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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; sintomas</title>
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		<title>Saiba o que a falta da vitamina B12 pode causar no seu organismo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2015 13:00:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Ela é essencial para a formação, integridade e maturação das <b>hemácias</b>. Com a falta da <b>vitamina B12</b> no nosso organismo, estas células aumentam de volume e o tamanho do núcleo fica desproporcional ao do citoplasma.</p>
<p>A B12 é necessária para o desenvolvimento e manutenção das funções do nosso <b>sistema nervoso</b>. Com a deficiência da vitamina, a mielina que recobre os nervos sofre um desgaste que recebe o nome de <b>desmielinização</b>, processo que ocorre tanto em neurônios de nervos periféricos, quanto naqueles da substância branca do cérebro.</p>
<p>A falta de vitamina B12 é mais frequente em descendentes de africanos e europeus do que em asiáticos. A prevalência é de <b>50 a 4.000 casos em cada cem mil habitantes</b>.</p>
<p><b>Anemia perniciosa</b></p>
<p>A principal fonte da vitamina está nos alimentos de <b>origem animal</b> &#8211; carnes, ovo e produtos lácteos (que contém leite) são extremamente ricos em vitamina B12. Para absorvê-la, o tubo digestivo depende de <b>fatores intrínsecos</b> presentes num grupo especial de células do estômago (células parietais) e de receptores localizados no íleo.</p>
<p>E a causa mais frequente da deficiência é justamente a perda desse <b>fator intrínseco </b>associada a um tipo de gastrite (<b>gastrite atrófica</b>). A anemia resultante é chamada de <b>anemia perniciosa</b>, que tem sintomas como <b>palidez</b>, <b>fraqueza muscular</b> e, em casos mais graves, até <b>lesões cerebrais</b>. Pode haver ainda <b>inchaço</b>, <b>hiperpigmentação da pele</b> e <b>icterícia</b>.</p>
<p><b>Outras causas:</b></p>
<p>&#8211; Os idosos &#8211; de 10% a 30% deles &#8211; sofrem com <b>alterações no estômago</b> que diminuem a secreção de <b>ácido clorídrico</b>, fundamental para a absorção de B12.</p>
<p>&#8211; As <b>cirurgias bariátricas</b> também reduzem o número de células que secretam ácido clorídrico e o fator intrínseco.</p>
<p>&#8211; Uso crônico de <b>medicamentos</b> para reduzir a concentração de ácido no suco gástrico (omeprazol e ranitidina, por exemplo).</p>
<p>&#8211; Alguns medicamentos utilizados para tratar a <b>diabetes</b> &#8211; como a metformina &#8211; e para controlar a produção de ácido estomacal &#8211; como omeprazol e ranitidina -podem interferir na absorção da vitamina.</p>
<p>&#8211; Quem é <b>vegetariano</b> precisa tomar suplementos para repor a vitamina no organismo, já que alimentos de origem animal não entram na dieta.</p>
<p>&#8211; <b>Doenças inflamatórias do intestino</b> e as que provocam má absorção são outras causas.</p>
<p><b>Diagnóstico e tratamento</b></p>
<p>É raro encontrar <b>níveis sanguíneos</b> de B12 muito baixos, mas os resultados considerados normais não excluem a possibilidade de deficiência. Os exames <b>falso-negativos</b> e <b>falso-positivos</b> são comuns.</p>
<p>Esse diagnóstico é feito com base nas dosagens sanguíneas de ácido <b>metilmalônico</b> e <b>homocisteína</b>, que se encontram <b>elevadas em 98% dos casos</b>. A <b>reposição</b> da vitamina provoca diminuição progressiva dessas concentrações, e a primeira dosagem deve ser pedida antes de iniciar o tratamento.</p>
<p>A reposição provoca <b>regressão rápida</b> do quadro. A anemia geralmente é corrigida em dois meses. O quadro neurológico regride parcial ou completamente em seis meses. O tratamento é mantido por <b>períodos longos</b> ou <b>pela vida toda</b>.</p>
<p>Quanto mais prolongada a deficiência, mais lenta e incompleta a recuperação.</p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://drauziovarella.com.br/drauzio/deficiencia-de-b12/">Dr. Drauzio</a></p>
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		<title>Como evitar doenças alérgicas no outono</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 16:01:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O outono chega hoje, às 19h45, para aliviar o calor dos dias de verão, mas ele vem com desvantagens. A época é muito propícia para doenças alérgicas, já que as mudanças climáticas facilitam a proliferação dos ácaros, que são potentes desencadeadores destes problemas. Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) apontam que 30% [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <b>outono</b> chega hoje, às 19h45, para aliviar o calor dos dias de verão, mas ele vem com desvantagens. A época é muito propícia para <b>doenças alérgicas</b>, já que as mudanças climáticas facilitam a proliferação dos ácaros, que são potentes desencadeadores destes problemas.</p>
<p>Dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI) apontam que 30% da população brasileira tem algum tipo de reação alérgica, sendo a <b>rinite e a asma predominantes nesta estação</b>.</p>
<p>A rinite alérgica é caracterizada por sintomas de <b>coceira, entupimento e coriza nasal e espirros</b>, similares aos da gripe. Já a asma é uma <b>doença genética</b> que desencadeia a inflamação dos brônquios e os sintomas comuns são: tosse, falta de ar e chiado no peito.</p>
<p><b>Cuidados</b></p>
<p>A melhor forma de se prevenir das alergias e problemas respiratórios é evitar o contato com os temidos <b>ácaros</b>. E como fazer isso?</p>
<p>	&#8211; Reforce os cuidados com a limpeza da casa e retire bichos de pelúcia do quarto das crianças.<br />
	&#8211; Tome cuidado com tapetes e carpetes, que são os melhores amigos dos ácaros.<br />
	&#8211; Mantenha a casa sempre arejada e ensolarada.<br />
	&#8211; Evite permanecer em ambientes fechados com aglomeração de pessoas.<br />
	&#8211; Faça atividades e caminhadas ao ar livre.<br />
	&#8211; Lave roupas que estavam guardadas mesmo que elas não tenham cheiro de mofo.<br />
	&#8211; Não fume dentro da casa.<br />
	&#8211; Evite cheiros fortes em casa como: tintas, solventes, inseticidas e produtos de limpeza.</p>
<p>Além disso, é importante que o paciente seja rigorosamente submetido ao <b>acompanhamento do médico.</b></p>
<p><b>Fonte</b>: <a href="http://www.sbai.org.br/secao_detalhes.asp?s=81&#038;id=563">Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia</a> </strong></p>
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		<title>No Dia Mundial do Rim, beba um copo de água!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 12:00:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim.png"><img src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0016_15_dia_mundial_do_rim-300x225.png" alt="diamundialdorim" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-2261" /></a>Vamos brindar o <strong>Dia Mundial do Rim</strong>, comemorado hoje (12/03), com um copo de água! O <strong>gesto simbólico</strong> serve para lembrar que os rins são <strong>órgãos vitais</strong> e que devem ser bem cuidados. O tema do evento anual, criado pela Sociedade Internacional de Nefrologia e pela Federação Internacional de Fundações do Rim, é <strong>“Saúde dos Rins para Todos”</strong>.</p>
<p>A escolha do tema de 2015 ressalta a alta incidência da <strong>Doença Renal Crônica (DRC)</strong>. Ela se apresenta em <strong>10% da população mundial</strong>. Por se tratar de uma <strong>doença silenciosa</strong>, leva a pessoa a perder até <strong>90% da função renal antes de sentir qualquer sinal</strong>. Por isso, manter o check-up laboratorial em dia é de extrema importância.</p>
<p>Lesões renais podem ser detectadas por meio de um <strong>exame de urina e da dosagem de creatinina no sangue</strong>. Efetivamente tratadas, podem evitar ou retardar a progressão para DRC. Caso o problema seja diagnosticado, o paciente deve ser submetido a <strong>tratamento urgente e acompanhamento da doença</strong>.</p>
<p><strong>A mobilização no Estado</strong></p>
<p>No Brasil e no mundo, a mobilização acontece há 10 anos. Diversos eventos são organizados, e o <strong>Espírito Santo</strong> não fica de fora. Aqui a campanha será organizada pelo Serviço de Nefrologia do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes – HUCAM. A equipe vai atuar hoje em três pontos da Capital, com <strong>distribuição de água mineral</strong>, <strong>material educativo</strong>, além de <strong>avaliação nutricional</strong> visando à prevenção. As ações acontecem de 07h30 às 11h30 e 13h às 17h, nos seguintes locais:</p>
<p><strong>- HUCAM (Av Marechal Campos, 1355, Santos Dumont)</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Praça do Pedágio &#8211; Enseada do Suá</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, e orientações sobre a Prevenção de Doença Renal.</p>
<p><strong>- Rodoviária de Vitória</strong><br />
Distribuição de água mineral, material informativo, avaliação antropométrica e orientação nutricional para os usuários.</p>
<p>E você? Como vem tratando os seus rins?</p>
<p>Existem as chamadas <strong>&#8220;8 regras de ouro&#8221;</strong> para reduzir os riscos de desenvolvimento da doença. Chegou a hora de colocar em prática:</p>
<p>1- Mantenha-se em forma e ativo<br />
2- Mantenha o controle regular do seu nível de açúcar no sangue<br />
3- Monitore sua pressão arterial<br />
4- Faça alimentações saudáveis e mantenha seu peso sob controle<br />
5- Mantenha uma ingestão saudável de líquidos<br />
6- Não fume<br />
7- Não tome remédios sem a prescrição de um médico<br />
8- Verifique sua função renal se tiver um ou mais desses fatores de risco:<br />
&#8211; Diabetes<br />
&#8211; Hipertensão arterial<br />
&#8211; Obesidade<br />
&#8211; Um de seus parentes ou outros membros da família sofrem de doenças renais<br />
&#8211; Origem africana, hispânica, aborígene ou asiática</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<a title="SBN" href="http://www.sbn.org.br/dia-mundial-do-rim-2015" target="_blank">Sociedade Brasileira de Nefrologia</a></p>
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		<title>Hipocondria: causas, sintomas e tratamento</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 12:20:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Você conhece alguém que é ou se diz hipocondríaco? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o medo de estar sofrendo de uma doença grave. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você conhece alguém que é ou se diz <b>hipocondríaco</b>? Ao contrário do que muitos pensam, o aspecto principal desse problema não é a preocupação com sintomas ou remédios, e sim o <b>medo de estar sofrendo de uma doença grave</b>. Esse medo costuma ser tão intenso que persiste mesmo depois de uma rigorosa avaliação médica &#8211; e chega a atrapalhar atividades cotidianas e o relacionamento com outras pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses quadros, o hipocondríaco tende a ficar <b>ansioso com a doença</b>, mesmo que nenhuma evidência médica justifique a preocupação, e acredita que qualquer sintoma simples pode evidenciar um algo terrível. Por exemplo: uma dor de cabeça certamente significará um tumor cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">A <b>percepção alterada da realidade</b> leva esses pacientes a acharem que precisam, com urgência, de algum medicamento para sobreviver. Por isso, essas pessoas precisam passar por um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico nas situações mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é criar um forte vínculo de confiança com o paciente, provando que ele pode acreditar quando você diz que está tudo bem. Mas, nem todos os quadros acabam revertidos de forma tão simples. Muitos pacientes demandam tratamentos como a <b>psicoterapia</b> e a <b>terapia cognitivo-comportamental</b>, reconhecidas por serem eficazes em mais de 70% dos casos, além de antidepressivos (usados sob rigorosa orientação médica).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Causas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Não se sabe ao certo por que algumas pessoas desenvolvem a <b>hipocondria</b>. Acredita-se que o tipo de personalidade, a experiência de vida e questões hereditárias estejam envolvidas no distúrbio.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Fatores de risco</b></p>
<p style="text-align: justify;">A hipocondria atinge igualmente homens e mulheres, e normalmente aparece no início da vida adulta, mas pode se desenvolver em qualquer idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas situações podem aumentar a chance de uma pessoa desenvolver hipocondria: histórico de uma doença séria na família, ter convivido com familiares ou conhecidos portadores de uma doença séria, morte de um familiar querido, ter um transtorno de ansiedade, acreditar que boa saúde significa estar livre de quaisquer sintomas, ter familiares próximos hipocondríacos e ter pais negligentes ou abusivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pessoa hipocondríaca costuma apresentar os seguintes <b>comportamentos</b>:</p>
<p style="text-align: justify;">- Ter um medo intenso ou ansiedade prolongados de ter uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Preocupação constante de que os menores sintomas e sensações físicas podem significar uma doença grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Procurar médicos repetidamente ou fazer exames complexos com frequência, como ressonâncias magnéticas ou ecocardiogramas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Trocar de médico constantemente, sempre buscando uma segunda opinião que indique uma situação grave;</p>
<p style="text-align: justify;">- Falar diversas vezes sobre seus sintomas ou das doenças que suspeita ter;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar frequentemente o corpo em busca de problemas;</p>
<p style="text-align: justify;">- Checar com frequência os sinais vitais, como pulsação ou pressão arterial;</p>
<p style="text-align: justify;">- Pensar ter uma doença só de ler ou ouvir sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas com hipocondria também tendem a aumentar os sintomas quando realmente estão doentes. Mas, a principal característica está no <b>pensamento obsessivo</b> de que isso, de fato, se trata de uma doença muito grave e de que sua vida pode estar em risco.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ajuda médica</b></p>
<p style="text-align: justify;">Ter preocupação com a própria saúde é normal e importante para evitar futuras doenças. É normal também ficar ansioso quando se tem algum sintoma cuja causa o médico não consegue identificar claramente. Essa preocupação só se torna um problema quando <b>a ideia de estar com uma doença séria consome o indivíduo</b>, mesmo que ele já tenha feito exames apropriados e seu médico tenha assegurado que o problema é simples ou mesmo inexistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses casos, é aconselhável buscar a ajuda de um <b>psiquiatra</b> ou <b>psicólogo</b>. É comum que alguém da família &#8211; ou mesmo um profissional de saúde &#8211; dê esse conselho, caso perceba que a preocupação do paciente com a saúde é exagerada.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico da hipocondria, em geral, envolve primeiramente um exame físico, em que o médico irá verificar se o paciente realmente tem alguma condição física. Além disso, o profissional fará uma <b>avaliação psicológica</b>, conversando sobre os sentimentos e comportamentos do paciente. Testes de laboratórios podem ser feitos, para verificar a função da tireoide e também se há uso abusivo de álcool e drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os critérios de diagnóstico da hipocondria, de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), são: preocupação por cerca de seis meses ou mais em ter uma doença séria, baseada em sintomas corporais; ansiedade com essa preocupação e dificuldades na vida social, trabalho e na rotina diária, por conta dessa preocupação ou sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento para a hipocondria tem diversas abordagens. A primeira delas é a <b>psicoterapia</b>, e a metodologia mais usada é a <b>psicologia cognitiva-comportamental</b>. Essa abordagem permite o paciente reconhecer as causas de seu comportamento ansioso e ensina formas de parar com ele. Além disso, é importante que o paciente aprenda mais sobre a hipocondria, até para saber melhor como lidar. Essa educação sobre o quadro também é importante para a família do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em certos casos, sempre avaliados por profissionais, medicamentos também podem ajudar. Principalmente os <b>antidepressivos</b> da classe dos inibidores seletivos de recaptação de serotonina ou antidepressivos tricíclicos. Muitas vezes, tratar comorbidades, como ansiedade e depressão, também ajudam no quadro.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hipocondria" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></p>
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		<title>O que é ELA?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2015 13:04:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)? Essa doença foi, recentemente, alvo de discussões por dois motivos: o Desafio do Balde de Gelo, campanha que envolveu várias celebridades no mundo todo e tinha como objetivo arrecadar doações para organizações sem fins lucrativos que investem em pesquisas e ajudam pacientes com esclerose lateral amiotrófica, e [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já ouviu falar em <b>ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica)</b>? Essa doença foi, recentemente, alvo de discussões por dois motivos: o <a href="http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/08/27/doenca-sem-cura-deu-origem-ao-desafio-do-balde-de-gelo.htm" target="_blank"><b>Desafio do Balde de Gelo</b></a>, campanha que envolveu várias celebridades no mundo todo e tinha como objetivo arrecadar doações para organizações sem fins lucrativos que investem em pesquisas e ajudam pacientes com esclerose lateral amiotrófica, e também por conta do filme <b>“A Teoria de Tudo”</b>, que concorreu ao Oscar em algumas categorias, inclusive melhor filme. O longa conta a história do astrofísico <b>Stephen Hawking</b>, que descobriu a doença aos 21 anos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SbUVNHdPE4w" width="620" height="330" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o que é ELA, quais são suas causas e sintomas? A Esclerose Lateral Amiotrófica é provocada pela <b>degeneração progressiva</b> no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença. Suas causas podem estar relacionadas aos seguintes fatores:</p>
<p style="text-align: justify;">- <b>Mutação genética:</b> várias mutações genéticas podem levar à doença herdada, que aparece quase idêntica à forma não herdada da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">- <b>Desequilíbrio químico:</b> as pessoas com ELA têm, geralmente, níveis de glutamato mais elevados do que o normal. Essa substância é um mensageiro químico no cérebro, localizado em torno das células nervosas em seu fluido espinhal. O excesso de glutamato é conhecido por ser tóxico para algumas células nervosas.</p>
<p style="text-align: justify;">- <b>Doença autoimune:</b> às vezes, o sistema imunológico de uma pessoa começa a atacar algumas das próprias células saudáveis do corpo por engano, o que pode levar à morte de neurônios também, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">- <b>Mau uso de proteínas:</b> extraviadas, proteínas no interior das células nervosas podem levar a uma acumulação gradual de formas anormais destas proteínas, eventualmente, fazendo com que as células nervosas morram.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">O principal sintoma é a <b>fraqueza muscular</b>, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente em um dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica). Mas, existem outros: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">O exame físico mostrará algumas deficiências físicas que podem estar relacionadas à ELA. Podem haver tremores, espasmos e contrações musculares, ou perda de tecido muscular (atrofia). Atrofia e contrações involuntárias da língua são comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">A pessoa pode ter um jeito de andar rígido ou desajeitado. Os reflexos são anormais. Há mais reflexos nas articulações, mas pode haver perda do reflexo faríngeo. Alguns pacientes têm problemas para controlar o choro ou o riso. Isso às vezes é chamado de &#8220;incontinência emocional&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Possíveis <b>testes</b> para a identificação da doença incluem: exames de sangue para descartar outras doenças, teste respiratório para verificar se os músculos do pulmão foram afetados, tomografia computadorizada ou ressonância magnética da coluna cervical para garantir que não exista uma doença ou lesão no pescoço, que pode ser semelhante à ELA, eletromiografia para ver quais nervos não funcionam corretamente, tomografia computadorizada ou ressonância magnética da cabeça para excluir outras doenças, estudos de condução nervosa, testes de deglutição e punção lombar.</p>
<p style="text-align: justify;">Testes genéticos podem ser realizados por indicação médica, geralmente se há histórico familiar da doença, para detectar possíveis portadores de mutações. O <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/painel-esclerose-lateral-amiotrofica/" target="_blank"><b>LIG Diagnósticos Especializados</b></a> dispõe de vários painéis genéticos para essa investigação.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">Não há cura conhecida para a ELA. O tratamento é multidisciplinar, necessita a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação de um nutricionista é muito importante, pois os pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica tendem a perder peso. A própria doença aumenta a necessidade de ingestão de alimentos e calorias. Ao mesmo tempo, os problemas de deglutição podem fazer com que seja difícil comer o suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dispositivos respiratórios incluem máquinas usadas somente durante a noite e ventilação mecânica constante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/e/esclerose-lateral-amiotrofica-ela/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a> e <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/esclerose-lateral-amiotrofica" target="_blank"><i>Minha Vida</i></a></strong></p>
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		<title>Cálculos renais: causas, sintomas e tratamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 15:56:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Cálculos renais &#8211; ou pedras nos rins &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, sem sintomas, ou provocar dores muito fortes, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Cálculos renais</strong> &#8211; ou <strong>pedras nos rins</strong> &#8211; são formações endurecidas nos rins ou nas vias urinárias resultantes do acúmulo de cristais existentes na urina. Sua presença pode passar despercebida, ou seja, <strong>sem sintomas</strong>, ou provocar <strong>dores muito fortes</strong>, que começam nas costas e se irradiam para o abdômen, e se manifestam em cólicas &#8211; um pico de dor intensa seguida de um certo alívio. Em geral, essas crises podem ser acompanhadas por náuseas e vômitos, e requerem atendimento médico-hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre as causas do cálculo renal, podemos destacar: volume insuficiente de urina, ou urina supersaturada de sais; grande quantidade de cálcio, fosfatos, oxalatos, cistina, ou falta de citrato; distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireoide; alterações anatômicas ou obstrução das vias urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sintomas são: sangue na urina; suspensão ou diminuição do fluxo urinário; necessidade mais frequente de urinar e infecções urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além das evidências clínicas &#8211; dor intensa e sinais de sangue na urina &#8211; cálculos renais podem ser diagnosticados por <strong>raios x de abdômen</strong>, <strong>ultrassom</strong> ou pela <strong>urografia excretora </strong>(exame mais específico das vias urinárias).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Medicamentos podem ser indicados somente pelo médico</strong>, levando em conta a causa da formação dos cálculos. Durante as crises, é indicado o uso de analgésicos e anti-inflamatórios com o objetivo de aliviar a dor.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Litotripsia</strong>, ou seja, bombeamento das pedras por ondas de choque que visam a fragmentação do cálculo &#8211; o que torna a sua eliminação pela urina mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Cirurgia percutânea ou endoscópica</strong>: por meio do endoscópio e através de pequenos orifícios o cálculo pode ser retirado dos rins após sua fragmentação.</p>
<p style="text-align: justify;">- <strong>Ureteroscopia</strong>: por via endoscópica, permite retirar os cálculos localizados no ureter.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/p/pedra-nos-rins-calculo-renal/" target="_blank"><em>Dr. Drauzio</em></a></p>
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		<title>O que é hemofilia?</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/viva-melhor/o-que-e-hemofilia-2.html</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jan 2015 03:51:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A hemofilia é uma doença genética que se caracteriza por uma desordem no mecanismo de coagulação do sangue. É hereditária, e se manifesta quase que exclusivamente no sexo masculino. Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começamos a sangrar, por exemplo, certas proteínas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>hemofilia</strong> é uma doença <strong>genética </strong>que se caracteriza por uma <strong>desordem no mecanismo de coagulação do sangue. É hereditária,</strong> e se manifesta quase que exclusivamente no sexo masculino. Quando cortamos alguma parte do nosso corpo e começamos a sangrar, por exemplo, certas proteínas (elementos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos do corpo) entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia têm alterações nessas proteínas e por isso sangram mais do que o normal.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de hemofilia: A e B. <strong>A hemofilia A</strong> ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a <strong>hemofilia B</strong>, por deficiência do fator IX.</p>
<p style="text-align: justify;">A doença também pode ser classificada segundo a <strong>quantidade de fator deficitário</strong> em três categorias: grave (fator menor do que 1%), moderada (de 1% a 5%) e leve (acima de 5%). Neste caso, às vezes, a enfermidade passa despercebida até a idade adulta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O gene que causa a hemofilia é transmitido pelo cromossomo sexual feminino X, que podemos receber de nosso pai ou de nossa mãe. Em geral, as mulheres não desenvolvem a doença, porque geralmente pelo menos um de seus cromossomos X é normal, mas podem portadoras da mutação genética e passá-la para seus descendentes. O filho do sexo masculino pode manifestar a enfermidade, se herdar o cromossomo X mutado da mãe e o cromossomo Y do pai.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Geralmente os sangramentos são internos, ou seja, dentro do corpo, em locais em que a pessoa não pode ver (como nos músculos). Mas, também podem ser externos, provocados por algum machucado, aparecendo manchas roxas ou sangramento. As mucosas (nariz, gengiva, etc) também podem sangrar. Os sangramentos podem tanto surgir após um trauma como sem nenhuma razão aparente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos quadros graves e moderados, os sangramentos repetem-se espontaneamente. Em geral, são <strong>hemorragias intramusculares e intra-articulares</strong> que desgastam primeiro as cartilagens e depois provocam lesões ósseas. Os principais sintomas são <strong>dores fortes</strong>, <strong>aumento da temperatura</strong> e <strong>restrição de movimento</strong>. As articulações mais comprometidas costumam ser joelho, tornozelo e cotovelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os episódios de sangramento podem ocorrer logo no primeiro ano de vida do paciente sob a forma de equimoses (manchas roxas), que se tornam mais evidentes quando a criança começa a andar e a cair. No entanto, quando acometem a musculatura das costas, não costumam exteriorizar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos quadros leves, o sangramento ocorre em situações como cirurgias, extração de dentes e traumas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além dos sinais clínicos, o diagnóstico pode ser feito por meio de <strong>exames de sangue</strong>. O <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=hemofilia&amp;ok=Buscar" target="_blank"><strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong></a> oferece testes moleculares para detectar mutações dos genes dos fatores de coagulação sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento é feito com a reposição intra-venal (pela veia) do fator deficiente. Mas, para que o tratamento seja completo, o paciente deve fazer exames regularmente e jamais utilizar medicamentos que não sejam recomendados pelos médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/h/hemofilia/" target="_blank"><em>Dr. Drauzio</em></a> e <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/hemofilia" target="_blank"><em>Minha Vida</em></a></p>
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		<item>
		<title>O que é fibrose cística?</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/sobre-o-lig/o-que-e-fibrose-cistica.html</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2014 16:32:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A fibrose cística, também conhecida como mucoviscidose, é uma doença genética, hereditária, autossômica e recessiva, ou seja, passa de pai/mãe para filho. O gene defeituoso é responsável pela alteração no transporte de íons através das membranas das células. Isso compromete o funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas [&#8230;]</p>
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]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong>fibrose cística</strong>, também conhecida como <strong>mucoviscidose</strong>, é uma <strong>doença genética</strong>, hereditária, autossômica e recessiva, ou seja, passa de pai/mãe para filho. O gene defeituoso é responsável pela alteração no transporte de íons através das membranas das células. Isso compromete o funcionamento das glândulas exócrinas que produzem substâncias (muco, suor ou enzimas pancreáticas) mais espessas e de difícil eliminação. Sua principal característica é o acúmulo de secreções mais densas e pegajosas nos pulmões, no trato digestivo e em outras áreas do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fibrose cística afeta os <strong>aparelhos digestivo</strong> <strong>e respiratório</strong> e <strong>as glândulas sudoríparas</strong>. A obstrução dos ductos pancreáticos pela secreção mais viscosa impede que as enzimas digestivas sejam lançadas no intestino. O paciente tem má absorção de nutrientes e não ganha peso, apesar de alimentar-se bem. Apresenta maior número de evacuações diárias e elimina fezes volumosas, gordurosas, e com odor forte. Mas o trânsito intestinal é mais lento, e a pessoa vai ao banheiro com menos frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa obstrução por secreção mais espessa também pode acometer os <strong>ductos biliares</strong>, sendo que a bile retida no fígado favorece a instalação de um processo inflamatório.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o <strong>aparelho respiratório</strong> é a área mais afetada pela doença, levando o <strong>pulmão</strong> a produzir um muco espesso que pode ficar retido nas vias aéreas e ser invadido por bactérias. Os sintomas são tosse persistente, muitas vezes com catarro, falta de fôlego, pneumonias de repetição e bronquite crônica.</p>
<p style="text-align: justify;">A alteração do transporte iônico nas glândulas sudoríparas compromete a reabsorção de cloro e níveis aumentados dessa substância ajudam a reter água e sódio &#8211; o que deixa o suor mais salgado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mulheres portadoras de fibrose cística apresentam mais dificuldade para engravidar (infertilidade)</strong> porque o muco cervical mais espesso dificulta a passagem dos espermatozoides. <strong>98% dos homens com essa doença são estéreis</strong>, embora tenham desempenho e potência sexual absolutamente normais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fatores de risco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Histórico familiar é o principal fator de risco para fibrose cística, já que a doença é hereditária. Ela também é mais comum em pessoas caucasianas, principalmente descendentes de europeus.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/cftr/" target="_blank"><strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong></a> oferece um sequenciamento completo, capaz de identificar tanto as <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=Fibrose+C%C3%ADstica&amp;ok=Buscar" target="_blank">mutações mais frequentes</a> como as mutações específicas do gene <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/cftr/" target="_blank">CFTR (Cystic Fibrosis Transmembrane Condutance Regulator)</a>. Esse gene regula o fluxo de íons através de membranas celulares, reduzindo a excreção de cloro e aumentando o influxo de sódio. Promove, assim, o equilíbrio de água e íons nos tecidos. Mutações nesse gene provocam fibrose cística.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente, crianças afetadas pela fibrose cística morriam muito cedo. Atualmente, o diagnóstico precoce e o tratamento correto aumentam a expectativa e a qualidade de vida de crianças e adultos acometidos pela doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O<strong> tratamento da fibrose cística</strong>, engloba diversos cuidados: além de garantir a reidratação e a reposição de sódio, especialmente nos dias de calor, a boa nutrição do paciente, por meio de dieta rica em calorias sem restrição de gorduras é muito importante; também são recomendadas, a critério médico: suplementação de enzimas pancreáticas para auxiliar a digestão; reposição das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K; inalações diárias com soro fisiológico, broncodilatadores ou mucolíticos, conforme as características da secreção; fisioterapia respiratória para facilitar a higiene dos pulmões e evitar infecções; e prescrição de antibióticos em casa ou no hospital, nos casos mais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://drauziovarella.com.br/letras/f/fibrose-cistica/" target="_blank"><em>Dr. Drauzio</em></a> e <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/fibrose-cistica" target="_blank"><em>Minha Vida</em></a></p>
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		<title>Dia Mundial de Combate à Aids</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 12:12:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A Aids é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do corpo, deixando o organismo mais vulnerável a diversas doenças &#8211; de um simples resfriado a infecções mais graves, como tuberculose [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/lig_0042_14a_dia_mundial_de_combate_a_aids.png"><img class="alignleft wp-image-2050" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/12/lig_0042_14a_dia_mundial_de_combate_a_aids.png" alt="" width="380" height="285" /></a>A <b>Aids</b> é o estágio mais avançado da doença que ataca o <b>sistema imunológico</b>. A <b>Síndrome da Imunodeficiência Adquirida</b>, como também é chamada, é causada pelo <b>HIV</b>, vírus que ataca as células de defesa do corpo, deixando o organismo mais vulnerável a diversas doenças &#8211; de um simples resfriado a infecções mais graves, como tuberculose ou câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, receber o diagnóstico da doença significava uma sentença de morte. Mas, atualmente, <b>é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida</b>. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as indicações médicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sintomas</b></p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos os sintomas iniciais podem ser tão leves que são atribuídos a um mal estar passageiro. Quando se manifestam com mais intensidade são os mesmos de várias outras viroses, mas podem variar de acordo com a resposta imunológica de cada indivíduo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os mais comuns são: <b>febre constante</b>, <b>manchas na pele</b>, <b>calafrios</b>, <b>ínguas</b>, <b>dores de cabeça</b>, <b>de garganta</b> e <b>dores musculares</b>, que surgem de 2 a 4 semanas após a pessoa contrair o vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas fases mais avançadas é comum o aparecimento de doenças oportunistas, como tuberculose, pneumonia, meningite, toxoplasmose, candidíase, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Transmissão</b></p>
<p style="text-align: justify;">O vírus HIV sobrevive em um ambiente externo por apenas alguns minutos. Mesmo assim, <b>sua transmissão depende do contato com as mucosas ou com alguma área ferida do corpo</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar que a Aids não é transmitida por suor, beijo, alicates de unha, lâminas de barbear, uso de banheiros públicos, picadas de mosquitos ou qualquer outro meio que não envolva penetração sexual desprotegida, uso de agulhas ou produtos sanguíneos infectados.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe também a possibilidade de transmissão vertical, ou seja, da mãe infectada para o feto durante a gestação e o parto (Aids congênita).</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Diagnóstico</b></p>
<p style="text-align: justify;">Existe um <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/hiv/" target="_blank"><b>exame de sangue</b></a> específico para o diagnóstico da Aids, oferecido pelo <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/exames/hiv/" target="_blank"><b>LIG Diagnósticos Especializados</b></a>. Em média, ele começa a registrar que a pessoa está infectada 20 dias após o contato de risco. Se depois de três meses o resultado for negativo, não há mais a necessidade de repetir o exame, porque não houve infecção pelo HIV.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Tratamento</b></p>
<p style="text-align: justify;">A Aids não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento oferecido gratuitamente pelo governo. Ao procurar ajuda médica, e um dos hospitais especializados em DST/Aids, o paciente terá acesso ao <b>tratamento anti-retroviral</b>. Os objetivos do tratamento são prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do indivíduo com a doença, pela redução da carga viral do e reconstituição do sistema imunológico. O atendimento é garantido pelo SUS, por meio de ampla rede de serviços.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Prevenção</b></p>
<p style="text-align: justify;">O <b>uso da camisinha </b>nas relações sexuais é a forma mais eficaz de prevenção da Aids. Também é imprescindível usar somente <b>seringas descartáveis</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Gestantes devem obrigatoriamente fazer o teste do HIV durante o pré-natal. Se estiverem infectadas, é fundamental iniciar logo o tratamento a fim de evitar que o vírus seja transmitido para o feto. Hoje é perfeitamente possível para uma mulher infectada engravidar e dar à luz um bebê livre do vírus.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Recomendações</b></p>
<p style="text-align: justify;">- Use sempre camisinha em todas as relações sexuais;</p>
<p style="text-align: justify;">- Faça o teste sempre que houver qualquer possibilidade de estar infectado. Mulheres devem realizá-lo antes de engravidar;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não considere a Aids como uma sentença de morte. Depois do aparecimento do coquetel ela se transformou em uma doença crônica que ainda não tem cura, mas pode ser controlada;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não desanime diante dos efeitos adversos de alguns medicamentos que compõem o coquetel. Eles podem ser contornados com mudanças no esquema ou com o uso de outros remédios;</p>
<p style="text-align: justify;">- Procure alimentar-se bem e dormir as horas necessárias;</p>
<p style="text-align: justify;">- Não fume e nem abuse de bebidas alcoólicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://drauziovarella.com.br/sexualidade/aids/aids/" target="_blank"><i>Dr. Drauzio</i></a>, <a href="http://www.aids.gov.br/pagina/o-que-e-hiv" target="_blank"><i>Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais</i></a> e <i><a href="http://www.minhavida.com.br/saude/temas/aids" target="_blank">Minha Vida</a></i></p>
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		<title>Doença celíaca: como lidar com o problema?</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Nov 2014 16:30:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um estudo da Universidade Federal de São Paulo mostrou que 1 a cada 214 brasileiros não reagem bem ao consumo de certos tipos de alimentos, como <strong>pão</strong>, <strong>macarrão</strong> e <strong>biscoito</strong>. Eles têm a chamada <strong>doença celíaca</strong> &#8211; uma intolerância definitiva ao <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/saude-e-nutricao/batalha-gluten.html" target="_blank"><strong>glúten</strong></a>, proteína presente no trigo, centeio e cevada.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender o que ocorre no organismo dessa parcela da população é importante saber como funciona o <strong>intestino delgado</strong>. As paredes desse órgão possuem vilosidades, como se fossem uma fileira de dedos de luva. Quando o alimento passa por ali esses relevos se encarregam de absorver os nutrientes. Caso o organismo seja <strong>intolerante ao glúten</strong>, as vilosidades do intestino diminuem de tamanho com a ingestão da proteína e o corpo não conseguirá absorver os nutrientes como antes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A criança que possui os sintomas clássicos da doença celíaca pode apresentar <strong>baixa estatura para a idade</strong>, <strong>reduzido ganho de peso</strong>, além de <strong>diarréias</strong>, <strong>barriga distendida</strong>, <strong>anemia</strong> e <strong>vômito</strong>. Em geral, o celíaco apresenta os primeiros sinais de intolerância ao glúten assim que começa a ingerir alimentos sólidos com a proteína &#8211; o que acontece entre 1 e 3 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como os sintomas da doença não são exclusivos a ela, é necessário investigar mais a fundo para concluir o diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso a criança apresente os sintomas é necessário levá-la ao pediatra, que avaliará o estado geral do paciente. É importante que ele levante a hipótese de doença celíaca e inicie uma investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong> disponibiliza um <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/?post_type=exames&amp;s=doen%C3%A7a+celiaca&amp;ok=Buscar" target="_blank"><strong>painel molecular</strong></a> que auxilia o médico no diagnóstico da doença celíaca (intolerância ao glúten). Para saber mais, clique <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e acesse o nosso site.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que o teste seja eficaz na confirmação da doença, é necessário prestar atenção às orientações do médico. “Alguns pais, diante da possibilidade de o filho ser celíaco, cortam o glúten da dieta da criança antes de fazer os exames. Mas isso não deve ser feito: os resultados dos testes serão comprometidos”, explica Jocemara Gurmini, gastroenterologista pediátrica e nutróloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR).  Um dos fatores que causam a doença é <strong>genético</strong>. Se os parentes diretos da criança (pai e mãe) são celíacos, é importante informar o pediatra já nas primeiras consultas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Adaptações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso os exames confirmem o diagnóstico, a criança precisará <strong>seguir uma dieta livre de glúten</strong>. A lei federal 10.674, de 2003, obriga que a indústria alimentícia informe, no rótulo dos produtos, se eles “contêm glúten” ou “não contêm glúten”. Mas, atenção! Pães caseiros, por exemplo, exigem que você se certifique dos ingredientes antes que sejam usados. Há quem acredite que o glúten desaparece quando o alimento é assado. Isso não é verdade. Se há a proteína, não importa o processo de feitura do prato – ele não pode ser consumido pelos celíacos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante saber que os <strong>talheres</strong> podem estar contaminados. Se a família inteira usou a faca para passar manteiga no pão, algumas migalhas ficam grudadas na louça. Por isso, separe peças, como garfos e colheres, para o uso exclusivo da criança que tem a doença.</p>
<p style="text-align: justify;">E se a criança for a uma festa de aniversário sem os pais? Explique que determinados alimentos fazem mal a ela e não podem ser ingeridos. Contar a verdade faz com que ela compreenda a situação e entenda que precisa prestar atenção ao que come.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2014/05/doenca-celiaca-entenda-o-que-e-e-como-lidar-com-criancas-que-tem-o-problema.html" target="_blank"><em>Revista Crescer</em></a></p>
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