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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; exames</title>
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		<title>Dia 04 de abril &#8211; Dia do Parkinsoniano</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Apr 2015 13:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Celso Hora]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No dia 04 de abril, o Brasil todo volta sua atenção a uma doença que atinge vários brasileiros, o Mal de Parkinson. Trata-se de um distúrbio neurológico, crônico e progressivo, sem causa conhecida, que atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência da doença de Parkinson. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 04 de abril, o Brasil todo volta sua atenção a uma doença que atinge vários brasileiros, o <strong>Mal de Parkinson</strong>. Trata-se de um distúrbio neurológico, crônico e progressivo, sem causa conhecida, que atinge o sistema nervoso central e compromete os movimentos. Quanto maior a faixa etária, maior a incidência da doença de Parkinson.</p>
<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/IMG_3563_parkinson.jpg"><img class="  wp-image-2309 alignleft" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/04/IMG_3563_parkinson-300x225.jpg" alt="Dia 04 de Abril - Dia do Parkinsoniano" width="391" height="293" /></a></p>
<p>De acordo com as estatísticas, na grande maioria dos pacientes a doença de Parkinson surge a partir dos 55-60 anos, e sua prevalência aumenta a partir dos 70 anos. <strong>A principal causa é a</strong> <strong>morte das células do cérebro</strong>, em especial na área conhecida como substância negra, responsável pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos.</p>
<h3><strong>Sintomas</strong></h3>
<p>Os sintomas da doença de Parkinson variam de um paciente para o outro. Como surgem maneira lenta e insidiosa no início, o paciente muitas vezes tem dificuldade de precisar a época em que teve os primeiros sinais.</p>
<p>A lentificação dos movimentos e os tremores nas extremidades das mãos, muitas vezes notados apenas pelos amigos e familiares, costumam ser os primeiros sintomas da doença. A diminuição do tamanho das letras ao escrever é outra característica importante.</p>
<p>Outros sintomas podem estar associados ao início da doença: rigidez muscular; acinesia (redução da quantidade de movimentos), distúrbios da fala, dificuldade para engolir, depressão, dores, tontura e distúrbios do sono, respiratórios e urinários.</p>
<h3><strong>Tratamento</strong></h3>
<p>O tratamento pode ser medicamentoso, psicoterápico e até cirúrgico em alguns casos.</p>
<p>O <strong>tratamento medicamentoso é feito à base de drogas neuroprotetoras</strong> que visam a evitar a diminuição progressiva de dopamina, neurotransmissor responsável pela transmissão de sinais na cadeia de circuitos nervosos.</p>
<p>O tratamento psicoterápico ocorre em função da depressão, perda de memória e do aparecimento de demências e pode incluir a prescrição de medicamentos antidepressivos e de outros psicotrópicos.</p>
<h3><strong>Recomendações</strong></h3>
<p>• <strong>Procure um médico</strong> tão logo perceba um ligeiro tremor nas mãos ou tenha notado que sua letra diminuiu de tamanho (micrografia);</p>
<p>• <strong>Mantenha a atividade intelectual</strong>: leia, acompanhe o noticiário;</p>
<p>• Não atribua à idade o <strong>surgimento de sintomas como a perda da expressão facial</strong> e o piscar dos olhos menos frequentes;</p>
<p>• <strong>Pratique atividade física</strong>. Fazer exercícios físicos regularmente ajuda a preservar a qualidade dos movimentos.</p>
<h3><strong>Diagnóstico</strong></h3>
<p>Um grande avanço para quem tem Parkinson é a possibilidade de <strong>identificar a doença em sua fase inicial</strong>. Isso é essencial, porque <strong>os sintomas costumam aparecer sete anos depois de a doença se instalar</strong>. Com o diagnóstico antecipado, é possível começar a tratar mais cedo e, assim, retardar e minimizar a manifestação dos sintomas, melhorando a vida dos pacientes.</p>
<p>O <strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong> oferece pesquisa de mutações e sequenciamento para genes relacionados com mais frequência ao Parkinson, como: <a title="Exame para doença de Parkinson LRRK2" href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/lrrk2/" target="_blank">LRRK2</a>, <a title="Exame para doença de Parkinson Familiar" href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/lrrk2-pink1/" target="_blank">PINK1</a> e <a title="Exame para doença de Parkinson Juvenil Recessiva" href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/park2/" target="_blank">PARK2</a>. É importante lembrar que esses exames são realizados apenas com solicitação médica, feita após consulta e análise de cada caso.</p>
<p><strong>Confira todos os <a title="Exames para identificação do Mal de Parkinson" href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=parkinson&amp;ok=Buscar" target="_blank">exames relacionados ao Mal de Parkinson</a> em nosso site.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/envelhecimento/doenca-de-parkinson/">Dr. Dráuzio Varella</a></p>
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		<title>Saiba o que a falta da vitamina B12 pode causar no seu organismo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 13:00:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das hemácias. Com a falta da vitamina B12 no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma. A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso sistema nervoso. Com a deficiência da vitamina, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das <b>hemácias</b>. Com a falta da <b>vitamina B12</b> no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma.</p>
<p>A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso <b>sistema nervoso</b>. Com a deficiência da vitamina, a mielina que recobre os nervos sofre um desgaste que recebe o nome de <b>desmielinização</b>, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.</p>
<p>A falta de vitamina B12 é mais frequente em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. A prevalência é de <b>50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes</b>.</p>
<p><b>Anemia perniciosa</b></p>
<p>A principal fonte da vitamina está nos alimentos de <b>origem animal</b> &#8211; carnes, ovo e produtos lácteos (que contém leite) são extremamente ricos em vitamina B12. Para absorvê-la, o tubo digestivo depende de <b>fatores intrínsecos</b> presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.</p>
<p>E a causa mais frequente da deficiência é justamente a perda desse <b>fator intrínseco </b>associada a um tipo de gastrite (<b>gastrite atrófica</b>). A anemia resultante é chamada de <b>anemia perniciosa</b>, que tem sintomas como <b>palidez</b>, <b>fraqueza muscular</b> e, em casos mais graves, até <b>lesões cerebrais</b>. Pode haver ainda <b>inchaço</b>, <b>hiperpigmentação da pele</b> e <b>icterícia</b>.</p>
<p><b>Outras causas:</b></p>
<p>&#8211; Os idosos &#8211; de 10% a 30% deles &#8211; sofrem com <b>alterações no estômago</b> que diminuem a secreção de <b>ácido clorídrico</b>, fundamental para a absorção de B12.</p>
<p>&#8211; As <b>cirurgias bariátricas</b> também reduzem o número de células que secretam ácido clorídrico e o fator intrínseco.</p>
<p>&#8211; Uso crônico de <b>medicamentos</b> para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol e ranitidina, por exemplo).</p>
<p>&#8211; Alguns medicamentos utilizados para tratar a <b>diabetes</b> &#8211; como a metformina &#8211; e para controlar a produção de ácido estomacal &#8211; como omeprazol e ranitidina -podem interferir na absorção da vitamina.</p>
<p>&#8211; Quem é <b>vegetariano</b> precisa tomar suplementos para repor a vitamina no organismo, já que alimentos de origem animal não entram na dieta.</p>
<p>&#8211; <b>Doenças inflamatórias do intestino</b> e as que provocam má absorção são outras causas.</p>
<p><b>Diagnóstico e tratamento</b></p>
<p>É raro encontrar <b>níveis sanguíneos</b> de B12 muito baixos, mas os resultados considerados normais não excluem a possibilidade de deficiência. Os exames <b>falso-negativos</b> e <b>falso-positivos</b> são comuns.</p>
<p>Esse diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido <b>metilmalônico</b> e <b>homocisteína</b>, que se encontram <b>elevadas em 98% dos casos</b>. A <b>reposição</b> da vitamina provoca diminuição progressiva dessas concentrações, e a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.</p>
<p>A reposição provoca <b>regressão rápida</b> do quadro. A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por <b>períodos longos</b> ou <b>pela vida toda</b>.</p>
<p>Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://drauziovarella.com.br/drauzio/deficiencia-de-b12/">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>No Dia Mundial do Rim, beba um copo de água!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Vamos brindar o Dia Mundial do Rim, comemorado hoje (12/03), com um copo de água! O gesto simbólico serve para lembrar que os rins são órgãos vitais e que devem ser bem cuidados. O tema do evento anual, criado pela Sociedade Internacional de Nefrologia e pela Federação Internacional de Fundações do Rim, é “Saúde dos [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim.png"><img src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim-300x225.png" alt="diamundialdorim" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-2261" /></a>Vamos brindar o <strong>Dia Mundial do Rim</strong>, comemorado hoje (12/03), com um copo de água! O <strong>gesto simbólico</strong> serve para lembrar que os rins são <strong>órgãos vitais</strong> e que devem ser bem cuidados. O tema do evento anual, criado pela Sociedade Internacional de Nefrologia e pela Federação Internacional de Fundações do Rim, é <strong>“Saúde dos Rins para Todos”</strong>.</p>
<p>A escolha do tema de 2015 ressalta a alta incidência da <strong>Doença Renal Crônica (DRC)</strong>. Ela se apresenta em <strong>10% da população mundial</strong>. Por se tratar de uma <strong>doença silenciosa</strong>, leva a pessoa a perder até <strong>90% da função renal antes de sentir qualquer sinal</strong>. Por isso, manter o check-up laboratorial em dia é de extrema importância.</p>
<p>Lesões renais podem ser detectadas por meio de um <strong>exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue</strong>. Efetivamente tratadas, podem evitar ou retardar a progressão para DRC. Caso o problema seja diagnosticado, o paciente deve ser submetido a <strong>tratamento urgente e acompanhamento da doença</strong>.</p>
<p><strong>A mobilização no Estado</strong></p>
<p>No Brasil e no mundo, a mobilização acontece há 10 anos. Diversos eventos são organizados, e o <strong>Espírito Santo</strong> não fica de fora. Aqui a campanha será organizada pelo Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes – HUCAM. A equipe vai atuar hoje em três pontos da Capital, com <strong>distribuição de água mineral</strong>, <strong>material educativo</strong>, além de <strong>avaliação nutricional</strong> visando à prevenção. As ações acontecem de 07h30 às 11h30 e 13h às 17h, nos seguintes locais:</p>
<p><strong>- HUCAM (Av Marechal Campos, 1355, Santos Dumont)</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Praça do Pedágio &#8211; Enseada do Suá</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Rodoviária de Vitória</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, avaliação antropométrica e orientação nutricional para os usuários.</p>
<p>E você? Como vem tratando os seus rins?</p>
<p>Existem as chamadas <strong>&#8220;8 regras de ouro&#8221;</strong> para reduzir os riscos de desenvolvimento da doença. Chegou a hora de colocar em prática:</p>
<p>1- Mantenha-se em forma e ativo<br />
2- Mantenha o controle regular do seu nível de açúcar no sangue<br />
3- Monitore sua pressão arterial<br />
4- Faça alimentações saudáveis e mantenha seu peso sob controle<br />
5- Mantenha uma ingestão saudável de líquidos<br />
6- Não fume<br />
7- Não tome remédios sem a prescrição de um médico<br />
8- Verifique sua função renal se tiver um ou mais desses fatores de risco:<br />
&#8211; Diabetes<br />
&#8211; Hipertensão arterial<br />
&#8211; Obesidade<br />
&#8211; Um de seus parentes ou outros membros da família sofrem de doenças renais<br />
&#8211; Origem africana, hispânica, aborígene ou asiática</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<a title="SBN" href="http://www.sbn.org.br/dia-mundial-do-rim-2015" target="_blank">Sociedade Brasileira de Nefrologia</a></p>
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		<title>Hipocondria: causas, sintomas e tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 12:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você conhece alguém que é ou se diz hipocondríaco? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o medo de estar sofrendo de uma doença grave. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você conhece alguém que é ou se diz <b>hipocondríaco</b>? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o <b>medo de estar sofrendo de uma doença grave</b>. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; e chega a atrapalhar atividades cotidianas e o relacionamento com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses quadros, o hipocondríaco tende a ficar <b>ansioso com a doença</b>, mesmo que nenhuma evidência médica justifique a preocupação, e acredita que qualquer sintoma simples pode evidenciar um algo terrível. Por exemplo: uma dor de cabeça certamente significará um tumor cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">A <b>percepção alterada da realidade</b> leva esses pacientes a acharem que precisam, com urgência, de algum medicamento para sobreviver. Por isso, essas pessoas precisam passar por um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico nas situações mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é criar um forte vínculo de confiança com o paciente, provando que ele pode acreditar quando você diz que está tudo bem. Mas, nem todos os quadros acabam revertidos de forma tão simples. Muitos pacientes demandam tratamentos como a <b>psicoterapia</b> e a <b>terapia cognitivo-comportamental</b>, reconhecidas por serem eficazes em mais de 70% dos casos, além de antidepressivos (usados sob rigorosa orientação médica).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo por que algumas pessoas desenvolvem a <b>hipocondria</b>. Acredita-se que o tipo de personalidade, a experiência de vida e questões hereditárias estejam envolvidas no distúrbio.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Fatores de risco</b></p>
<p style="text-align: justify;">A hipocondria atinge igualmente homens e mulheres, e normalmente aparece no início da vida adulta, mas pode se desenvolver em qualquer idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas situações podem aumentar a chance de uma pessoa desenvolver hipocondria: histórico de uma doença séria na família, ter convivido com familiares ou conhecidos portadores de uma doença séria, morte de um familiar querido, ter um transtorno de ansiedade, acreditar que boa saúde significa estar livre de quaisquer sintomas, ter familiares próximos hipocondríacos e ter pais negligentes ou abusivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa hipocondríaca costuma apresentar os seguintes <b>comportamentos</b>:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ter um medo intenso ou ansiedade prolongados de ter uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Preocupação constante de que os menores sintomas e sensações físicas podem significar uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Procurar médicos repetidamente ou fazer exames complexos com frequência, como ressonâncias magnéticas ou ecocardiogramas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Trocar de médico constantemente, sempre buscando uma segunda opinião que indique uma situação grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Falar diversas vezes sobre seus sintomas ou das doenças que suspeita ter;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar frequentemente o corpo em busca de problemas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar com frequência os sinais vitais, como pulsação ou pressão arterial;</p>
<p style="text-align: justify;">- Pensar ter uma doença só de ler ou ouvir sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas com hipocondria também tendem a aumentar os sintomas quando realmente estão doentes. Mas, a principal característica está no <b>pensamento obsessivo</b> de que isso, de fato, se trata de uma doença muito grave e de que sua vida pode estar em risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ajuda médica</b></p>
<p style="text-align: justify;">Ter preocupação com a própria saúde é normal e importante para evitar futuras doenças. É normal também ficar ansioso quando se tem algum sintoma cuja causa o médico não consegue identificar claramente. Essa preocupação só se torna um problema quando <b>a ideia de estar com uma doença séria consome o indivíduo</b>, mesmo que ele já tenha feito exames apropriados e seu médico tenha assegurado que o problema é simples ou mesmo inexistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses casos, é aconselhável buscar a ajuda de um <b>psiquiatra</b> ou <b>psicólogo</b>. É comum que alguém da família &#8211; ou mesmo um profissional de saúde &#8211; dê esse conselho, caso perceba que a preocupação do paciente com a saúde é exagerada.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico da hipocondria, em geral, envolve primeiramente um exame físico, em que o médico irá verificar se o paciente realmente tem alguma condição física. Além disso, o profissional fará uma <b>avaliação psicológica</b>, conversando sobre os sentimentos e comportamentos do paciente. Testes de laboratórios podem ser feitos, para verificar a função da tireoide e também se há uso abusivo de álcool e drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os critérios de diagnóstico da hipocondria, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), são: preocupação por cerca de seis meses ou mais em ter uma doença séria, baseada em sintomas corporais; ansiedade com essa preocupação e dificuldades na vida social, trabalho e na rotina diária, por conta dessa preocupação ou sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para a hipocondria tem diversas abordagens. A primeira delas é a <b>psicoterapia</b>, e a metodologia mais usada é a <b>psicologia cognitiva-comportamental</b>. Essa abordagem permite o paciente reconhecer as causas de seu comportamento ansioso e ensina formas de parar com ele. Além disso, é importante que o paciente aprenda mais sobre a hipocondria, até para saber melhor como lidar. Essa educação sobre o quadro também é importante para a família do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em certos casos, sempre avaliados por profissionais, medicamentos também podem ajudar. Principalmente os <b>antidepressivos</b> da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina ou antidepressivos tricíclicos. Muitas vezes, tratar comorbidades, como ansiedade e depressão, também ajudam no quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hipocondria" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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		<title>Doença celíaca: como lidar com o problema?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 16:30:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Um estudo da Universidade Federal de São Paulo mostrou que 1 a cada 214 brasileiros não reagem bem ao consumo de certos tipos de alimentos, como pão, macarrão e biscoito. Eles têm a chamada doença celíaca &#8211; uma intolerância definitiva ao glúten, proteína presente no trigo, centeio e cevada. Para entender o que ocorre no [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo da Universidade Federal de São Paulo mostrou que 1 a cada 214 brasileiros não reagem bem ao consumo de certos tipos de alimentos, como <strong>pão</strong>, <strong>macarrão</strong> e <strong>biscoito</strong>. Eles têm a chamada <strong>doença celíaca</strong> &#8211; uma intolerância definitiva ao <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/saude-e-nutricao/batalha-gluten.html" target="_blank"><strong>glúten</strong></a>, proteína presente no trigo, centeio e cevada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender o que ocorre no organismo dessa parcela da população é importante saber como funciona o <strong>intestino delgado</strong>. As paredes desse órgão possuem vilosidades, como se fossem uma fileira de dedos de luva. Quando o alimento passa por ali esses relevos se encarregam de absorver os nutrientes. Caso o organismo seja <strong>intolerante ao glúten</strong>, as vilosidades do intestino diminuem de tamanho com a ingestão da proteína e o corpo não conseguirá absorver os nutrientes como antes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A criança que possui os sintomas clássicos da doença celíaca pode apresentar <strong>baixa estatura para a idade</strong>, <strong>reduzido ganho de peso</strong>, além de <strong>diarréias</strong>, <strong>barriga distendida</strong>, <strong>anemia</strong> e <strong>vômito</strong>. Em geral, o celíaco apresenta os primeiros sinais de intolerância ao glúten assim que começa a ingerir alimentos sólidos com a proteína &#8211; o que acontece entre 1 e 3 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os sintomas da doença não são exclusivos a ela, é necessário investigar mais a fundo para concluir o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso a criança apresente os sintomas é necessário levá-la ao pediatra, que avaliará o estado geral do paciente. É importante que ele levante a hipótese de doença celíaca e inicie uma investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong> disponibiliza um <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=doen%C3%A7a+celiaca&amp;ok=Buscar" target="_blank"><strong>painel molecular</strong></a> que auxilia o médico no diagnóstico da doença celíaca (intolerância ao glúten). Para saber mais, clique <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e acesse o nosso site.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que o teste seja eficaz na confirmação da doença, é necessário prestar atenção às orientações do médico. “Alguns pais, diante da possibilidade de o filho ser celíaco, cortam o glúten da dieta da criança antes de fazer os exames. Mas isso não deve ser feito: os resultados dos testes serão comprometidos”, explica Jocemara Gurmini, gastroenterologista pediátrica e nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR).  Um dos fatores que causam a doença é <strong>genético</strong>. Se os parentes diretos da criança (pai e mãe) são celíacos, é importante informar o pediatra já nas primeiras consultas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adaptações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso os exames confirmem o diagnóstico, a criança precisará <strong>seguir uma dieta livre de glúten</strong>. A lei federal 10.674, de 2003, obriga que a indústria alimentícia informe, no rótulo dos produtos, se eles “contêm glúten” ou “não contêm glúten”. Mas, atenção! Pães caseiros, por exemplo, exigem que você se certifique dos ingredientes antes que sejam usados. Há quem acredite que o glúten desaparece quando o alimento é assado. Isso não é verdade. Se há a proteína, não importa o processo de feitura do prato – ele não pode ser consumido pelos celíacos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante saber que os <strong>talheres</strong> podem estar contaminados. Se a família inteira usou a faca para passar manteiga no pão, algumas migalhas ficam grudadas na louça. Por isso, separe peças, como garfos e colheres, para o uso exclusivo da criança que tem a doença.</p>
<p style="text-align: justify;">E se a criança for a uma festa de aniversário sem os pais? Explique que determinados alimentos fazem mal a ela e não podem ser ingeridos. Contar a verdade faz com que ela compreenda a situação e entenda que precisa prestar atenção ao que come.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2014/05/doenca-celiaca-entenda-o-que-e-e-como-lidar-com-criancas-que-tem-o-problema.html" target="_blank"><em>Revista Crescer</em></a></p>
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		<title>Dia Mundial do Diabetes</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 19:20:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje, 14 de novembro, é o Dia Mundial do Diabetes. Esta data foi criada em 1991 pela IDF (International Diabetes Federation) em conjunto com a OMS (Organização Mundial da Saúde) como resposta às preocupações sobre os crescentes números de diagnósticos no mundo. Dentre os objetivos da campanha mundial estão: incentivar os governos a implementar e [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, 14 de novembro, é o <b>Dia Mundial do Diabetes</b>. Esta data foi criada em 1991 pela <a href="http://www.idf.org/" target="_blank"><b>IDF (International Diabetes Federation)</b></a><b> </b>em conjunto com a <a href="http://www.who.int/" target="_blank"><b>OMS (Organização Mundial da Saúde)</b></a> como resposta às preocupações sobre os crescentes números de diagnósticos no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os objetivos da campanha mundial estão: incentivar os governos a implementar e fortalecer políticas para a prevenção e controle do diabetes e suas complicações; disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e controle do diabetes; aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para incentivar o diagnóstico precoce; promover ações para reduzir os principais fatores de risco do diabetes tipo 2 e também para prevenir ou retardar as complicações do diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é diabetes?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Os alimentos sofrem digestão no intestino e se transformam em açúcar, a chamada <b>glicose</b> que é absorvida pelo sangue. Essa glicose no sangue é usada pelos tecidos como energia. A utilização da glicose depende da presença de <b>insulina</b>, uma substância produzida nas células do pâncreas. Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo ela se eleva no sangue, o que chamamos de <b>hiperglicemia </b>ou <b>diabetes</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Aproximadamente metade dos portadores de diabetes tipo 2 desconhecem sua condição, uma vez que a doença é pouco sintomática. Quando presentes, os sintomas mais comuns são: <b>urinar excessivamente</b> (inclusive acordar várias vezes à noite para urinar), <b>sede excessiva</b>, <b>aumento do apetite</b>, <b>perda de peso</b>, <b>cansaço</b>, <b>vista embaçada ou turvação visual</b> e <b>infecções frequentes</b>, sendo as mais comuns as infecções de pele.</p>
<p style="text-align: justify;">No <b>diabetes tipo 2</b> esses sintomas, quando presentes, se instalam de maneira gradativa e muitas vezes podem não ser percebidos pela pessoa. Ao contrário do <b>diabetes tipo 1</b>, em que os sintomas se instalam rapidamente, em especial, urinar diversas vezes, sede excessiva e emagrecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quaisquer que sejam os sintomas, um médico deve ser procurado imediatamente para a realização de exames que esclarecerão o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">A maneira mais prática de se fazer o diagnóstico é através da dosagem da glicose no sangue, que é chamada glicemia. Pode ou não ser em jejum, a critério médico.  Segundo a Associação Americana de Diabetes, o resultado é considerado normal quando a taxa de glicose é de até 99 mg/dL, na dosagem feita em jejum.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a taxa é de 100 a 125 mg/dL, a pessoa é dita portadora de glicemia de jejum inadequada. Recomenda-se então o teste oral de tolerância à glicose, e havendo dois exames com resultados acima de 125 mg/dL, diagnostica-se quadro de Diabetes mellitus. Fora do jejum, uma glicemia superior a 200 mg/dL, na presença de sintomas de diabetes, também é suficiente para o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tipos de diabetes de forte caráter hereditário, e o <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank"><strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong></a> disponibiliza <strong><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=diabetes&amp;ok=Buscar" target="_blank">vários testes genéticos</a></strong> para diagnóstico e aconselhamento familiar, sempre a pedido médico.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://www.diamundialdodiabetes.org.br/" target="_blank"><i>Dia Mundial do Diabetes</i></a> e <a href="http://www.diabetes.org.br/index.php" target="_blank"><i>Sociedade Brasileira de Diabetes</i></a></p>
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		<title>Novembro Azul: mês mundial de combate ao câncer de próstata</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2014 15:54:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O Outubro Rosa é dedicado à conscientização do câncer de mama. E, logo depois, vem o mês dedicado aos homens, o Novembro Azul &#8211; mês mundial de combate ao câncer de próstata. Sobre a campanha O câncer de próstata atinge grande parte da população masculina e, mesmo assim, ainda é um tema que enfrenta muitas [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/lig_0028_14a_imagem_facebook_novembro_azul.png"><img class="alignleft  wp-image-1975" title="novembro_azul" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/11/lig_0028_14a_imagem_facebook_novembro_azul.png" width="411" height="309" /></a>O Outubro Rosa é dedicado à conscientização do <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/sobre-o-lig/brca-o-gene-cancer-de-mama.html" target="_blank">câncer de mama</a>. E, logo depois, vem o mês dedicado aos homens, o <b>Novembro Azul</b> &#8211; mês mundial de <b>combate ao câncer de próstata</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sobre a campanha</b></p>
<p style="text-align: justify;">O câncer de próstata atinge grande parte da população masculina e, mesmo assim, ainda é um tema que enfrenta muitas barreiras. Quase 50% dos brasileiros nunca foram ao <b>urologista</b> e, em 2014, a projeção é de que 12 mil homens irão morrer em função da descoberta da doença já em estágio avançado.</p>
<p style="text-align: justify;">O público-alvo da campanha <b>Novembro Azul</b> são homens a partir dos 40 anos de idade e grupos que participam do processo de prevenção e cuidados, como familiares e parceiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quebrar o preconceito, o objetivo é informar a população por meio de ações, além de conscientizar sobre a importância da realização dos <b>exames periódicos</b> relacionados ao câncer de próstata, que é o segundo mais recorrente em brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pele.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O câncer de próstata</b></p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de câncer é o resultado de uma multiplicação desordenada das células da próstata e, quando há presença de câncer, a glândula endurece. Na fase inicial, o câncer de próstata <b>não tem sintomas</b>, sendo que em 95% dos casos eles só aparecem quando a doença está em um <b>estágio avançado</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Homens a partir dos 45 anos de idade (ou 40, se houver casos de câncer de próstata na família), devem<b> procurar um urologista anualmente para realizar os exames preventivos</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um desses exames é o <b>toque retal</b>, um exame rápido e que indica se a próstata apresenta algum tipo de alteração. Caso a alteração seja detectada, o médico pode solicitar outros exames a fim de confirmar o diagnóstico, como o <b>PSA (Antígeno Portático Específico)</b>, o <b>ultrassom transretal </b>e a <b>biópsia da glândula</b>, que consiste na retirada de fragmentos da próstata para análise.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja mais frequente em homens acima de 65 anos de idade, as chances de desenvolver a doença aumentam em até 50% se já houve algum caso de câncer de próstata na família, como pai ou irmão. Outros fatores, como o <b>estilo de vida</b>, <b>alimentação inadequada</b> à base de gordura animal e pobre em frutas, legumes, verduras e grãos também podem interferir no surgimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os especialistas, o toque retal é a forma mais segura de detectar anormalidades. Rápido e indolor,<b> o exame é parte fundamental para detectar o estágio da doença</b>, bem como para definir o tipo de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros exames, como a dosagem de PSA (antígeno prostático específico), a biópsia, o ultrassom transretal e a cintilografia óssea também são importantes exames para identificar o estágio do câncer. Sem tratamento adequado, o câncer de próstata pode se espalhar para outros órgãos do corpo (metástase).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Exame de toque retal:</b> é utilizado para diagnosticar qualquer anormalidade na próstata. De acordo com especialistas, o exame do toque retal deve ser realizado por homens acima de 50 anos. Dura aproximadamente 10 segundos, é simples e praticamente indolor, além de não afetar a masculinidade. É sempre recomendável e também fundamental para detectar o estágio da doença, bem como para definição do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>PSA (antígeno prostático específico): </b>é a dosagem de uma proteína por meio de exame de sangue. O valor limite do PSA aceitável é abaixo de 4 ng/ml, porém podem existir tumores com PSA abaixo deste valor. Quando o PSA estiver acima de 10 ng/ml há indicação formal para biópsia. Para valores entre 4-10 ng/ml, deve-se também levar em consideração a velocidade do PSA e a relação PSA livre/total.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ultrassom transrretal:</b> pode ser usado para orientar a biópsia da próstata. Também pode ser útil na determinação do volume prostático e para avaliar a extensão local da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Cintilografia óssea: </b>é fundamental na identificação do estágio do câncer da próstata, sendo altamente sensível, porém pouco específica. É indicada em todo paciente portador de câncer da próstata com PSA &gt; 20ng/ml e PSA entre 10-20 com graduação histológica de Gleason &gt; 7.</p>
<p style="text-align: justify;">O <b>LIG Diagnósticos Especializados</b> disponibiliza testes para identificação dos genes <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/cdkn1b-p27-kip1-p27kip1/" target="_blank"><b>CDKN1B</b></a> e <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/chek2/" target="_blank"><b>CHEK2</b></a>, relacionados a suscetibilidade a esse e outros tipos de câncer. Feitas mediante solicitação médica. Essas análises moleculares permitem a investigação da possibilidade de um câncer hereditário.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <i><a href="http://www.novembroazul.com.br/" target="_blank">Novembro Azul</a></i></p>
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		<title>Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 15:28:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O reumatismo é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete &#8211; geralmente &#8211; pessoas mais velhas. E hoje, Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo, vamos falar um pouco mais sobre o assunto. O que é? A palavra reumatismo serve para designar um conjunto de doenças das [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <b>reumatismo</b> é considerado uma doença das articulações, músculos, ligamentos e tendões, de caráter não traumático, que acomete &#8211; geralmente &#8211; pessoas mais velhas. E hoje, <b>Dia Nacional da Luta Contra o Reumatismo</b>, vamos falar um pouco mais sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra reumatismo serve para designar um <b>conjunto de doenças das articulações ósseas,</b> de origem não traumática, ou seja, não são oriundas de acidentes nem por <b>movimentos muito repetitivos</b>, que também causam trauma nas articulações. São cerca de 300 doenças diferentes enquadradas dentro deste grupo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a chegada da idade mais avançada a degeneração de partes do corpo fica mais intensa, por este motivo é tão comum encontrar<b> idosos</b> com um ou mais tipos de reumatismos. Mas também há jovens e mesmo crianças com algumas formas de reumatismo autoimune.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da variedade de tipos de reumatismo, os sintomas costumam ser bastante parecidos. O que muda são os locais acometidos, as funções atingidas e o tamanho da área afetada. Os principais sinais são: <b>dor</b>, <b>inchaço</b>, <b>calor local</b>, <b>rigidez</b> (geralmente pela manhã) e <b>fraqueza nos músculos</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Como o reumatismo engloba um conjunto grande de doenças, suas causas também são diversas. Os <b>degenerativos</b> costumam ocorrer devido ao desgaste de alguma estrutura do organismo. Pode ser algo natural, que ocorre com a idade, ou induzido precocemente, devido ao excesso de exercícios físicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <b>inflamatórios </b>geralmente possuem ligação com o sistema imunológico. Quando alguma falha ocorre neste sistema o corpo passa a interpretar partes de estruturas, como organismos estranhos, e ao combatê-las inchaços costumam aparecer no local.</p>
<p style="text-align: justify;">Os reumatismos <b>infecciosos</b> são geralmente causados por vírus ou bactérias. Distúrbios metabólicos também podem ter relação com o surgimento de alguma complicação. E, em certos casos, até mesmo a hereditariedade pode ser considerada fator de risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">A denominação reumatismo engloba diversas doenças diferentes. O diagnóstico é feito pelo médico, através de análise clínica cuidadosa e vários exames laboratoriais.</p>
<p style="text-align: justify;">Exames de sangue e exames de imagem, como <b>ultrassonografia</b>, <b>raio-x</b> e <b>ressonância magnética</b>, auxiliam o médico na hora de verificar as causas e os motivos do incômodo que o paciente vem sentindo. Com a chegada do diagnóstico é preciso dar início ao tratamento o quanto antes, auxiliando no combate à dor e até mesmo minimizando algumas causas do problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Prevenção</b></p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de reumatismo de <b>origem hereditária</b>, a pessoa provavelmente irá desenvolver alguma complicação em determinado período da vida. Havendo o diagnóstico correto, o <b>acompanhamento médico</b> pode minimizar as consequências da doença, com uso de remédios, fisioterapia e outros recursos. Nessas doenças, assim como em outras, o resultado da influência genética pode ser modulado pelo ambiente e escolhas do indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma <b>boa alimentação</b> é indicada para a prevenção não somente desta como de diversas outras doenças, já que um corpo saudável é um corpo mais protegido.</p>
<p style="text-align: justify;">Trabalho intenso, movimentos repetitivos ou esforços excessivos podem acabar levando uma pessoa a ter degeneração articular. Portanto, fique atento ao seu corpo e aos movimentos que executa.</p>
<p style="text-align: justify;">Estresse, ansiedade e depressão contribuem alterar nossa imunidade. Busque auxílio médico sempre que notar pioras nos sintomas. A <b>obesidade e o sedentarismo </b>enfraquecem músculos e ossos, prejudicando as articulações ósseas. Adquira o hábito de <b>praticar atividades físicas</b> e mantenha uma dieta equilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte (e saiba mais): <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/r/reumatismo/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a> e <a href="http://www.saudemedicina.com/reumatismo-sintomas-causas-e-dicas/" target="_blank"><i>Saúde Medicina</i></a></p>
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		<title>O que é anemia falciforme?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Oct 2014 16:34:05 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/lig_0035_14_imagem_facebook_doenca_falciforme2.png"><img class="alignleft  wp-image-1967" alt="lig_0035_14_imagem_facebook_doenca_falciforme2" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/10/lig_0035_14_imagem_facebook_doenca_falciforme2.png" width="384" height="287" /></a>Hoje, 27 de outubro, é o <b>Dia Nacional da Luta pelos Direitos das Pessoas com Doença Falciforme</b>. Mas, você sabe o que é isso? Essa é uma doença <b>genética</b> e <b>hereditária</b>, também conhecida como <b>anemia falciforme</b>, predominante em negros, mas que pode manifestar-se também em outras raças. Ela se caracteriza por uma <b>alteração nos glóbulos vermelhos</b>, que adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme), perdendo a forma arredondada e elástica.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa alteração na forma das <b>hemácias falciformes</b> se deve ao tipo de hemoglobina que contêm, a hemoglobina S, que se cristaliza na falta de oxigênio. Essa hemácias podem formar trombos em vasos pequenos e bloquear o fluxo de sangue, principalmente em condições de pouca oxigenação, porque não têm a maleabilidade da hemácia normal.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">A hemoglobina S da anemia falciforme é causada por uma <b>mutação genética</b>.  Para ser portador da doença, é preciso que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. Se for transmitido apenas por um dos pais, o filho terá o traço falciforme, ou seja: poderá passar para seus descendentes, mas não terá a doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">A anemia falciforme pode se manifestar de <b>formas diferentes</b> em cada indivíduo. Os sintomas geralmente aparecem na segunda metade do primeiro ano de vida da criança.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Crise de dor:</b> esse é o sintoma mais frequente da doença falciforme, causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice. A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, mas pode atingir qualquer parte do corpo. Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. Geralmente são associadas ao tempo mais frio, infecções, período pré-menstrual, problemas emocionais, gravidez ou desidratação.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Icterícia (cor amarela nos olhos e pele):</b> esse é o sinal mais frequente da doença. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina, fazendo com que o branco dos olhos e a pele fiquem amarelados.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Síndrome mão-pé: </b>nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço, dor e vermelhidão local.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Infecções: </b>os indivíduos com doença falciforme apresentam maior propensão a infecções e, principalmente as crianças, podem ter mais pneumonias e meningites. Por isso elas precisam receber vacinas especiais para prevenir estas complicações. Ao primeiro sinal de febre é recomendado procurar o hospital para que o acompanhamento da doença seja feito. Isso faz com que a infecção seja controlada com mais facilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Úlcera (ferida) de perna: </b>ocorre com mais frequência próximo aos tornozelos, a partir da adolescência. Caso não sejam bem cuidadas desde o início, as úlceras podem levar anos para a cicatrização completa. Para prevenir o seu aparecimento, os pacientes devem usar meias grossas e sapatos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sequestro do sangue no baço:</b> o baço é o órgão que retira da circulação células alteradas ou envelhecidas, destruindo-as. Em crianças com anemia falciforme, o baço pode aumentar rapidamente por sequestrar todo o sangue, podendo causar sérias consequências. É uma complicação da doença que envolve risco de vida e exige tratamento emergencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">A detecção da anemia falciforme é realizada através do exame <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/hbb-beta-globina/" target="_blank"><b>eletroforese de hemoglobina</b></a>. Além disso, o <b>teste do pezinho</b>, realizado gratuitamente antes do bebê receber alta da maternidade, proporciona a detecção precoce de hemoglobinopatias, como a anemia falciforme. Testes por <strong>biologia molecular</strong>, como <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/hbb-beta-globina/" target="_blank">sequenciamento genético do gene HBB</a>, detectam e demonstram com segurança a mutação genética da anemia falciforme. Portadores podem, portanto, prevenir-se em relação ao planejamento de filhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">Assim que descoberta a doença, o bebê deve ter <b>acompanhamento médico </b>adequado baseado em um programa de atenção integral. Nesse programa, os pacientes são <b>acompanhados por toda a vida por uma equipe de profissionais treinados</b> no tratamento da anemia falciforme. A equipe é formada por médicos, enfermeiras, assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, dentistas, etc. Além disso, as crianças devem ter seu crescimento e desenvolvimento acompanhados, como normalmente é feito com todas as outras crianças que não têm a doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/a/anemia-falciforme/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a> e <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anemia-falciforme" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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		<title>Dia Mundial do Coração: como prevenir as doenças cardiovasculares?</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2014 17:32:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/lig_dia_mundial_do_coracao_img_comp.png"><img class="alignleft  wp-image-1903" title="dia_mundial_do_coracao" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/lig_dia_mundial_do_coracao_img_comp.png" width="420" height="314" /></a>Hoje, 29 de setembro, é comemorado o<strong> Dia Mundial do Coração</strong>! Esta data tem o intuito de conscientizar a população a respeito dos <strong>problemas cardiovasculares</strong> que podem acontecer em qualquer idade e incentiva a modificação do estilo de vida, com a adoção de <strong>hábitos mais saudáveis de alimentação</strong>,<strong> exercícios</strong> e <strong>lazer</strong>.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">As <strong>doenças cardiovasculares (DCV)</strong> afetam anualmente no Brasil cerca de 17,1 milhões de vidas, sendo que foram registradas no País mais de 300 mil mortes por ano decorrentes dessas doenças, que podem se manisfestar principalmente como<strong> infartos</strong>, <strong>derrames</strong> e <strong>mortes súbitas</strong>.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Algumas doenças cardiovasculares, como a hipertensão, por exemplo, não tem &#8211; na maioria dos casos &#8211; um motivo único para o seu desenvolvimento. O conhecimento atual sobre as causas das DCV aponta para uma combinação de <strong>predisposição genética</strong>, <strong>idade</strong> e <strong>estilo de vida</strong> &#8211; alimentação e atividade física, por exemplo.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>No geral, estas doenças não tem cura, tem controle</strong>. E isso é possível a partir de alguns cuidados. É sempre válido mudar os hábitos e se cuidar com o objetivo de diminuir os riscos.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Eliminar os fatores de risco que desencadeiam as doenças é o melhor método para retardar os problemas ao máximo. Além da <strong>alimentação</strong> e <strong>exercícios físicos regulares</strong>, outros fatores também são importantes: <strong>evitar se alimentar em grandes quantidades</strong>, <strong>eliminar o tabagismo</strong>,<strong> reduzir e controlar o estresse</strong>, procurando uma condição de vida mais tranquila e mais feliz, por mais difícil que seja, são formas de minimizar os riscos cardiovasculares.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>Fatores de risco modificáveis:</strong> tabagismo, colesterol alterado, hipertensão arterial, inatividade física ou sedentarismo, sobrepeso ou obesidade, elevada circunferência abdominal, presença de diabetes e alimentação inadequada. <strong>Fatores de risco não modificáveis:</strong> hereditariedade, idade e gênero (masculino ou feminino).</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Dos 11 fatores de risco citados acima apenas 3 não são possíveis de serem controlados. Por isso, é importante frisar: controlar as doenças cardiovasculares é fácil! Basta adotar hábitos de vida saudáveis e visitar o <strong><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/viva-melhor/dia-cardiologista-entenda-importancia-deste-profissional.html" target="_blank">cardiologista</a></strong> com frequência &#8211; para realizar exames e acompanhar se tudo está bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <em><a href="http://prevencao.cardiol.br/campanhas/dmc.asp" target="_blank">Sociedade Brasileira de Cardiologia</a></em> e <em><a href="http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/dia-mundial-do-coracao-faca-escolhas-saudaveis-e-previna-doencas,826f34291fe0a310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html" target="_blank">Terra Saúde</a></em></p>
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