sobre-o-lig/brca-o-gene-cancer-de-mama.html" target="_blank">câncer de mama</a>. E, logo depois, vem o mês dedicado aos homens, o <b>Novembro Azul</b> &#8211; mês mundial de <b>combate ao câncer de próstata</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sobre a campanha</b></p>
<p style="text-align: justify;">O câncer de próstata atinge grande parte da população masculina e, mesmo assim, ainda é um tema que enfrenta muitas barreiras. Quase 50% dos brasileiros nunca foram ao <b>urologista</b> e, em 2014, a projeção é de que 12 mil homens irão morrer em função da descoberta da doença já em estágio avançado.</p>
<p style="text-align: justify;">O público-alvo da campanha <b>Novembro Azul</b> são homens a partir dos 40 anos de idade e grupos que participam do processo de prevenção e cuidados, como familiares e parceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quebrar o preconceito, o objetivo é informar a população por meio de ações, além de conscientizar sobre a importância da realização dos <b>exames periódicos</b> relacionados ao câncer de próstata, que é o segundo mais recorrente em brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pele.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O câncer de próstata</b></p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de câncer é o resultado de uma multiplicação desordenada das células da próstata e, quando há presença de câncer, a glândula endurece. Na fase inicial, o câncer de próstata <b>não tem sintomas</b>, sendo que em 95% dos casos eles só aparecem quando a doença está em um <b>estágio avançado</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Homens a partir dos 45 anos de idade (ou 40, se houver casos de câncer de próstata na família), devem<b> procurar um urologista anualmente para realizar os exames preventivos</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um desses exames é o <b>toque retal</b>, um exame rápido e que indica se a próstata apresenta algum tipo de alteração. Caso a alteração seja detectada, o médico pode solicitar outros exames a fim de confirmar o diagnóstico, como o <b>PSA (Antígeno Portático Específico)</b>, o <b>ultrassom transretal </b>e a <b>biópsia da glândula</b>, que consiste na retirada de fragmentos da próstata para análise.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja mais frequente em homens acima de 65 anos de idade, as chances de desenvolver a doença aumentam em até 50% se já houve algum caso de câncer de próstata na família, como pai ou irmão. Outros fatores, como o <b>estilo de vida</b>, <b>alimentação inadequada</b> à base de gordura animal e pobre em frutas, legumes, verduras e grãos também podem interferir no surgimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os especialistas, o toque retal é a forma mais segura de detectar anormalidades. Rápido e indolor,<b> o exame é parte fundamental para detectar o estágio da doença</b>, bem como para definir o tipo de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros exames, como a dosagem de PSA (antígeno prostático específico), a biópsia, o ultrassom transretal e a cintilografia óssea também são importantes exames para identificar o estágio do câncer. Sem tratamento adequado, o câncer de próstata pode se espalhar para outros órgãos do corpo (metástase).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Exame de toque retal:</b> é utilizado para diagnosticar qualquer anormalidade na próstata. De acordo com especialistas, o exame do toque retal deve ser realizado por homens acima de 50 anos. Dura aproximadamente 10 segundos, é simples e praticamente indolor, além de não afetar a masculinidade. É sempre recomendável e também fundamental para detectar o estágio da doença, bem como para definição do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>PSA (antígeno prostático específico): </b>é a dosagem de uma proteína por meio de exame de sangue. O valor limite do PSA aceitável é abaixo de 4 ng/ml, porém podem existir tumores com PSA abaixo deste valor. Quando o PSA estiver acima de 10 ng/ml há indicação formal para biópsia. Para valores entre 4-10 ng/ml, deve-se também levar em consideração a velocidade do PSA e a relação PSA livre/total.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ultrassom transrretal:</b> pode ser usado para orientar a biópsia da próstata. Também pode ser útil na determinação do volume prostático e para avaliar a extensão local da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Cintilografia óssea: </b>é fundamental na identificação do estágio do câncer da próstata, sendo altamente sensível, porém pouco específica. É indicada em todo paciente portador de câncer da próstata com PSA &gt; 20ng/ml e PSA entre 10-20 com graduação histológica de Gleason &gt; 7.</p>
<p style="text-align: justify;">O <b>LIG Diagnósticos Especializados</b> disponibiliza testes para identificação dos genes <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/cdkn1b-p27-kip1-p27kip1/" target="_blank"><b>CDKN1B</b></a> e <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/chek2/" target="_blank"><b>CHEK2</b></a>, relacionados a suscetibilidade a esse e outros tipos de câncer. Feitas mediante solicitação médica. Essas análises moleculares permitem a investigação da possibilidade de um câncer hereditário.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <i><a href="http://www.novembroazul.com.br/" target="_blank">Novembro Azul</a></i></p>
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		<title>Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 15:28:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O reumatismo é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete &#8211; geralmente &#8211; pessoas mais velhas. E hoje, Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo, vamos falar um pouco mais sobre o assunto. O que é? A palavra reumatismo serve para designar um conjunto de doenças das [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <b>reumatismo</b> é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete &#8211; geralmente &#8211; pessoas mais velhas. E hoje, <b>Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo</b>, vamos falar um pouco mais sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra reumatismo serve para designar um <b>conjunto de doenças das articulações ósseas,</b> de origem não traumática, ou seja, não são oriundas de acidentes nem por <b>movimentos muito repetitivos</b>, que também causam trauma nas articulações. São cerca de 300 doenças diferentes enquadradas dentro deste grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a chegada da idade mais avançada a degeneração de partes do corpo fica mais intensa, por este motivo é tão comum encontrar<b> idosos</b> com um ou mais tipos de reumatismos. Mas também há jovens e mesmo crianças com algumas formas de reumatismo autoimune.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da variedade de tipos de reumatismo, os sintomas costumam ser bastante parecidos. O que muda são os locais acometidos, as funções atingidas e o tamanho da área afetada. Os principais sinais são: <b>dor</b>, <b>inchaço</b>, <b>calor local</b>, <b>rigidez</b> (geralmente pela manhã) e <b>fraqueza nos músculos</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Como o reumatismo engloba um conjunto grande de doenças, suas causas também são diversas. Os <b>degenerativos</b> costumam ocorrer devido ao desgaste de alguma estrutura do organismo. Pode ser algo natural, que ocorre com a idade, ou induzido precocemente, devido ao excesso de exercícios físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <b>inflamatórios </b>geralmente possuem ligação com o sistema imunológico. Quando alguma falha ocorre neste sistema o corpo passa a interpretar partes de estruturas, como organismos estranhos, e ao combatê-las inchaços costumam aparecer no local.</p>
<p style="text-align: justify;">Os reumatismos <b>infecciosos</b> são geralmente causados por vírus ou bactérias. Distúrbios metabólicos também podem ter relação com o surgimento de alguma complicação. E, em certos casos, até mesmo a hereditariedade pode ser considerada fator de risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">A denominação reumatismo engloba diversas doenças diferentes. O diagnóstico é feito pelo médico, através de análise clínica cuidadosa e vários exames laboratoriais.</p>
<p style="text-align: justify;">Exames de sangue e exames de imagem, como <b>ultrassonografia</b>, <b>raio-x</b> e <b>ressonância magnética</b>, auxiliam o médico na hora de verificar as causas e os motivos do incômodo que o paciente vem sentindo. Com a chegada do diagnóstico é preciso dar início ao tratamento o quanto antes, auxiliando no combate à dor e até mesmo minimizando algumas causas do problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Prevenção</b></p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de reumatismo de <b>origem hereditária</b>, a pessoa provavelmente irá desenvolver alguma complicação em determinado período da vida. Havendo o diagnóstico correto, o <b>acompanhamento médico</b> pode minimizar as consequências da doença, com uso de remédios, fisioterapia e outros recursos. Nessas doenças, assim como em outras, o resultado da influência genética pode ser modulado pelo ambiente e escolhas do indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma <b>boa alimentação</b> é indicada para a prevenção não somente desta como de diversas outras doenças, já que um corpo saudável é um corpo mais protegido.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho intenso, movimentos repetitivos ou esforços excessivos podem acabar levando uma pessoa a ter degeneração articular. Portanto, fique atento ao seu corpo e aos movimentos que executa.</p>
<p style="text-align: justify;">Estresse, ansiedade e depressão contribuem alterar nossa imunidade. Busque auxílio médico sempre que notar pioras nos sintomas. A <b>obesidade e o sedentarismo </b>enfraquecem músculos e ossos, prejudicando as articulações ósseas. Adquira o hábito de <b>praticar atividades físicas</b> e mantenha uma dieta equilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte (e saiba mais): <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/r/reumatismo/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a> e <a href="http://www.saudemedicina.com/reumatismo-sintomas-causas-e-dicas/" target="_blank"><i>Saúde Medicina</i></a></p>
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		<title>HPV: causas, sintomas, diagnóstico e tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 17:47:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é ou já ouviu falar em HPV? Trata-se de um condiloma acuminado que pode provocar a formação de verrugas nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais, etc.), anal, genital e da uretra. É uma doença sexualmente transmissível (DST), causada pelo papilomavírus humano (HPV). Atualmente existem mais de cem tipos de HPV, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/consulta_com_ginecologista.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1858" title="HPV" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/consulta_com_ginecologista.jpg" width="296" height="204" /></a>Você sabe o que é ou já ouviu falar em <b>HPV</b>? Trata-se de um condiloma acuminado que pode provocar a formação de verrugas nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais, etc.), anal, genital e da uretra. É uma <b>doença sexualmente transmissível (DST)</b>, causada pelo papilomavírus humano (HPV).</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente existem <b>mais de cem tipos de HPV</b>, sendo que alguns deles podem causar <b>câncer</b>, principalmente no colo do útero. Porém, vale ressaltar que a infecção pelo HPV é muito comum e nem sempre resulta em um quadro cancerígeno.</p>
<p style="text-align: justify;">O exame de rotina e prevenção ginecológico &#8211; o famoso <b>Papanicolau</b> &#8211; pode detectar alterações precoces no colo uterino e facilitar o tratamento de possíveis irregularidades, por isso deve ser feito anualmente por todas as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Transmissão</b></p>
<p style="text-align: justify;">As principal forma de transmissão do HPV é por <b>via sexual</b> e para ocorrer o contágio a pessoa infectada não precisa apresentar sintomas. A utilização da camisinha durante a relação sexual, de forma geral, impede a transmissão do vírus, que também pode ser passado para o bebê no momento do parto.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">A infecção pelo HPV normalmente causa <b>verrugas</b> de tamanhos variáveis nas regiões genitais &#8211; tanto do homem como da mulher. Se a alteração nos genitais for discreta, será percebida apenas através de exames específicos. As lesões do HPV também podem aparecer na boca e na garganta. Lembrando que a pessoa pode estar infectada e não apresentar sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">As características anatômicas dos órgãos sexuais masculinos permitem que as lesões sejam mais facilmente reconhecíveis. Já nas mulheres, porém, elas podem espalhar-se por todo o trato genital e alcançar o colo do útero e, na maior parte dos casos, só são diagnosticáveis por exames especializados, como o de<b> Papanicolau</b>, a <b>colposcopia</b> e outros mais sofisticados &#8211; como<b> hibridização in situ</b>, <b>PCR (reação da cadeia de polimerase)</b> e <b>captura híbrida</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">O vírus do HPV pode ser eliminado espontaneamente, sem que a pessoa sequer saiba que estava infectada. Uma vez feito o diagnóstico, porém, o tratamento pode ser clínico (com medicamentos) ou cirúrgico: cauterização química, eletrocauterização, crioterapia, laser ou cirurgia convencional em casos de câncer instalado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/mulher-2/hpv-papilomavirus-humano/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a> e <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hpv" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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