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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; rins</title>
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		<title>No Dia Mundial do Rim, beba um copo de água!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim.png"><img src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim-300x225.png" alt="diamundialdorim" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-2261" /></a>Vamos brindar o <strong>Dia Mundial do Rim</strong>, comemorado hoje (12/03), com um copo de água! O <strong>gesto simbólico</strong> serve para lembrar que os rins são <strong>órgãos vitais</strong> e que devem ser bem cuidados. O tema do evento anual, criado pela Sociedade Internacional de Nefrologia e pela Federação Internacional de Fundações do Rim, é <strong>“Saúde dos Rins para Todos”</strong>.</p>
<p>A escolha do tema de 2015 ressalta a alta incidência da <strong>Doença Renal Crônica (DRC)</strong>. Ela se apresenta em <strong>10% da população mundial</strong>. Por se tratar de uma <strong>doença silenciosa</strong>, leva a pessoa a perder até <strong>90% da função renal antes de sentir qualquer sinal</strong>. Por isso, manter o check-up laboratorial em dia é de extrema importância.</p>
<p>Lesões renais podem ser detectadas por meio de um <strong>exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue</strong>. Efetivamente tratadas, podem evitar ou retardar a progressão para DRC. Caso o problema seja diagnosticado, o paciente deve ser submetido a <strong>tratamento urgente e acompanhamento da doença</strong>.</p>
<p><strong>A mobilização no Estado</strong></p>
<p>No Brasil e no mundo, a mobilização acontece há 10 anos. Diversos eventos são organizados, e o <strong>Espírito Santo</strong> não fica de fora. Aqui a campanha será organizada pelo Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes – HUCAM. A equipe vai atuar hoje em três pontos da Capital, com <strong>distribuição de água mineral</strong>, <strong>material educativo</strong>, além de <strong>avaliação nutricional</strong> visando à prevenção. As ações acontecem de 07h30 às 11h30 e 13h às 17h, nos seguintes locais:</p>
<p><strong>- HUCAM (Av Marechal Campos, 1355, Santos Dumont)</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Praça do Pedágio &#8211; Enseada do Suá</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Rodoviária de Vitória</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, avaliação antropométrica e orientação nutricional para os usuários.</p>
<p>E você? Como vem tratando os seus rins?</p>
<p>Existem as chamadas <strong>&#8220;8 regras de ouro&#8221;</strong> para reduzir os riscos de desenvolvimento da doença. Chegou a hora de colocar em prática:</p>
<p>1- Mantenha-se em forma e ativo<br />
2- Mantenha o controle regular do seu nível de açúcar no sangue<br />
3- Monitore sua pressão arterial<br />
4- Faça alimentações saudáveis e mantenha seu peso sob controle<br />
5- Mantenha uma ingestão saudável de líquidos<br />
6- Não fume<br />
7- Não tome remédios sem a prescrição de um médico<br />
8- Verifique sua função renal se tiver um ou mais desses fatores de risco:<br />
&#8211; Diabetes<br />
&#8211; Hipertensão arterial<br />
&#8211; Obesidade<br />
&#8211; Um de seus parentes ou outros membros da família sofrem de doenças renais<br />
&#8211; Origem africana, hispânica, aborígene ou asiática</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<a title="SBN" href="http://www.sbn.org.br/dia-mundial-do-rim-2015" target="_blank">Sociedade Brasileira de Nefrologia</a></p>
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		<title>Cálculos renais: causas, sintomas e tratamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 15:56:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Cálculos renais &#8211; ou pedras nos rins &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, sem sintomas, ou provocar dores muito fortes, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Cálculos renais</strong> &#8211; ou <strong>pedras nos rins</strong> &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, <strong>sem sintomas</strong>, ou provocar <strong>dores muito fortes</strong>, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; um pico de dor intensa seguida de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos, e requerem atendimento médico-hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as causas do cálculo renal, podemos destacar: volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais; grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato; distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireoide; alterações anatômicas ou obstrução das vias urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sintomas são: sangue na urina; suspensão ou diminuição do fluxo urinário; necessidade mais frequente de urinar e infecções urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além das evidências clínicas &#8211; dor intensa e sinais de sangue na urina &#8211; cálculos renais podem ser diagnosticados por <strong>raios x de abdômen</strong>, <strong>ultrassom</strong> ou pela <strong>urografia excretora </strong>(exame mais específico das vias urinárias).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Medicamentos podem ser indicados somente pelo médico</strong>, levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e anti-inflamatórios com o objetivo de aliviar a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Litotripsia</strong>, ou seja, bombeamento das pedras por ondas de choque que visam a fragmentação do cálculo &#8211; o que torna a sua eliminação pela urina mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Cirurgia percutânea ou endoscópica</strong>: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Ureteroscopia</strong>: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/p/pedra-nos-rins-calculo-renal/" target="_blank"><em>Dr. Drauzio</em></a></p>
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		<title>Conheça o trabalho da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 20:00:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/lig_0024_14c_doacao_de_orgaos.png"><img class="alignleft  wp-image-1896" alt="lig_0024_14c_doacao_de_orgaos" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/lig_0024_14c_doacao_de_orgaos.png" width="353" height="265" /></a>Quem assiste a uma reportagem sobre transplante de órgãos com certeza não imagina o trabalho logístico, legal e emocional envolvido em todo o processo. O verbo <b>doar</b> é utilizado com muita propriedade em diversas campanhas na área de saúde e é justamente esse o trabalho da <b>Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT)</b>: sensibilizar a população sobre a importância da doação.</p>
<p style="text-align: justify;">A <b>CIHDOTT</b> é composta por uma equipe multidisciplinar formada por <b>médicos</b>, <b>enfermeiros</b>, <b>psicólogos</b>, <b>assistentes sociais</b> e é obrigatória em <b>hospitais públicos</b>, <b>privados</b> e <b>filantrópicos</b> com mais de 80 leitos. “O trabalho do CIHDOTT é dar apoio emocional e acompanhamento psicológico para que a família sinta segurança e entenda que a nossa missão é salvar uma vida, e não tirar a vida de quem ela ama”, explica a enfermeira Rosemary Gomes Sabadini.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>“Seja a parte fundamental na vida de alguém”</b>. Esse é o slogan da Comissão implantada no Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves (HEJSN) &#8211; uma tentativa de desmitificar crenças sobre doação e também construir um legado de cuidado e amor ao próximo.</p>
<p style="text-align: justify;">“A Associação Evangélica Beneficente Espírito Santense, a AEBS, trabalha muito com o lado humano dos pacientes e é esse trabalho que nós buscamos implantar na CIHDOTT. Tentamos esclarecer todas as dúvidas da família acerca da questão do transplante, mas se mesmo assim os familiares do possível doador não expressarem o desejo de doar os órgãos, respeitamos a decisão”, ressalta Rosemary.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Entenda melhor todo o processo</b></p>
<p style="text-align: justify;">O passo a passo para a doação de órgãos acontece em dois níveis: <b>córneas</b> e<b> múltiplos órgãos</b>. Na doação de córneas é preciso que o óbito tenha acontecido, pois é necessário que o coração já tenha cessado as suas atividades. Outro fator importante para que esse tipo de doação aconteça é que seja observado um tempo limite de seis horas contadas a partir da morte do paciente. Outros critérios também são estabelecidos, como a <b>faixa etária</b>, que deve ser entre 02 e 75 anos e <b>não apresentar infecções e/ou doenças do tipo transmissíveis</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">A diferença entre transplante de córnea e de múltiplos órgãos é que para o primeiro caso, o <b>coração tem que estar parado</b>. Já na segunda ocasião <b>é preciso comprovar a morte encefálica</b>, entretanto, por meio de aparelhos, a equipe precisa manter o coração em atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa <b>comprovação de morte encefálica</b> obedece a um rigoroso protocolo para constatar se o paciente responde a estímulos neurológicos &#8211; procedimento que se dá com a realização de dois exames, com um intervalo de seis horas entre eles, de acordo com as normas do <b>Conselho Regional de Medicina</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses exames só podem ser realizados em uma <b>Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)</b>, com o paciente entubado, conectado a um respirador e recebendo medicamento. A confirmação de morte encefálica serve para comprovar que o paciente está realmente morto. Apenas a partir dessa confirmação é que serão avaliados os demais critérios para uma possível doação (<b>faixa etária adequada</b>, <b>saúde</b> e <b>autorização da família</b>).</p>
<p style="text-align: justify;">Após a entrevista com a equipe do hospital, e se a família autorizar o transplante, é feita a <b>verificação de compatibilidade</b> com a fila de espera. Somente após essa etapa ocorre a liberação definitiva para a doação.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí entra em cena a <b>equipe de captação de órgãos</b>. “Após a autorização da família e a captação, é tudo muito criterioso com o objetivo de não deixar margens para dúvidas. Temos sempre o cuidado de deixar claro para os familiares quais órgãos foram captados”, esclarece Louise Machado Lima, assistente social do HEJSN.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doação entre vivos</b></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a lei, a doação em vida só é permitida entre <b>pacientes até segundo grau</b>. Fora isso, é preciso entrar na justiça para solicitar esse tipo de transplante. A medida serve para<b> evitar o comércio e tráfico de órgãos</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">A doação em vida é aplicada apenas para órgãos duplos, como os  rins. No caso do pulmão e do fígado, é extraída apenas uma parte do órgão. A <b>medula óssea</b> também pode ser doada em vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Funções da CIHDOTT</b></p>
<p style="text-align: justify;">- Detectar possíveis doadores de órgãos e tecidos no hospital;</p>
<p style="text-align: justify;">- Viabilizar diagnóstico de morte encefálica, conforme resolução do Conselho Federal de Medicina;</p>
<p style="text-align: justify;">- Criar rotinas para oferecer aos familiares de pacientes falecidos no hospital a possibilidade de doação de córnea e outros tecidos;</p>
<p style="text-align: justify;">- Articular-se com a Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO) para organizar o processo de doação e captação de órgãos e tecidos;</p>
<p style="text-align: justify;">- Responsabilizar-se pela educação continuada dos funcionários da instituição sobre os aspecto das doações e transplantes de órgãos e tecidos;</p>
<p style="text-align: justify;">- Articular-se com todas as unidades de diagnósticos necessárias para atender os casos de possíveis doações;</p>
<p style="text-align: justify;">- Capacitar, em conjunto com a CNCDO e o Sistema Nacional de Transplantes, os funcionários do estabelecimento hospitalar para a adequada entrevista familiar de solicitação e doação de órgãos e tecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.saude.es.gov.br/default.asp" target="_blank"><i>Secretaria de Saúde &#8211; Governo do Estado do Espírito Santo</i></a></p>
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		<title>Dia dos Pais: uma história de amor entre pai e filho</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 19:38:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Pais e mães costumam fazer tudo que estiver ao seu alcance para ver um filho bem e com saúde, não é mesmo? E hoje vamos contar uma história que confirma isso. Alexsander do Espírito Santo Marques, 15 anos, nasceu com um problema na válvula da uretra posterior e, com o passar dos anos, os rins [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais.png"><img class="alignleft  wp-image-1791" alt="lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais.png" width="392" height="294" /></a>Pais e mães costumam fazer tudo que estiver ao seu alcance para ver um filho bem e com saúde, não é mesmo? E hoje vamos contar uma história que confirma isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Alexsander do Espírito Santo Marques</b>, 15 anos, nasceu com um problema na válvula da uretra posterior e, com o passar dos anos, os rins foram perdendo sua função &#8211; que é de filtrar as impurezas do sangue. Diante desta situação, Alexsander precisou fazer <b>hemodiálise</b> (procedimento em que uma máquina bombeia e filtra o sangue).</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem fez sessões de hemodiálise (com duração de quatro horas) três vezes por semana durante oito meses. E nesse período seu pai, o marinheiro <b>Alexsandro de Souza Marques</b>, 38 anos, passou por alguns exames para saber se poderia doar um de seus rins para o filho. &#8220;Era muito difícil ver meu filho no auge da adolescência sem ânimo para sair de casa por causa do tratamento. Assim que ele iniciou a hemodiálise, disse ao médico que estava à disposição para doar um dos meus rins&#8221;, disse Alexsandro.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado dos exames genéticos (<b>Tipagem HLA</b>) mostrou que o rim do pai era 50% compatível com o do filho. Outro importante teste de compatibilidade, a <b>Prova Cruzada </b>entre pai e filho foi negativa, ou seja: o sistema imunológico do filho não apresentou anticorpos contra as células do pai. Com esses resultados favoráveis, o <b>transplante</b> foi realizado no último dia 19 de maio. &#8220;Quando o médico falou que o meu órgão era compatível fiquei muito feliz. Doei a minha vida a ele para tirá-lo da rotina de hemodiálise três vezes por semana, durante quatro horas por dia. O sofrimento era grande&#8221;, destacou o marinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Alexsander, deixar de fazer a hemodiálise possibilitou que ele tivesse uma vida normal e voltasse a fazer coisas com o pai, como andar de skate. O jovem terá que tomar remédios para que não haja rejeição do órgão e terá &#8211; sempre &#8211; um acompanhamento médico. &#8220;O meu Dia dos Pais será muito mais feliz. Devolvi o sorriso ao meu filho&#8221;, finalizou Alexsandro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Compatibilidade</b></p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas destacam que pai e filho serem compatíveis nos casos de transplante não acontece sempre. Geralmente há 50% de compatibilidade genética, mas é fundamental a compatibilidade expressa pela prova cruzada negativa, e a análise do perfil imunológico do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir essa compatibilidade entre doador e receptor são realizados uma série de exames, custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecidos pelo <b>LIG Diagnósticos Especializados</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficamos felizes em contar essa história de final feliz de Alexsandro e Alexsander, <b>que realizaram seus exames no LIG</b>, passaram pelo processo de transplante e agora terão um feliz Dia dos Pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre o <b>LIG Diagnósticos Especializados</b> e os exames oferecidos, clique <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank"><b>aqui</b></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <i><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.redetribuna.com.br/jornal" target="_blank">Jornal A Tribuna</a></span></i></p>
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		<title>Transplante de órgãos: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2014 17:40:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Provavelmente, em algum momento, você já ouviu a lenda urbana sobre o rapaz na banheira de gelo. Ela diz que, certa noite, um jovem é convidado para uma festa e, após tomar algumas bebidas oferecidas por uma bela desconhecida, ele apaga e acorda no dia seguinte, nu e deitado em uma banheira cheia de gelo. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/186481324.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1516" title="Transplante de órgãos: mitos e verdades / Foto: Getty Images" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/186481324.jpg" width="329" height="219" /></a>Provavelmente, em algum momento, você já ouviu <a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/lendas-urbanas-444520.shtml" target="_blank"><b>a lenda urbana sobre o rapaz na banheira de gelo</b></a>. Ela diz que, certa noite, um jovem é convidado para uma festa e, após tomar algumas bebidas oferecidas por uma bela desconhecida, ele apaga e acorda no dia seguinte, nu e deitado em uma banheira cheia de gelo. Ao ligar para a emergência, constata-se que seus rins haviam sido retirados. A história conta que esses órgãos são retirados por uma quadrilha especializada e que os mesmos são vendidos a preços bem altos para a realização de transplantes. Afinal de contas, os rins são mesmo transplantados? Como sobreviver a horas em uma banheira de gelo?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não entende muito bem do assunto acaba acreditando na história. Porém, a retirada e o <b>transplante de órgãos</b> envolvem cuidados e detalhes muito mais complexos. E é sobre isso que vamos falar hoje!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é transplante?</b></p>
<p style="text-align: justify;">É um tratamento que geralmente consiste na<b> substituição de um órgão ou de um tecido doente de uma pessoa</b> (chamada de receptor), por outro sadio, de um doador vivo ou falecido. Tem como objetivo prolongar e melhorar a qualidade de vida do paciente, e não é feito por um médico apenas, isso é impossível. O transplante necessita de uma grande equipe de especialistas médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas e outros. Requer também hospitais credenciados com CTI e salas esterilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Quem pode doar órgãos ou tecidos?</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doador falecido</b> – Indivíduo que já faleceu, que apresenta morte cerebral comprovada clinicamente e com exames, mas cujo corpo está mantido por aparelhos num estado que permite atrasar a deterioração dos órgãos e tecidos. Esses órgãos e/ou tecidos passam por diversos exames para constatar seu grau de preservação, e podem ser utilizados para transplantes, após assinatura do termo de consentimento por sua família.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doador vivo</b> – Geralmente um familiar próximo, previsto em portaria do Ministério da Saúde. Pode ser também um cônjuge, ou outra pessoa próxima com autorização judicial.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha envolve o médico, o paciente, o doador e a família – e depende do caso em questão. Contudo, nem sempre é possível encontrar um doador vivo e nem todos os órgãos do corpo podem ser retirados.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que se leva em conta na escolha do melhor doador para um paciente?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A compatibilidade entre eles envolve muitas coisas, como grupo sanguíneo, peso e idade. Não se coloca, por exemplo, um coração grande numa criança pequena. E pacientes de grupo sanguíneo O só podem receber um rim ou coração do tipo O. É muito importante<b> a verificação do grau de compatibilidade de genes e moléculas (antígenos) chamadas HLA. </b>Essas moléculas, responsáveis pelo reconhecimento de agentes infecciosos como vírus e bactérias, são também capazes de iniciar a resposta imune contra o órgão ou o tecido recebido. Quanto maior a compatibilidade entre os antígenos do doador e os do receptor, menor a chance de reação contrária, e mais altas são as chances do transplante ser bem sucedido e duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Quais os cuidados que um transplantado deve ter?</b></p>
<p style="text-align: justify;">O transplantado &#8211; aquele que recebe o órgão ou tecido – fará controle periódico com seu médico, que orientará o uso contínuo de medicamentos. As visitas para controle serão espaçadas ao longo do tempo, à medida que se constate a adaptação do organismo ao novo órgão. Esse controle médico permite avaliar o estado de saúde do transplantado, individualizar a dose de seus remédios e manter vigilância quanto ao <b>risco de rejeição</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é rejeição?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A rejeição pode ocorrer quando o sistema imunológico do receptor, responsável por combater as ameaças externas (bactérias, vírus, células cancerosas, por exemplo), reconhece o novo tecido ou órgão como estranho e passa a combatê-lo também. <b>Essa reação do organismo, se não for detectada e tratada corretamente a tempo, pode levar à perda do órgão transplantado. Por isso tudo a vista periódica ao médico é tão importante.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Curiosidades</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>No Brasil, o transplante de um órgão de uma pessoa já falecida só é realizado caso sua família autorize o procedimento</b>, mesmo que o indivíduo tenha manifestado em vida o desejo de doar os seus órgãos após a morte. Por isso, é importante que a pessoa discuta a questão com os familiares, para que o tempo decorrido entre a retirada do órgão e o transplante seja o menor possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Coração e pulmão podem ser preservados fora do corpo no durante quatro a seis horas no máximo, se as condições forem adequadas. O fígado, de 12 a 24 horas, e os rins até 48 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Como é feito o transporte de órgãos?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Se um órgão de um doador falecido é retirado fora do local onde será implantado em outra pessoa, ele deve ser retirado do doador em CTI de um hospital habilitado. Os profissionais de saúde que acondicionam os órgãos em recipientes apropriados devem possuir <b>treinamento especializado,</b> e os envolvidos no deslocamento devem estar bem orientados quanto aos cuidados necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o profissional de saúde designado pela equipe técnica de transplantes acompanhar o transporte, o mesmo poderá ser realizado em veículo não oficial. Se esse profissional não estiver junto, o transporte só poderá ocorrer em veículo oficial ou terceirizado. Neste último caso, é necessário que exista um plano de transporte com a definição das responsabilidades e que a empresa transportadora seja legalmente constituída.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>É proibido transportar órgãos com outro tipo de carga, que ofereça riscos de contaminação</b>. Além disso, todos os registros devem ser de caráter confidencial, respeitando o sigilo da identidade do doador e do receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o transporte do órgão é feito por <b>avião</b>, outros cuidados e curiosidades fazem parte do processo:</p>
<p style="text-align: justify;">- Os órgãos para transplante fazem parte de uma lista restrita de itens que não devem passar pelo detector de metais (uma preocupação para garantir as características naturais deles);</p>
<p style="text-align: justify;">- A aeronave que transporta o órgão possui prioridade no momento da decolagem;</p>
<p style="text-align: justify;">- O recipiente com o órgão deve ser acomodado na cabine, aos cuidados do comandante do voo;</p>
<p style="text-align: justify;">- O desembarque do(s) órgão(s) transportado(s) deve ser feito antes de qualquer passageiro;</p>
<p style="text-align: justify;">Viu como o transplante de órgãos envolve etapas e processos complexos e que a história da mulher em uma banheira de gelo realmente não passa de uma<b> lenda urbana</b>?</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte &#8211; e saiba mais: <a href="http://saude.ig.com.br/transplantes/" target="_blank"><i>IG Saúde</i></a>, <a href="http://www.einstein.br/hospital/transplantes/transplanteorgaos/Paginas/transplante-de-orgaos.aspx" target="_blank"><i>Hospital Albert Einstein</i></a>, <a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/lendas-urbanas-444520.shtml" target="_blank"><i>Super Interessante</i></a>, <em><a href="http://www.abto.org.br/abtov03/Upload/file/entendadoacao.pdf" target="_blank">ABTO</a></em> e <a href="http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/3969/geral/transplantes-anvisa-publica-normas-para-transporte-de-orgaos" target="_blank"><i>isaude.net</i></a></p>
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		<title>Dia Mundial do Rim: prevenção e diagnóstico</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2014 16:39:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Pouco lembrado pelas campanhas de prevenção, os rins, órgãos vitais para o bom funcionamento do corpo humano, merecem atenção não apenas hoje &#8211; Dia Mundial do Rim &#8211; mas durante o ano todo. E para reforçar esse alerta nós reunimos aqui algumas informações sobre o assunto. Várias causas têm determinado o aumento de problemas renais, [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/03/imag_comp_saude_rimOK.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-1286" title="Dia Mundial do Rim: prevenção e diagnóstico" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/cache/2014/03/imag_comp_saude_rimOK/2256411403.png" width="300" height="300" /></a>Pouco lembrado pelas campanhas de prevenção, os rins, <strong>órgãos vitais para o bom funcionamento do corpo humano</strong>, merecem atenção não apenas hoje &#8211; Dia Mundial do Rim &#8211; mas durante o ano todo. E para reforçar esse alerta nós reunimos aqui algumas informações sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias causas têm determinado o aumento de problemas renais, como o <strong>envelhecimento da população</strong>, a <strong>epidemia de obesidade</strong>, <strong>diabetes</strong>, o <strong>estresse</strong>, o <strong>tabagismo</strong>, <strong>presença de história familiar de doença renal</strong>, <strong>hábitos alimentares</strong> e o<strong> descuido em relação à prevenção e tratamento da hipertensão arterial</strong>, sendo este último a causa mais frequente de doença renal crônica (DRC) &#8211; caracterizada pela perda progressiva e irreversível das funções renais.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>DRC</strong> é a causa mais comum de transplante do órgão. E isso ocorre porque os rins do paciente vão gradativamente parando de funcionar, o que gera a invalidação do órgão e a necessidade de tratamentos agressivos como a diálise e hemodiálise e, até mesmo, de um<strong> transplante</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como forma de prevenção às doenças renais</strong>, os especialistas recomendam a <strong>prática de atividade física regular</strong>, a <strong>ingestão de 1,5 litros a 2 litros de água por dia</strong> e o <strong>controle do açúcar no sangue</strong>, além de <strong>manter a pressão arterial sob controle</strong>, <strong>não fumar</strong> e <strong>evitar medicamentos anti-inflamatórios</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que as doenças renais são silenciosas e, por isso,<strong> não se deve esperar sintomas</strong>. O paciente não costuma sentir nada na fase inicial. Alguns reclamam de mal estar e cansaço, mas estes são sintomas muito inespecíficos. Em estados avançados, a doença causa náuseas, vômitos, falta de ar, inchaço, entre outros desconfortos. Por isso, manter o <strong>check-up laboratorial em dia</strong> é de extrema importância.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico:</b></p>
<p style="text-align: justify;">A DRC pode ser <strong>facilmente diagnosticada</strong> por meio de um exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue, e efetivamente tratada, retardando a progressão da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso o problema seja diagnosticado, o paciente deve ser submetido a tratamento urgente e acompanhamento do progresso da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Saiba mais:</b></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.medicando.com.br/conteudo/destaque/14-de-marco-dia-mundial-do-rim" target="_blank">http://goo.gl/tBmJp2</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://revistacorpore.com.br/noticias///8-de-marco---dia-mundial-do-rim" target="_blank">http://goo.gl/JgvKkO</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.abto.org.br/abtov03/default.aspx?c=931" target="_blank">http://goo.gl/SPdp78</a></p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="https://liglab.com.br/blog/prevencao/dia-mundial-rim-prevencao-e-diagnostico.html">Dia Mundial do Rim: prevenção e diagnóstico</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="https://liglab.com.br/blog">LIG Diagnósticos Especializados</a>.</p>
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