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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; dieta</title>
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		<title>Benefícios da beterraba para a nossa saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 13:00:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15b_dia_nacional_da_saude_e_nutricao.png"><img src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15b_dia_nacional_da_saude_e_nutricao-300x225.png" alt="lig_0016_15b_dia_nacional_da_saude_e_nutricao" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-2297" /></a>No Dia Nacional da Saúde e Nutrição, comemorado hoje, temos uma pergunta para você: como está o seu prato de comida? Nossa sugestão é que você coloque um pouco de <b>beterraba</b> aí!  Além de ter uma cor linda, a raiz é saborosa e cheia de <b>vantagens nutricionais</b>.</p>
<p>Para você ter uma ideia da lista dos benefícios, a beterraba combina <b>fibras</b>, <b>carboidratos</b>, <b>ferro</b>, <b>cobre</b>, <b>magnésio</b>, <b>manganês</b>, <b>cálcio</b>, <b>potássio</b>, <b>nitratos</b>, <b>vitamina A</b>, <b>vitamina C</b>, <b>vitamina E</b>, <b>vitamina K</b>, e antioxidantes importantes como <b>carotenoides e licopeno</b>.</p>
<p>É importante que o legume seja consumido <b>três vezes por semana</b>. Dê preferência para a versão cozida, já que dessa forma é extraído o <b>oxalato</b>, um dos fatores antinutricionais, que impede a absorção de outros nutrientes.</p>
<p>E como escolher? Veja se a beterraba está firme e sem muitos machucados na casca, e opte sempre por uma raiz bem fresca, vendida em ramos com folhas e talos. As de tamanho pequeno ou médio são mais saborosas e macias.</p>
<p><b>Faz bem para a pele!</b></p>
<p>A <b>vitamina C</b> da beterraba atua efetivamente em duas frentes: ela tem participação ativa no <b>colágeno</b>, proteína que garante sustentação à pele; e tem ação antioxidante, que evita o ataque dos radicais livres ao nosso organismo. O resultado é a <b>prevenção do envelhecimento precoce</b>.</p>
<p>No <b>betacaroteno</b> você já ouviu falar, não é? Este pigmento natural presente na beterraba estimula um <b>bronzeado saudável</b>. Ele é transformado pelo nosso organismo em <b>vitamina A</b>, substância capaz de auxiliar na formação de <b>melanina</b>, que protege a pele contra a ação dos raios ultravioleta.</p>
<p><b>É aliada na prática de exercícios físicos</b></p>
<p>O <b>nitrato</b>, presente no suco de beterraba, é transformado em <b>óxido nítrico</b> (NO2). O seu poder de relaxamento da musculatura da parede dos <b>vasos sanguíneos</b> resulta em aumento de massa magra, aumento de força (devido maior velocidade da contração da fibra muscular), e uma melhor recuperação muscular após o exercício.</p>
<p><b>Pressão arterial controlada</b></p>
<p>O óxido nítrico, que melhora a circulação sanguínea, também diminui a <b>pressão arterial </b>após uma hora do consumo de 500 ml de suco de beterraba. A conclusão foi de um estudo feito pelas Universidades Queens University e Exeter.</p>
<p><b>Reduz o colesterol</b><br />
Um corante presente na beterraba chamado <b>betalaína</b>, cujo principal componente é a <b>betanina</b>, tem ação antioxidante e protege as partículas de LDL-colesterol — o colesterol ruim — da oxidação. Com isso, <b>ela evita o entupimento dos vasos sanguíneos e previne doenças cardiovasculares</b>.</p>
<p><b>Blinda a imunidade</b></p>
<p>As betalaínas também são <b>antiviral e antibacteriano</b>, e assim reduzem os riscos de infecções por <b>micro-organismos</b>. Além disso, a beterraba conta com betacaroteno, vitamina C, vitamina E, e cobre, nutrientes potentes quando o assunto é defender o organismo. Para completar, a raiz é rica em zinco, mineral que <b>auxilia na cicatrização de tecidos</b>.</p>
<p><b>Fontes:</b></p>
<p><a href="http://revistavivasaude.uol.com.br/guia/beterraba-contra-o-envelhecimento-da-pele/820/" target="_blank">Revista Viva Saúde</a><br />
<a href="http://www.saudedica.com.br/os-14-beneficios-da-beterraba-para-saude/" target="_blank">Saúde e Dica</a></p>
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		<title>Saiba o que a falta da vitamina B12 pode causar no seu organismo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 13:00:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das hemácias. Com a falta da vitamina B12 no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma. A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso sistema nervoso. Com a deficiência da vitamina, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das <b>hemácias</b>. Com a falta da <b>vitamina B12</b> no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma.</p>
<p>A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso <b>sistema nervoso</b>. Com a deficiência da vitamina, a mielina que recobre os nervos sofre um desgaste que recebe o nome de <b>desmielinização</b>, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.</p>
<p>A falta de vitamina B12 é mais frequente em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. A prevalência é de <b>50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes</b>.</p>
<p><b>Anemia perniciosa</b></p>
<p>A principal fonte da vitamina está nos alimentos de <b>origem animal</b> &#8211; carnes, ovo e produtos lácteos (que contém leite) são extremamente ricos em vitamina B12. Para absorvê-la, o tubo digestivo depende de <b>fatores intrínsecos</b> presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.</p>
<p>E a causa mais frequente da deficiência é justamente a perda desse <b>fator intrínseco </b>associada a um tipo de gastrite (<b>gastrite atrófica</b>). A anemia resultante é chamada de <b>anemia perniciosa</b>, que tem sintomas como <b>palidez</b>, <b>fraqueza muscular</b> e, em casos mais graves, até <b>lesões cerebrais</b>. Pode haver ainda <b>inchaço</b>, <b>hiperpigmentação da pele</b> e <b>icterícia</b>.</p>
<p><b>Outras causas:</b></p>
<p>&#8211; Os idosos &#8211; de 10% a 30% deles &#8211; sofrem com <b>alterações no estômago</b> que diminuem a secreção de <b>ácido clorídrico</b>, fundamental para a absorção de B12.</p>
<p>&#8211; As <b>cirurgias bariátricas</b> também reduzem o número de células que secretam ácido clorídrico e o fator intrínseco.</p>
<p>&#8211; Uso crônico de <b>medicamentos</b> para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol e ranitidina, por exemplo).</p>
<p>&#8211; Alguns medicamentos utilizados para tratar a <b>diabetes</b> &#8211; como a metformina &#8211; e para controlar a produção de ácido estomacal &#8211; como omeprazol e ranitidina -podem interferir na absorção da vitamina.</p>
<p>&#8211; Quem é <b>vegetariano</b> precisa tomar suplementos para repor a vitamina no organismo, já que alimentos de origem animal não entram na dieta.</p>
<p>&#8211; <b>Doenças inflamatórias do intestino</b> e as que provocam má absorção são outras causas.</p>
<p><b>Diagnóstico e tratamento</b></p>
<p>É raro encontrar <b>níveis sanguíneos</b> de B12 muito baixos, mas os resultados considerados normais não excluem a possibilidade de deficiência. Os exames <b>falso-negativos</b> e <b>falso-positivos</b> são comuns.</p>
<p>Esse diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido <b>metilmalônico</b> e <b>homocisteína</b>, que se encontram <b>elevadas em 98% dos casos</b>. A <b>reposição</b> da vitamina provoca diminuição progressiva dessas concentrações, e a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.</p>
<p>A reposição provoca <b>regressão rápida</b> do quadro. A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por <b>períodos longos</b> ou <b>pela vida toda</b>.</p>
<p>Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://drauziovarella.com.br/drauzio/deficiencia-de-b12/">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>Grupo de pesquisa estuda relação da obesidade com antibióticos</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 14:41:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>As causas da obesidade estão em pauta nos últimos anos. Pesquisadores estão empenhados nos estudos dos efeitos metabólicos e da influência no aproveitamento de energia exercidos pelos micro-organismos que habitam o intestino de uma pessoa. Um dos grupos mais ativos é o da Universidade de Nova York, que trabalhou com a administração de doses baixas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>As causas da <b>obesidade</b> estão em pauta nos últimos anos. Pesquisadores estão empenhados nos estudos dos <b>efeitos metabólicos</b> e da influência no aproveitamento de energia exercidos pelos <b>micro-organismos que habitam o intestino</b> de uma pessoa.</p>
<p>Um dos grupos mais ativos é o da <b>Universidade de Nova York</b>, que trabalhou com a administração de <b>doses baixas de</b> <b>penicilina</b> em camundongos jovens. O medicamento alterou a <b>flora intestinal</b> e a <b>quantidade de tecido gorduroso</b> acumulado no corpo do animal.</p>
<p>Os estudiosos também demonstraram que os animais que apresentaram aumento de peso e da massa de gordura na vida adulta tiveram <b>mães que receberam o antibiótico</b> durante a <b>gravidez</b> e a <b>amamentação</b>.</p>
<p>E mais: ao tentar identificar se o tratamento com penicilina na fase <b>pré-natal</b> aumentaria o risco de obesidade em camundongos alimentados com dietas gordurosas, eles descobriram que os dois fatores exerceram efeitos seletivos e independentes na composição da flora intestinal e na porcentagem de gordura corpórea.</p>
<p>Este mesmo grupo publicou, no ano passado, um artigo mostrando que os <b>primeiros meses de vida</b> são cruciais para a formação do <b>microbioma intestinal</b> e das características metabólicas do indivíduo.</p>
<p>A fase final da pesquisa consistiu na transferência da flora intestinal dos camundongos tratados para os intestinos de camundongos criados em ambientes estéreis. Após três semanas, os animais criados livres de germes, <b>ganharam peso</b> e <b>gordura com mais facilidade</b>. Os resultados deixaram claro que as alterações metabólicas não são causadas diretamente pelo antibiótico, mas por modificações do microbioma intestinal.</p>
<p><b>Veja todos os detalhes da pesquisa aqui</b> &gt;&gt;<a href="http://goo.gl/vui3dc"> http://goo.gl/vui3dc</a></p>
<p>A identificação dos fatores que modificam a flora do aparelho digestivo pode esclarecer as <b>diferenças individuais</b> na vulnerabilidade às <b>dietas muito calóricas</b>.</p>
<p>Nos seres humanos, os estudos epidemiológicos sugerem que a <b>obesidade infantil</b> estaria ligada a intervenções associadas à composição do microbioma intestinal – como o tratamento com antibióticos nos primeiros anos de vida e o parto cesariano, que impede o contato com os microrganismos maternos presentes no canal de parto.</p>
<p>No entanto, não há evidências diretas de uma relação de causa e efeito entre a composição da flora intestinal e a obesidade do ser humano. E transferir para o homem dados obtidos em camundongos é um <b>desafio científico</b> considerável.</p>
<p>Embora o <b>tratamento com antibióticos na infância</b> possa guardar relação com a obesidade no futuro, a janela crítica e a duração dos efeitos certamente serão diferentes em camundongos e homens.</p>
<p>Uma questão a ser considerada é o impacto da descoberta dos antibióticos na redução da <b>mortalidade infantil</b>. No caso de uma infecção grave, por exemplo, uma mãe não poderia deixar de prescrevê-los por medo de que a criança se torne obesa mais tarde.</p>
<p>As causas da obesidade são bem complexas, e não é possível culpar apenas <b>fatores genéticos</b> e os <b>pecados da gula</b>. Vai muito além disso, e vai demandar muito estudo!</p>
<p>Fonte: <a href="http://drauziovarella.com.br/obesidade/obesidade-antibioticos-e-o-microbioma" target="_blank">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>Você conhece os benefícios do iogurte?</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jan 2015 12:51:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Que tal inserir o iogurte no seu dia a dia? Além de ser um alimento que pode ser consumido puro, ele também é utilizado no preparo de molhos para saladas, combinado com frutas e até mesmo misturado com carnes. E tem mais! O iogurte pode proporcionar diversos benefícios à saúde. Alguns deles você confere logo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Que tal inserir o <b>iogurte</b> no seu dia a dia? Além de ser um alimento que pode ser consumido puro, ele também é utilizado no preparo de molhos para saladas, combinado com frutas e até mesmo misturado com carnes. E tem mais! O iogurte pode proporcionar diversos <b>benefícios à saúde</b>. Alguns deles você confere logo abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;">- O iogurte é popular por ser uma fonte de <b>probióticos</b> &#8211; microorganismos que são benéficos ao organismo &#8211; ou seja, ele contém bactérias que garantem o <b>bom funcionamento do aparelho digestivo</b>. A sua inclusão nas refeições diárias pode impedir o aparecimento de problemas gastrointestinais, como constipação e doenças inflamatórias.</p>
<p style="text-align: justify;">- Por ser derivado do leite, ele é uma excelente <b>fonte de cálcio</b>, um mineral importante para a <b>saúde dos ossos</b>. Quanto antes a ingestão de cálcio for iniciada para prevenir a perda de massa óssea, melhor. Acredita-se que, por volta dos 40 anos e com a chegada da menopausa, começa a diminuição da massa óssea, sendo a mulher mais vulnerável à osteoporose por causa da mudança na produção de hormônio.</p>
<p style="text-align: justify;">- As<b> vitaminas do complexo B</b>, presentes no iogurte, ajudam a manter a<b> tonicidade muscular do aparelho gastrointestinal</b>. Elas também atuam no metabolismo de proteínas, lípideos e carboidratos, e têm importante papel na produção de energia para o organismo, na oxigenação das células e na produção de neurotransmissores.</p>
<p style="text-align: justify;">- O iogurte é fonte de <b>proteínas</b>, que constituem os hormônios que regulam o funcionamento dos mais diversos órgãos do corpo. E alguns tipos de proteínas ainda servem de anticorpos, <b>defendendo o organismo de agentes agressores</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">- Pesquisadores da Universidade do Tenessee (EUA) observarem que adultos com obesidade que comiam três porções de iogurte desnatado por dia, como parte de uma dieta de baixa caloria, perdiam 22% mais peso e 61% mais gordura corporal do que aqueles que simplesmente cortavam calorias. Segundo os autores do estudo, os resultados aumentam as evidências de que a ingestão de cálcio e proteínas, tanto de iogurte como de outros produtos lácteos, <b>pode ajudar a queimar gordura e promover a perda de de peso</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://www.saudedica.com.br/os-8-beneficios-do-iogurte-para-saude/" target="_blank"><i>Dicas de Saúde</i></a> e <i><a href="http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/15207-aproveite-oito-beneficios-do-iogurte-para-a-saude" target="_blank">Minha Vida</a></i></p>
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		<title>Os benefícios do brócolis para a saúde</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2015 12:22:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A quantidade de nutrientes que o brócolis fornece é um bom incentivo para incluir esse vegetal na dieta! Ele é uma excelente fonte de ácido fólico, antioxidantes, fibras, cálcio e vitaminas A e C. Vários estudos científicos já apontaram seus benefícios à saúde, como proteger o coração, melhorar o funcionamento do intestino e reforçar a [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/lig_0043_14d_serie_nutricao_01_brocolis.png"><img class="alignleft wp-image-2121" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/01/lig_0043_14d_serie_nutricao_01_brocolis.png" alt="lig_0043_14d_serie_nutricao_01_brocolis" width="400" height="300" /></a>A quantidade de nutrientes que o brócolis fornece é um bom incentivo para incluir esse vegetal na dieta! Ele é uma excelente <strong>fonte de ácido fólico</strong>, <strong>antioxidantes</strong>, <strong>fibras</strong>, <strong>cálcio</strong> e <strong>vitaminas A </strong>e<strong> C</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários estudos científicos já apontaram seus benefícios à saúde, como <strong>proteger o coração</strong>, <strong>melhorar o funcionamento do intestino</strong> e <strong>reforçar a imunidade</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo abaixo listamos algumas vantagens que o consumo deste alimento pode proporcionar:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Imunidade: </strong>esse vegetal é rico em ácido fólico, substância importante para garantir uma gravidez saudável, melhorar a imunidade do organismo, beneficiar o sistema nervoso e permitir o bom desenvolvimento das células sanguíneas, ou seja, evitar a anemia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Combate ao câncer:</strong> rico em antioxidantes que combatem os radicais livres das células, o brócolis pode ser um aliado no combate ao câncer. O sulforafano, presente no vegetal, é alvo de diversos estudos por ter grande eficácia na prevenção e no tratamento de tumores. Alguns resultados apontam que essa substância consegue destruir apenas as células cancerígenas, deixando intactas as demais células saudáveis do órgão afetado pela doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sem gastrite: </strong>o brócolis também é aliado do bom funcionamento do estômago e do intestino. De acordo com um estudo publicado na revista <em>Cancer Prevention Research</em>, o sulforafano do vegetal reduz o nível de infecção pela bactéria Helicobacter pylori, que infecta a mucosa do estômago e pode provocar úlcera, gastrite e até mesmo câncer de estômago.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cérebro saudável:</strong> o ácido fólico do brócolis pode ser um ótimo protetor para o cérebro. Especialistas do <em>US National Institute on Aging</em> analisaram 579 pessoas com mais de 60 anos de idade. Eles observaram que os adultos habituados a consumir, pelo menos, 400 microgramas de ácido fólico por dia tinham um risco 55% menor de desenvolverem Alzheimer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção e combate da artrite:</strong> a artrite é uma inflamação em uma ou mais articulações, causada pela quebra da cartilagem que as protegem. Pesquisadores da Inglaterra incentivam o consumo de brócolis para ajudar a prevenir e tratar esse problema, uma vez que o sulforafano pode diminuir essa destruição da cartilagem. Eles ainda pretendem realizar outros estudos para confirmar se essa substância pode penetrar nas articulações e reverter o desenvolvimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como consumir:</strong> para preservar ao máximo os nutrientes do brócolis, prefira prepará-lo cozido ou no vapor. Temperar com alho ou azeite fornece um sabor especial ao vegetal. Você também pode utilizá-lo no preparo de sopas, suflês ou arroz.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/14961-acrescente-brocolis-ao-prato-e-colha-sete-beneficios/8" target="_blank"><em>Minha Vida</em></a></p>
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		<title>Tire suas dúvidas sobre os remédios para emagrecer</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 13:12:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Recentemente o Senado aprovou um projeto de lei que libera a venda de inibidores de apetite. Essa decisão permite a comercialização de remédios para emagrecer produzidos com base nas substâncias: anfepramona, femproporex, mazindol e subtramina. E essa notícia fez as dúvidas sobre esses medicamentos triplicarem! De um lado alguns especialistas defendem que esses remédios podem [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente o Senado aprovou um projeto de lei que <b>libera a venda de inibidores de apetite</b>. Essa decisão permite a comercialização de remédios para emagrecer produzidos com base nas substâncias: <b>anfepramona</b>, <b>femproporex</b>, <b>mazindol</b> e <b>subtramina</b>. E essa notícia fez as dúvidas sobre esses medicamentos triplicarem!</p>
<p style="text-align: justify;">De um lado alguns especialistas defendem que esses remédios podem ser uma arma eficiente contra a <b>obesidade</b>. De outro, há um time que condena o uso indiscriminado e ressalta os malefícios que podem ser causados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo um relatório divulgado pelo <a href="https://www.unodc.org/lpo-brazil/pt/index.html?ref=menutop" target="_blank"><b>Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes</b></a>, os medicamentos para emagrecer devem ser usados, mas apenas para tratamentos médicos, e incentiva o Brasil a continuar adotando “todas as medidas necessárias para que os anorexígenos sejam utilizados unicamente para fins médicos, bem como para impedir que sejam utilizados de forma indevida e receitados indiscriminadamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo abaixo estão listados alguns esclarecimentos sobre os tais inibidores de apetite. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;">- Todos os tipos de <b>medicamentos para emagrecer</b> só devem ser administrados quando a adoção de hábitos alimentares saudáveis e a prática regular de atividades físicas não mostrarem resultado na perda de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">- Mesmo que os remédios sejam seguros &#8211; quando utilizados de maneira correta &#8211; eles podem causar uma série de <b>efeitos colaterais</b>, como insônia, agitação, aumento da pressão arterial e depressão. Cada tipo de medicação contra a obesidade apresenta efeitos colaterais específicos, que variam de acordo com o metabolismo de cada indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Por causar alterações no funcionamento do <b>sistema nervoso </b>e do <b>sistema cardiovascular</b>, certos inibidores de apetite não devem ser usados por pessoas com hipertensão arterial descompensada, arritmias cardíacas, diabetes do tipo 2, doenças psiquiátricas (depressão e transtornos do humor, impulsos compulsivos) e glaucoma.</p>
<p style="text-align: justify;">- De acordo com especialistas, quem emagrece com ajuda de medicamentos que agem no <b>sistema nervoso central</b> realmente recuperam todo a gordura perdida caso não se preocupem com a alimentação e com a prática de atividades físicas após o fim do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">- A melhor maneira de se proteger de um erro de <b>prescrição médica</b> é procurar apenas profissionais qualificados e indicados por outros médicos de confiança. Outra dica é sempre procurar ouvir uma segunda opinião.</p>
<p style="text-align: justify;">- Com o passar do tempo, especialmente com as <b>anfetaminas</b>, o organismo pode desenvolver tolerância, ou seja, necessitar do aumento da dose para que o efeito seja o mesmo. Muito provavelmente quem se torna um dependente químico de anfetaminas espera um jeito fácil de perder peso, sem o comprometimento com a reeducação alimentar e exercícios físicos, o que dificulta a sustentabilidade do peso perdido.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte (e saiba mais): <a href="http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=7&amp;cid=209506" target="_blank"><i>Midia News</i></a></p>
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		<title>A batalha do glúten</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2014 13:08:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Eliminar o glúten da dieta é uma recomendação que já contagiou o Brasil, os Estados Unidos e a Europa. Os números de um mercado em franca expansão confirmam a crescente popularidade desse movimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, a previsão é de que o consumo de produtos sem glúten salte de US$ 2,6 bilhões, em [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Eliminar o glúten da dieta</b> é uma recomendação que já contagiou o Brasil, os Estados Unidos e a Europa. Os números de um mercado em franca expansão confirmam a crescente popularidade desse movimento. Nos Estados Unidos, por exemplo, a previsão é de que o consumo de produtos sem glúten salte de US$ 2,6 bilhões, em 2010, para US$ 5 bilhões em 2015.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, não há estimativas exatas, mas proliferam pelo País restaurantes com opções glúten-free no menu, além de mercados que reservam prateleiras para os artigos sem a substância.</p>
<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/mi_385380794100804.jpg"><img class="size-full wp-image-1675 aligncenter" title="A batalha do glúten / IstoÉ" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/mi_385380794100804.jpg" alt="" width="640" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, <b>o que é glúten</b>? O glúten é uma proteína existente no interior dos grãos. Nas plantas ele cumpre a função de guardar nitrogênio e carbono para a germinação de sementes. Não possui calorias ou função importante para o organismo. Sua principal vantagem é ter se tornado imprescindível na panificação, acrescentando viscosidade e elasticidade às massas de pães.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixar de consumi-lo significa riscar do prato sua principal fonte, o trigo, e outros cereais em que também está presente, mas em menor quantidade, como a cevada, o centeio, o malte e a aveia. Em substituição, a orientação é usar outras fontes de carboidratos, como farinha de mandioca, arroz e tubérculos, como o inhame.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Efeitos colaterais</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os defensores da exclusão do glúten argumentam, em primeiro lugar, que <b>a troca elimina eventuais desconfortos abdominais</b> provocados pela substância. O glúten é uma proteína grande e de difícil digestão. Ele altera a bioquímica do intestino, pode levar à diarreia e constipação, e prejudica a absorção de nutrientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisas provam que o nível de inflamação do organismo &#8211; maior nos obesos e se eleva por reação ao glúten e à lactose &#8211; aumenta a predisposição à manifestação de problemas cardiovasculares e de doenças autoimunes, entre elas a diabetes tipo 1. Ou seja, <b>para muitos especialistas tirar o nutriente da dieta equivale a remover um fardo do metabolismo</b>, que passa a trabalhar mais rapidamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doença celíaca</b></p>
<p style="text-align: justify;">A ciência também concorda que o glúten não é uma substância completamente inofensiva. <b>Ele não pode ser consumido de forma alguma por portadores de doença celíaca</b>. Nesses indivíduos, a ingestão do composto ocasiona uma reação autoimune que, com o tempo, produz danos na mucosa do intestino delgado, causa má absorção de nutrientes e pode levar a uma grande variedade de sintomas, como diarreia, distensão abdominal e perda de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos argumentos que embalam a onda <b>glúten-free</b> é a afirmação de que há indivíduos que não teriam a doença celíaca ou alergia ao trigo (neste caso, o corpo produz anticorpos específicos contra o glúten), mas uma sensibilidade à proteína. <b>Sensibilidade ao glúten</b> é uma condição mais recentemente identificada que imita muito os sintomas da doença celíaca, mas é menos grave e não causa dano intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Serve para quem?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, porém, começam os problemas apontados pelos críticos dessa estratégia. “As únicas pessoas para quem a retirada do glúten é recomendada são os celíacos”, afirma a endocrinologista Cintia Cercato, do <b>Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia</b>. “E eles somam apenas 1% da população”, complementa.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também uma grande controvérsia no meio científico em relação à tal sensibilidade ao glúten. Recentemente, Peter Gibson, da Monash University, apresentou o resultado de algumas pesquisas, mostrando que a sensibilidade existe, mas não é tão comum e que, na verdade, o responsável pelos sintomas de desconforto não seria o glúten, mas um tipo específico de carboidrato conhecido como FODMAPs. Pessoas sem a doença celíaca, mas com desconforto abdominal, podem se beneficiar com a redução do consumo de alimentos com trigo, mas isso está sendo atribuído incorretamente ao glúten.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra ponderação contra a dieta é que ela priva o organismo de uma boa parte de carboidratos, fonte importante de energia. Sem ela, o corpo pode acabar recorrendo às fontes de gordura e de proteína para obter o combustível que necessita. E quebrar a proteína da gordura, por exemplo, para transformá-la em energia tem um custo alto para o organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">O <b>LIG Diagnósticos Especializados</b> disponibiliza um painel molecular que auxilia o médico no diagnóstico da doença celíaca (intolerância ao glúten). Para saber mais, clique <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank">aqui</a> e acesse o nosso site.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Embora a prática de excluir o glúten da dieta esteja sendo cada vez mais reforçada &#8211; tanto no Brasil como em outros lugares do mundo &#8211; recentemente o <strong>Ministério da Saúde</strong> decretou a fortificação das farinhas de trigo e milho com o objetivo de suprir certas deficiências nutricionais de ferro e ácido fólico. Dessa forma, para muitos casos, salvo a doença celíaca, a reeducação alimentar pode ser a opção mais assertiva. Lembrando que antes de aderir à dietas e excluir determinados alimentos/substâncias do cardápio é sempre importante procurar um médico. Para saber mais sobre essa decisão do Ministério da Saúde, clique <strong><a href="http://nutricao.saude.gov.br/fortificacao_alimentos.php" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/370163_A+BATALHA+DO+GLUTEN" target="_blank"><i>IstoÉ</i></a></p>
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		<title>Intolerância à lactose: vilã da saúde e do bem estar</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2014 16:55:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A dieta sem lactose virou febre entre famosas como Grazi Massafera e Letícia Spiller. É que, para alguns nutricionistas, depois dos 5 anos de idade a ingestão do leite pode ser substituída por outras fontes de cálcio e proteína, evitando os inchaços abdominais, tão temidos pelas mulheres. Mais do que uma medida que visa a estética, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/jarra-de-leite-57291.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1644" title="Intolerância à lactose: vilã da saúde e do bem estar / Foto: Getty Images" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/06/jarra-de-leite-57291.jpg" width="391" height="234" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A <b>dieta sem lactose</b> virou febre entre famosas como Grazi Massafera e Letícia Spiller. É que, para alguns nutricionistas, depois dos 5 anos de idade a ingestão do leite pode ser substituída por outras fontes de cálcio e proteína, evitando os inchaços abdominais, tão temidos pelas mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma medida que visa a estética, excluir o alimento da dieta pode ser uma medida forçada quando existe a <b>intolerância à lactose</b>, incapacidade parcial ou completa de digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada <b>lactase</b>, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os <b>sintomas</b> de intolerância costumam surgir minutos ou horas depois da ingestão de leite ou de seus derivados (queijos, manteiga, creme de leite, leite condensado, requeijão, etc), assim como de diversos outros alimentos que os contêm em sua receita, como sorvetes, cremes, risotos, mingaus, pudins, biscoitos e bolos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais característicos são <b>distensão abdominal</b>, <b>cólicas</b>, <b>diarreia, flatulência (excesso de gases)</b>, <b>náuseas</b>, <b>ardor anal</b> e <b>assaduras</b>, estes dois últimos provocados pela presença de fezes mais ácidas. Crianças pequenas e bebês portadores do distúrbio, em geral, perdem peso e crescem mais lentamente, porque o alimento passa mais rapidamente pelo intestino e é mal absorvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse problema é mais comum do que se imagina: afeta cerca de 40% dos brasileiros de acordo com dados da <b>Federação Brasileira de Gastroenterologia</b>, e ocorre na maioria dos povos. Os genes que levam à produção de lactase, que faz a digestão da lactose, geralmente são “desligados” à medida que se cresce. É um processo normal do amadurecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, certas mutações nesses genes podem causar deficiência de lactase mesmo em recém-nascidos, que se alimentam unicamente de leite, e o diagnóstico passa a ter caráter de urgência. Mutações podem também levar à permanência de intolerância à lactose em pessoas adultas e em famílias, que deverão aprender a conviver e a manejar essa condição, de modo a viver bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">Especialmente em casos de crianças pequenas, quanto mais precoce o diagnóstico, melhor. Atualmente, testes genéticos podem diminuir o sofrimento dos pacientes com um resultado mais rápido e preciso, além de estabelecer diagnóstico diferencial com outras causas de inflamação intestinal. Os exames de <b>biologia molecular</b> podem ser feitos mesmo com células da mucosa bucal. Assim, pode-se obter a amostra para a análise de maneira eficiente e pouco invasiva.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>A intolerância à lactose não é uma doença</b>. É uma carência do organismo que <b>pode ser controlada com dieta e medicamentos</b>. Para pacientes maiores, não lactentes, a proposta é suspender a ingestão de leite e derivados da dieta a fim de promover o alívio dos sintomas. Depois, esses alimentos devem ser reintroduzidos aos poucos até identificar a quantidade máxima que o organismo suporta sem manifestar sintomas adversos. Mas, hoje em dia há outros recursos que aliviam bastante o problema: há vários produtos com baixo teor de lactose, como leite, sorvete, iogurte, e outros, disponíveis em bons supermercados.</p>
<p style="text-align: justify;">A atriz Isis Valverde, por exemplo, precisou trocar o leite e seus derivados por versões com soja ou com teor reduzido de lactose. Passou também a ler detalhadamente os rótulos dos alimentos. Salsichas e outros embutidos (presunto, mortadela, etc), massas, várias margarinas e adoçantes em pó, por exemplo, contêm leite.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também <b>suplementos dietéticos</b> com lactase e probióticos que facilitam a digestão, que podem ser indicados pelo médico. Entretanto, esses suplementos precisam ser manipulados em farmácia ou importados, pois não são ainda fabricados em nosso país.</p>
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		<title>Cuidado com as dietas milagrosas!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Feb 2014 18:35:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Na semana passada diversos portais de notícia contaram a história de Karina Gonçalves que, por conta de uma dieta rigorosa, acabou perdendo o movimento das pernas. O problema foi provocado por uma desnutrição profunda e pela falta de vitamina B1 no organismo (beriberi hipovitaminose). Por oito meses Karine ficava durante toda a parte da manhã [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/02/170169106.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1375" title="Cuidado com as dietas milagrosas! / Foto: Getty Images" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/02/170169106.jpg" width="329" height="219" /></a>Na semana passada diversos portais de notícia contaram a história de Karina Gonçalves que, por conta de uma <strong>dieta rigorosa</strong>, acabou perdendo o movimento das pernas. O problema foi provocado por uma desnutrição profunda e pela falta de vitamina B1 no organismo (beriberi hipovitaminose).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Por oito meses Karine ficava durante toda a parte da manhã sem comer. Na hora do almoço ela tomava um shake e um chá, à tarde ingeria apenas água, e à noite mais <strong>shake</strong> e <strong>chá</strong>. Além de seguir essa dieta, ela também fazia uso de remédios para combater a gordura localizada, em cápsulas de óleo. Com isso, o resultado não poderia ser outro: desnutrição! <span id="more-1235"></span></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">A falta de vitamina, principalmente a <strong>vitamina B1</strong> &#8211; que provoca o estímulo nervoso favorecendo a contração muscular &#8211; e nutrientes presentes nos alimentos pode ter provocado a fraqueza nas pernas de Karine, já que o déficit de <strong>glicídios</strong> e <strong>proteínas</strong> diminui a força muscular e a energia para manter a integridade física do corpo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Karine já voltou a se alimentar de forma mais saudável e a expectativa é que volte a andar dentro de alguns dias. E ela garantiu: <strong>dieta radical nunca mais</strong>!</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">De acordo com os médicos, não é necessário lançar mão de dietas radicais para emagrecer. Com uma dieta equilibrada, sem pular refeições e mantendo uma <strong>alimentação saudável</strong>, é possível perder peso. A orientação é não ficar longos intervalos em jejum, comer pequenas porções a cada três horas, ingerir bastante água, evitar frituras, doces e, claro, <strong>praticar atividades físicas com frequência</strong>.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">A <strong>Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia</strong> elaborou uma lista de informações importantes sobre dietas milagrosas. Confira abaixo:</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">1. Não existe dieta milagrosa;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">2. Não se deve acreditar em e-mail ou qualquer tipo de anúncio sobre esse assunto;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">3. Não mudar e/ou consumir qualquer tipo de medicamento sem antes consultar um médico especialista &#8211; endocrinologista;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">4. O emagrecimento é um processo gradativo e se ocorrer de forma rápida pode ser prejudicial à saúde;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">5. Muitas vezes o peso perdido nessas dietas milagrosas não é de gordura, mas de músculos e água;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">6. Nem sempre uma dieta que funciona com uma pessoa será eficaz para outra;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">7. Essas dietas podem até trazer algum resultado, porém, pode ser desastroso assim que a dieta é abandonada, causando o famoso “efeito sanfona”;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">8. Para emagrecer não basta só ingerir menos calorias, é necessária a prática paralela de atividade física;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">9. As dietas feitas sem prescrição médica podem causar desgaste ao organismo;</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">10. Cada pessoa possui suas necessidades nutricionais específicas.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Fonte: <em><a href="http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/02/jovem-faz-dieta-liquida-por-oito-meses-e-perde-movimento-das-pernas.html" target="_blank">Jornal Hoje</a></em></p>
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