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	<title>LIG Diagnósticos Especializados &#187; transplante</title>
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		<title>Mulheres que são verdadeiros exemplos</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2015 12:00:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0014_15_imagem_facebook_dia_da_mulher_2.jpg"><img src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/03/lig_0014_15_imagem_facebook_dia_da_mulher_2-300x225.jpg" alt="lig_0014_15_imagem_facebook_dia_da_mulher_2" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-2253" /></a>Hoje, 08 de março, é o Dia <strong>Internacional da Mulher</strong>! E além de parabenizar todas as mulheres nesta data, nós queremos, através de algumas <strong>histórias de superação e coragem</strong>, mostrar a força e determinação do conhecido “sexo frágil”, que na verdade transcende este rótulo e não mede esforços na hora de ajudar e vencer uma batalha. Com esses exemplos nós vamos ressaltar também a <strong>importância da doação de órgãos</strong>, atitude que pode salvar vidas e fazer a diferença na trajetória de muitas pessoas.</p>
<p>Vamos começar falando um pouco sobre a <strong>Aline Wega</strong>, eleita Miss Campinas em 2004. Aline foi diagnosticada com <strong>Linfoma de Hodgkin</strong> em 2006, aos 23 anos. Ela passou pelo tratamento e superou a doença. Porém, em 2012 enfrentou mais uma notícia de câncer, quando soube que estava com <strong>Leucemia Mielóide Aguda</strong>.</p>
<p>Na ocasião, os médicos disseram que a única chance de cura para ela seria o <strong>transplante de medula óssea</strong>, já que seu organismo não suportava mais tantas quimioterapias. Foram oito meses de espera e oito doadores compatíveis encontrados. No dia 14 de agosto de 2013 ela finalmente realizou seu transplante. Hoje Aline é voluntária na ONG <a title="Casa Amor e Vida" href="http://www.amorevida.org.br/site/" target="_blank">Casa Amor e Vida</a> e reforça a importância da doação de medula óssea.</p>
<p>Outra história que não podemos deixar de contar aqui é a de Tatiana e João Vitor. Por acaso, em uma igreja, Tatiana conheceu o drama vivido por João Vitor, <strong>um menino de 4 anos que batalhava contra um tumor no fígado</strong>. Sua única salvação era um <strong>transplante</strong>, porém encontrar um doador compatível estava muito difícil.</p>
<p>Tatiana fez os exames e, por uma incrível coincidência, descobriu que era compatível. Só tinha um problema: ela estava bem acima do peso e, por não ser considerada saudável naquele momento, não poderia doar.</p>
<p>Na época, ela pesava 103 quilos e os médicos disseram que ela precisava <strong>perder um terço do próprio peso</strong>. E mais: teria que emagrecer com saúde.</p>
<p>Com uma força de vontade fantástica, e correndo contra o tempo, <strong>Tatiana perdeu 27 quilos em 8 meses</strong> e depois de 1 ano e 7 meses de quimioterapia, João finalmente passaria pelo tão esperado transplante.</p>
<p>Foram quase 11 horas de cirurgia e tudo correu bem. Hoje João, um pequeno guerreiro, está bem e continua se recuperando, graças à solidariedade de Tatiana.</p>
<p>Essas, e todas as outras mulheres, merecem nesse Dia Internacional da Mulher <strong>os nossos parabéns mais do que especiais</strong>! Elas são verdadeiros exemplos de que, com boa vontade e uma dose de coragem, é possível enfrentar qualquer problema.</p>
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		<title>Dia Estadual do Doador de Órgãos e Tecidos</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 15:42:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje, 09 de dezembro, é o Dia Estadual do Doador de Órgãos e Tecidos. E o que você sabe sobre o cenário de doação de órgãos no Espírito Santo? O Estado possui uma forte estrutura voltada para a área de transplante de órgãos e tecidos, que vem sendo particularmente desenvolvida. Uma das ações que mais contribuem para [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje, 09 de dezembro, é o <strong>Dia Estadual do Doador de Órgãos e Tecidos</strong>. E o que você sabe sobre o<strong> cenário de doação de órgãos no Espírito Santo</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado possui uma forte estrutura voltada para a área de transplante de órgãos e tecidos, que vem sendo particularmente desenvolvida. Uma das ações que mais contribuem para isso é a <strong>Política Estadual de Estímulo à Doação de Transplante de Órgãos</strong>. Quem coordena as ações relacionadas ao transplante, como o gerenciamento da lista de espera, controle e fiscalização é a <strong>Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos do Espírito Santo da Secretaria de Estado da Saúde (CNCDO/ES)</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade de transplante de órgãos e de tecidos envolve muitos profissionais e instituições públicas e privadas. A Secretaria de Estado da Saúde (SESA) estabelece convênios com os hospitais capixabas que aderem à <strong>Política Estadual de Estímulo à Doação de Transplante de Órgãos,</strong> com o objetivo de ampliar o financiamento das ações de doação e transplante; qualificar e montar equipes com profissionais exclusivos para compor as <strong>Comissões Intra-hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTTs)</strong>; aumentar o número de notificações de morte cerebral e parada cardiorrespiratória; melhorar as condições de conservação dos órgãos; estruturar uma sala específica para a CIHDOTT, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a instituição conveniada se compromete a <strong>sensibilizar os funcionários sobre o tema</strong>, <strong>capacitar equipes de multiprofissionais envolvidas no processo de doação</strong>, <strong>divulgar a questão da doação de órgãos na comunidade em que atua</strong> e <strong>garantir a avaliação diagnóstica para morte encefálica do paciente</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas ações tem contribuído para tornar o Espírito Santo uma <strong>referência na área de transplantes no Brasil</strong>. Hoje, em terras capixabas, já são realizados transplantes de córnea, fígado, coração, osso, rim e medula óssea.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como ser um doador?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para ser um doador não é necessário fazer nenhuma declaração escrita ou documento, <strong>basta manifestar esse desejo à família</strong>. Desta forma, quando for constatada a morte encefálica do paciente, uma ou mais partes do corpo que estiverem em condições de serem aproveitadas poderão ajudar a salvar outras vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns órgãos e tecidos podem ser doados em vida. São eles: parte do fígado ou do pulmão, um dos rins e parte da medula óssea.</p>
<p>Fonte: <i><a href="http://www.es.gov.br/Cidadao/Paginas/transplante_doacao.aspx" target="_blank">Portal do Governo do Estado do Espírito Santo</a></i></p>
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		<title>Dia dos Pais: uma história de amor entre pai e filho</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Aug 2014 19:38:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Pais e mães costumam fazer tudo que estiver ao seu alcance para ver um filho bem e com saúde, não é mesmo? E hoje vamos contar uma história que confirma isso. Alexsander do Espírito Santo Marques, 15 anos, nasceu com um problema na válvula da uretra posterior e, com o passar dos anos, os rins [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais.png"><img class="alignleft  wp-image-1791" alt="lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/08/lig_0017_14c_imagem_dia_dos_pais.png" width="392" height="294" /></a>Pais e mães costumam fazer tudo que estiver ao seu alcance para ver um filho bem e com saúde, não é mesmo? E hoje vamos contar uma história que confirma isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Alexsander do Espírito Santo Marques</b>, 15 anos, nasceu com um problema na válvula da uretra posterior e, com o passar dos anos, os rins foram perdendo sua função &#8211; que é de filtrar as impurezas do sangue. Diante desta situação, Alexsander precisou fazer <b>hemodiálise</b> (procedimento em que uma máquina bombeia e filtra o sangue).</p>
<p style="text-align: justify;">O jovem fez sessões de hemodiálise (com duração de quatro horas) três vezes por semana durante oito meses. E nesse período seu pai, o marinheiro <b>Alexsandro de Souza Marques</b>, 38 anos, passou por alguns exames para saber se poderia doar um de seus rins para o filho. &#8220;Era muito difícil ver meu filho no auge da adolescência sem ânimo para sair de casa por causa do tratamento. Assim que ele iniciou a hemodiálise, disse ao médico que estava à disposição para doar um dos meus rins&#8221;, disse Alexsandro.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado dos exames genéticos (<b>Tipagem HLA</b>) mostrou que o rim do pai era 50% compatível com o do filho. Outro importante teste de compatibilidade, a <b>Prova Cruzada </b>entre pai e filho foi negativa, ou seja: o sistema imunológico do filho não apresentou anticorpos contra as células do pai. Com esses resultados favoráveis, o <b>transplante</b> foi realizado no último dia 19 de maio. &#8220;Quando o médico falou que o meu órgão era compatível fiquei muito feliz. Doei a minha vida a ele para tirá-lo da rotina de hemodiálise três vezes por semana, durante quatro horas por dia. O sofrimento era grande&#8221;, destacou o marinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Alexsander, deixar de fazer a hemodiálise possibilitou que ele tivesse uma vida normal e voltasse a fazer coisas com o pai, como andar de skate. O jovem terá que tomar remédios para que não haja rejeição do órgão e terá &#8211; sempre &#8211; um acompanhamento médico. &#8220;O meu Dia dos Pais será muito mais feliz. Devolvi o sorriso ao meu filho&#8221;, finalizou Alexsandro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Compatibilidade</b></p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas destacam que pai e filho serem compatíveis nos casos de transplante não acontece sempre. Geralmente há 50% de compatibilidade genética, mas é fundamental a compatibilidade expressa pela prova cruzada negativa, e a análise do perfil imunológico do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para conferir essa compatibilidade entre doador e receptor são realizados uma série de exames, custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecidos pelo <b>LIG Diagnósticos Especializados</b>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ficamos felizes em contar essa história de final feliz de Alexsandro e Alexsander, <b>que realizaram seus exames no LIG</b>, passaram pelo processo de transplante e agora terão um feliz Dia dos Pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre o <b>LIG Diagnósticos Especializados</b> e os exames oferecidos, clique <a href="http://ligdiagnosticos.com.br/" target="_blank"><b>aqui</b></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <i><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.redetribuna.com.br/jornal" target="_blank">Jornal A Tribuna</a></span></i></p>
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		<title>Menina tem sangue filtrado e recebe rim em operação inédita</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2014 19:16:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Em uma operação inédita na Grã-Bretanha, uma jovem de 14 anos teve seu sangue removido, filtrado e reinserido no corpo para possibilitar um transplante de rim. Após receber um primeiro transplante em 2011, Megan Carter, portadora de insuficiência renal, teve o novo órgão removido no dia seguinte porque seu organismo o rejeitou. A explicação: Megan [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em uma operação inédita na Grã-Bretanha, uma jovem de 14 anos teve seu sangue removido, filtrado e reinserido no corpo para possibilitar um <strong>transplante de rim</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após receber um primeiro transplante em 2011, <strong>Megan Carter</strong>, portadora de insuficiência renal, teve o novo órgão removido no dia seguinte porque seu organismo o rejeitou. A explicação: Megan carregava anticorpos que atacavam o órgão transplantado.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde então, a paciente foi submetida a diálises. Conhecidos como <strong>antígenos leucocitários humanos</strong>, estes anticorpos são muito comuns em adultos, e surgem em resposta a doações de sangue, transplantes e gestações. Quanto mais anticorpos deste tipo uma pessoa tiver, menores as chances de êxito em um transplante.</p>
<p style="text-align: justify;">O sangue de Megan foi, ao longo de uma semana, removido, filtrado e reinserido no corpo através de um novo tratamento conhecido por <strong>plasmaferese</strong>. Depois do procedimento, ela pôde receber um novo rim, doado por seu pai, Edward Carter.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Carol Carter, mãe de Megan, a menina &#8220;voltou à vida&#8221; desde que recebeu o transplante, há três meses, no hospital infantil Great Ormond Street, em Londres.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Seus cabelos estão sedosos, seus olhos voltaram a brilhar e ela não está mais pálida. É a menina que sempre deveria ter sido&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Para garantir que o<strong> sistema imunológico</strong> da jovem não ataque o novo rim, será necessário ministrar medicamentos fortes. O pediatra Stephen Marks diz: &#8220;na maioria dos transplantes usa-se três medicamentos para reduzir a ação dos mecanismos de defesa do corpo. Neste caso, usamos quatro e eles são bem mais fortes”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o cirurgião Nizam Mamode, a expectativa é de que o transplante melhore a qualidade de vida da adolescente. “Apesar de este ser apenas o primeiro caso, esperamos oferecer a outras crianças na mesma situação uma nova oportunidade de vida.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/07/em-operacao-inedita-menina-tem-sangue-filtrado-e-recebe-rim.html" target="_blank"><em>Bem Estar</em></a></p>
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		<title>Transplante mais brando pode curar anemia falciforme</title>
		<link>https://liglab.com.br/blog/novidades/transplante-mais-brando-pode-curar-anemia-falciforme.html</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 17:51:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Um experimento realizado nos EUA com uma forma menos agressiva de transplante de medula óssea para o tratamento de anemia falciforme grave em adultos teve uma taxa de sucesso de quase 90%. Os resultados foram publicados no dia 02 de julho na revista científica “Jama”. Mas, o que é anemia falciforme? Trata-se de uma doença [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/100122868.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1705" title="anemiafalciforme" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/07/100122868.jpg" width="364" height="244" /></a>Um experimento realizado nos EUA com uma forma menos agressiva de transplante de medula óssea para o tratamento de anemia falciforme grave em adultos teve uma taxa de sucesso de quase 90%. Os resultados foram publicados no dia 02 de julho na revista científica “Jama”.</p>
<p><strong>Mas, o que é anemia falciforme?</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Trata-se de uma<strong> doença genética com maior prevalência no Brasil</strong>. Ela atinge mais a população negra e é causada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína que dá a coloração avermelhada ao sangue e ajuda no transporte de oxigênio pelo corpo. Essa alteração faz com que as hemácias &#8211; glóbulos vermelhos do sangue &#8211; assumam a forma de foice. As células deformadas se tornam rígidas e dificultam a circulação sanguínea.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>Transplante</strong></p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;"><strong>O transplante é indicado apenas para a as formas mais graves da anemia falciforme</strong> &#8211; em torno de 20% dos casos &#8211; e é a única cura conhecida para a doença.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">O <strong>procedimento tradicional</strong> destrói completamente a medula óssea do paciente por meio da quimioterapia para que a pessoa receba a nova medula. Apesar da alta taxa de cura &#8211; 95% &#8211; é um procedimento arriscado em pacientes já comprometidos pela doença.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Já o <strong>novo procedimento</strong> usa doses menores de químio e imunossupressores, e doses maiores de células-tronco do que a terapia tradicional.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">O estudo americano durou quase dez anos e envolveu trinta pacientes adultos que tinham complicações decorrentes da doença &#8211; vinte e seis ficaram livres da doença e um morreu. O estudo é importante porque mostra que, mesmo utilizando doses baixas de quimioterapia, é possível que uma nova medula óssea se desenvolva.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Como no experimento realizado nos EUA a medula do paciente não é completamente destruída, parte dela convive com a medula do doador. Por isso, ainda é necessário avaliar se essas medulas compartilhadas continuarão funcionando corretamente ou se a medula “doente” vai prevalecer sobre a transplantada, o que levaria ao retorno da anemia falciforme.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">O <strong>LIG Diagnósticos Especializados</strong> é credenciado pelo Ministério da Saúde e realiza no Espírito Santo &#8211; através do SUS (Sistema Único de Saúde) &#8211; exames de compatibilidade entre doadores e receptores, para pacientes com indicação de transplante de medula óssea.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: justify;">Fonte (e saiba mais): <em><a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/07/1479591-transplante-mais-brando-cura-anemia-falciforme-em-estudo-com-adultos.shtml" target="_blank">Folha de S. Paulo</a></em></p>
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		<title>Saiba mais sobre o transplante de coração</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2014 18:34:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Você sabia que no Brasil existem 24 centros especializados em transplante, que realizam uma média de 130 transplantes de coração por ano? (dados da ABTO – Associação Brasileira de Transplante de Órgãos). Atualmente, ao contrário do que acontecia décadas atrás, o principal desafio não é a rejeição ao novo órgão, mas sim o de encontrar [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/img-598626-cadu-reynaldo-gianecchini-na-novela-em-familia20140328191396046587.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1541" title="Saiba mais sobre o transplante de coração / Cena da novela &quot;Em Família&quot;" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/img-598626-cadu-reynaldo-gianecchini-na-novela-em-familia20140328191396046587.jpg" width="430" height="223" /></a>Você sabia que <b>no Brasil existem 24 centros especializados em transplante, que realizam uma média de 130 transplantes de coração por ano</b>? (dados da ABTO – Associação Brasileira de Transplante de Órgãos). Atualmente, ao contrário do que acontecia décadas atrás, o principal desafio não é a rejeição ao novo órgão, mas sim o de encontrar um doador compatível e enfrentar a fila de espera pela doação.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2013, o <b>Instituto do Coração de São Paulo (Incor)</b> somou 72 transplantes, sendo o ponto mais relevante dessa marca o transplante cardíaco em adultos – especialidade em que foram feitas 31 cirurgias, quase o dobro do realizado em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">A captação à distância, seja no interior paulista ou em outros Estados, foi um dos pontos significativos para a conquista desse índice. Dos 72 transplantes realizados, 26 órgãos foram captados em localidades distante mais de 100 km da Capital, seja em São Paulo ou em outros Estados (como Paraná, Santa Catarina, Distrito Federal, Minas Gerais e Goiás). Não fosse isso, muitas vidas não seriam salvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começa quando se confirma <b>a morte cerebral de um possível doador</b>. Após a família ser acionada para que autorize a doação, a <b>Secretaria Estadual de Saúde</b> é notificada (procedimento obrigatório por lei) para determinar quais órgãos serão retirados e para quem serão encaminhados<b>. O paciente receptor é então conectado a um sistema de circulação extracorpórea</b>, que simula as funções do coração e do pulmão, para que se mantenha vivo. O tempo máximo entre a extração do órgão do doador e a colocação no corpo do receptor é de quatro horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem dois tipos de técnicas cirúrgicas: <b>o transplante ortotópico</b> (quando um coração doente é removido e em seu lugar é implantado o órgão saudável de um doador) e <b>o heterotópico</b> (quando o coração do doador é implantado sobre o órgão nativo com a finalidade de ajudá-lo no bombeamento de sangue). Concluída esta operação, o paciente terá dois corações – o seu doente e o do doador saudável. Esta técnica é utilizada em situações em que o órgão danificado não pode ser removido.</p>
<p style="text-align: justify;">Para recorrer a um transplante de coração, <b>os receptores deverão ser inscritos em uma lista de espera e aguardarem a doação de um órgão compatível</b>. A inscrição nessa lista só pode ser feita pela equipe médica que realizará o transplante após extensa avaliação clínica, laboratorial, além de vários outros exames que comprovem que esta é a melhor alternativa para o caso, considerando-se a relação risco-benefício, possibilidade de outros tratamentos e demais doenças associadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Esse assunto está sendo abordado na novela “Em Família</b>”. O personagem Cadu, vivido pelo ator Reynaldo Gianecchini, após se sentir mal diversas vezes e ser diagnosticado com <strong>cardiomiopatia dilatada</strong>, foi avisado por sua cardiologista sobre a necessidade de um transplante. Cadu enfrentou a lista de espera e a longa cirurgia. Agora passa pelo pós-operatório, que neste caso é bastante complicado e cheio de detalhes/restrições.</p>
<p style="text-align: justify;">As complicações mais comuns deste procedimento são a <b>rejeição do órgão transplantado</b> ou a <b>infecção</b>. Infecções podem ocorrer em qualquer procedimento cirúrgico. Mas, em casos de transplantes de órgãos, elas são agravadas pelo uso de medicamentos imunossupressores. Eles são utilizados para atenuar as defesas do organismo contra os órgãos transplantados – a chamada rejeição – e acabam também atenuando as defesas contra outras infecções, que podem ocorrer em qualquer etapa do processo.</p>
<p style="text-align: justify;">No primeiro ano, a sobrevida de um paciente transplantado pode chegar a 90% e, com o passar dos anos, esse índice vai se reduzindo até alcançar cerca de 50% de chance de sobreviver por dez anos ou mais. Durante esse tempo, podem surgir novos tratamentos que melhoram as condições do receptor e prolongam a sobrevida. Eventualmente, após os primeiros anos do transplante, podem ocorrer obstruções nas artérias coronárias. Ainda assim, para quem teve insuficiência cardíaca diagnosticada e decretada uma expectativa de vida bastante reduzida, a cirurgia representa a chance de nascer de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: <a href="http://www.minhavida.com.br/saude/materias/12637-saiba-quando-e-como-recorrer-a-um-transplante-de-coracao" target="_blank"><em>Minha Vida</em></a> e <em><a href="http://www.incor.usp.br/sites/newsletter/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=195:transplante-o-dobro-de-vidas-salvas-em-2013&amp;catid=116:dezembro-2013" target="_blank">Incor</a></em></p>
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		<title>A reserva de cordão umbilical em bancos privados pode ser inútil</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2014 17:52:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO), reservar células-tronco de sangue de cordão umbilical em instituições privadas para uso particular pode representar uma prática inútil. O congelamento desse material tem se tornado frequente no Brasil e reúne adeptos de diferentes categorias da sociedade, em especial, personalidades da mídia, o que [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/184994045.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1527" title="A reserva de cordão umbilical em bancos privados pode ser inútil / Foto: Getty Images" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/184994045.jpg" width="324" height="217" /></a>De acordo com a <a href="http://sbtmo.org.br/" target="_blank"><b>Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO)</b></a>, <b>reservar células-tronco de sangue de cordão umbilical em instituições privadas para uso particular pode representar uma prática inútil</b>. O congelamento desse material tem se tornado frequente no Brasil e reúne adeptos de diferentes categorias da sociedade, em especial, personalidades da mídia, o que acaba &#8211; muitas vezes &#8211; remetendo à desinformação quanto às possibilidades terapêuticas do sangue de cordão umbilical para fins privados.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o momento não existem evidências que justifiquem o investimento de recursos para preservar o cordão umbilical de crianças para o futuro da própria e familiares, já que <b>apenas 4% do inventário de um banco de sangue de cordão umbilical será efetivamente utilizado</b>. Com o tempo, inclusive, o produto pode se deteriorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista científico, ainda não foi definida a importância das células-tronco de cordão na medicina regenerativa, pois as células-tronco adultas parecem ser igualmente eficientes. Assim, não se justificam os congelamentos pelo setor privado.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos, há evidências de que <b>transplantes realizados com cordão de bancos privados tem resultados significativamente piores do que os públicos</b>. Isso porque nos primeiros as condições de coleta, embalagem, congelamento e armazenamento são inferiores e heterogêneas.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, em caso de indicativo para transplante de sangue de cordão umbilical, há a opção de recorrer à <b>Rede de Bancos de Sangue de Cordão Umbilical Públicos</b> que possuem extenso registro de doadores e representam uma chance real e ampliada de encontrar um doador compatível para o transplante.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não há no País uma lei que coíba ou até mesmo regulamente a prática de serviços privados. Recentemente a <b>Anvisa</b> lançou uma cartilha de esclarecimento que pode ser referência de informações àqueles que tenham interesse pelo assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://sbtmo.org.br/noticia.php?id=258" target="_blank"><i>Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea</i></a></p>
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		<title>Transplante de órgãos: mitos e verdades</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2014 17:40:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>Provavelmente, em algum momento, você já ouviu a lenda urbana sobre o rapaz na banheira de gelo. Ela diz que, certa noite, um jovem é convidado para uma festa e, após tomar algumas bebidas oferecidas por uma bela desconhecida, ele apaga e acorda no dia seguinte, nu e deitado em uma banheira cheia de gelo. [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/186481324.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1516" title="Transplante de órgãos: mitos e verdades / Foto: Getty Images" alt="" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/05/186481324.jpg" width="329" height="219" /></a>Provavelmente, em algum momento, você já ouviu <a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/lendas-urbanas-444520.shtml" target="_blank"><b>a lenda urbana sobre o rapaz na banheira de gelo</b></a>. Ela diz que, certa noite, um jovem é convidado para uma festa e, após tomar algumas bebidas oferecidas por uma bela desconhecida, ele apaga e acorda no dia seguinte, nu e deitado em uma banheira cheia de gelo. Ao ligar para a emergência, constata-se que seus rins haviam sido retirados. A história conta que esses órgãos são retirados por uma quadrilha especializada e que os mesmos são vendidos a preços bem altos para a realização de transplantes. Afinal de contas, os rins são mesmo transplantados? Como sobreviver a horas em uma banheira de gelo?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem não entende muito bem do assunto acaba acreditando na história. Porém, a retirada e o <b>transplante de órgãos</b> envolvem cuidados e detalhes muito mais complexos. E é sobre isso que vamos falar hoje!</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é transplante?</b></p>
<p style="text-align: justify;">É um tratamento que geralmente consiste na<b> substituição de um órgão ou de um tecido doente de uma pessoa</b> (chamada de receptor), por outro sadio, de um doador vivo ou falecido. Tem como objetivo prolongar e melhorar a qualidade de vida do paciente, e não é feito por um médico apenas, isso é impossível. O transplante necessita de uma grande equipe de especialistas médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, nutricionistas e outros. Requer também hospitais credenciados com CTI e salas esterilizadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Quem pode doar órgãos ou tecidos?</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doador falecido</b> – Indivíduo que já faleceu, que apresenta morte cerebral comprovada clinicamente e com exames, mas cujo corpo está mantido por aparelhos num estado que permite atrasar a deterioração dos órgãos e tecidos. Esses órgãos e/ou tecidos passam por diversos exames para constatar seu grau de preservação, e podem ser utilizados para transplantes, após assinatura do termo de consentimento por sua família.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Doador vivo</b> – Geralmente um familiar próximo, previsto em portaria do Ministério da Saúde. Pode ser também um cônjuge, ou outra pessoa próxima com autorização judicial.</p>
<p style="text-align: justify;">A escolha envolve o médico, o paciente, o doador e a família – e depende do caso em questão. Contudo, nem sempre é possível encontrar um doador vivo e nem todos os órgãos do corpo podem ser retirados.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que se leva em conta na escolha do melhor doador para um paciente?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A compatibilidade entre eles envolve muitas coisas, como grupo sanguíneo, peso e idade. Não se coloca, por exemplo, um coração grande numa criança pequena. E pacientes de grupo sanguíneo O só podem receber um rim ou coração do tipo O. É muito importante<b> a verificação do grau de compatibilidade de genes e moléculas (antígenos) chamadas HLA. </b>Essas moléculas, responsáveis pelo reconhecimento de agentes infecciosos como vírus e bactérias, são também capazes de iniciar a resposta imune contra o órgão ou o tecido recebido. Quanto maior a compatibilidade entre os antígenos do doador e os do receptor, menor a chance de reação contrária, e mais altas são as chances do transplante ser bem sucedido e duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Quais os cuidados que um transplantado deve ter?</b></p>
<p style="text-align: justify;">O transplantado &#8211; aquele que recebe o órgão ou tecido – fará controle periódico com seu médico, que orientará o uso contínuo de medicamentos. As visitas para controle serão espaçadas ao longo do tempo, à medida que se constate a adaptação do organismo ao novo órgão. Esse controle médico permite avaliar o estado de saúde do transplantado, individualizar a dose de seus remédios e manter vigilância quanto ao <b>risco de rejeição</b>.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>O que é rejeição?</b></p>
<p style="text-align: justify;">A rejeição pode ocorrer quando o sistema imunológico do receptor, responsável por combater as ameaças externas (bactérias, vírus, células cancerosas, por exemplo), reconhece o novo tecido ou órgão como estranho e passa a combatê-lo também. <b>Essa reação do organismo, se não for detectada e tratada corretamente a tempo, pode levar à perda do órgão transplantado. Por isso tudo a vista periódica ao médico é tão importante.</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>Curiosidades</b></p>
<p style="text-align: justify;"><b>No Brasil, o transplante de um órgão de uma pessoa já falecida só é realizado caso sua família autorize o procedimento</b>, mesmo que o indivíduo tenha manifestado em vida o desejo de doar os seus órgãos após a morte. Por isso, é importante que a pessoa discuta a questão com os familiares, para que o tempo decorrido entre a retirada do órgão e o transplante seja o menor possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Coração e pulmão podem ser preservados fora do corpo no durante quatro a seis horas no máximo, se as condições forem adequadas. O fígado, de 12 a 24 horas, e os rins até 48 horas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Como é feito o transporte de órgãos?</b></p>
<p style="text-align: justify;">Se um órgão de um doador falecido é retirado fora do local onde será implantado em outra pessoa, ele deve ser retirado do doador em CTI de um hospital habilitado. Os profissionais de saúde que acondicionam os órgãos em recipientes apropriados devem possuir <b>treinamento especializado,</b> e os envolvidos no deslocamento devem estar bem orientados quanto aos cuidados necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o profissional de saúde designado pela equipe técnica de transplantes acompanhar o transporte, o mesmo poderá ser realizado em veículo não oficial. Se esse profissional não estiver junto, o transporte só poderá ocorrer em veículo oficial ou terceirizado. Neste último caso, é necessário que exista um plano de transporte com a definição das responsabilidades e que a empresa transportadora seja legalmente constituída.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>É proibido transportar órgãos com outro tipo de carga, que ofereça riscos de contaminação</b>. Além disso, todos os registros devem ser de caráter confidencial, respeitando o sigilo da identidade do doador e do receptor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o transporte do órgão é feito por <b>avião</b>, outros cuidados e curiosidades fazem parte do processo:</p>
<p style="text-align: justify;">- Os órgãos para transplante fazem parte de uma lista restrita de itens que não devem passar pelo detector de metais (uma preocupação para garantir as características naturais deles);</p>
<p style="text-align: justify;">- A aeronave que transporta o órgão possui prioridade no momento da decolagem;</p>
<p style="text-align: justify;">- O recipiente com o órgão deve ser acomodado na cabine, aos cuidados do comandante do voo;</p>
<p style="text-align: justify;">- O desembarque do(s) órgão(s) transportado(s) deve ser feito antes de qualquer passageiro;</p>
<p style="text-align: justify;">Viu como o transplante de órgãos envolve etapas e processos complexos e que a história da mulher em uma banheira de gelo realmente não passa de uma<b> lenda urbana</b>?</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte &#8211; e saiba mais: <a href="http://saude.ig.com.br/transplantes/" target="_blank"><i>IG Saúde</i></a>, <a href="http://www.einstein.br/hospital/transplantes/transplanteorgaos/Paginas/transplante-de-orgaos.aspx" target="_blank"><i>Hospital Albert Einstein</i></a>, <a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/lendas-urbanas-444520.shtml" target="_blank"><i>Super Interessante</i></a>, <em><a href="http://www.abto.org.br/abtov03/Upload/file/entendadoacao.pdf" target="_blank">ABTO</a></em> e <a href="http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/3969/geral/transplantes-anvisa-publica-normas-para-transporte-de-orgaos" target="_blank"><i>isaude.net</i></a></p>
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		<title>11 mitos sobre transplantes de órgãos</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 15:31:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>O tema doação de órgãos é cercado de desinformação e mitos, que prejudicam seu incremento, uma vez que seu sucesso depende da decisão do indivíduo pela doação. O Espírito Santo registra um número de doadores superior à média nacional: são 14 doadores para cada milhão de habitantes, enquanto a média brasileira é de 11, segundo [&#8230;]</p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-486" title="doador" src="http://ligdiagnosticos.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/doador.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p>O tema doação de órgãos é cercado de desinformação e mitos, que prejudicam seu incremento, uma vez que seu sucesso depende da decisão do indivíduo pela doação. O Espírito Santo registra um número de doadores superior à média nacional: são 14 doadores para cada milhão de habitantes, enquanto a média brasileira é de 11, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO). Mas para que esse número cresça, é necessário o envolvimento da população.<span id="more-481"></span><br />
São feitos no Estado, anualmente, cerca de 100 transplantes de rim e 30 de fígado. A fila para transplantes de córneas no Estado já foi zerada: são 250 transplantes de córneas no Espírito Santo a cada ano. A lista de espera é liderada por pessoas que esperam um rim (862), seguida de fígado (27), coração (seis) e córneas (cinco), segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde. O envelhecimento da população leva a um cenário de maior demanda pelo transplante de órgãos.<br />
Listamos os 11 mitos mais comuns que envolvem o tema, e ajudamos a esclarecer como ocorre o processo de doação de órgãos no Brasil.</p>
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<h4>1. Podem retirar os órgãos de um paciente morto para transplante sem consentimento</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Os órgãos só são retirados para transplante após constatação da morte encefálica e consulta à família. Para que seja dado o diagnóstico de morte encefálica de um paciente é necessário que seja feito dois testes de apneia (falta de movimentos respiratórios), duas provas calóricas, dois testes de ausência de reflexo de tronco-encefálico e, por último, um teste de imagem, podendo ser arteriografia ou ecodoppler transcraniano. Após todos os testes positivos, ou seja, confirmatório para morte encefálica, a família é convidada pela equipe multidisciplinar da Comissão intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos para transplante &#8211; CIHDOTT, formada por enfermeiros, assistente social, médicos e psicólogos, a doar órgãos do paciente.</p>
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<h4>2. Para ser doador, é preciso que a vontade esteja expressa na carteira de identidade.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> A grande dificuldade em aceitar a doação vem da falta de informação e da lei que foi criada em 2000 e extinta em 2006, segundo a qual a pessoa expressava, na carteira de identidade, sua vontade de ser ou não doadora. Isto, hoje, se torna um obstáculo para a doação, pois muitos acreditavam que seus órgãos seriam retirados de qualquer maneira, quando eram apontados como doadores na carteira de identidade. Hoje, a pessoa que demonstra ter vontade de ser doadora deve sempre conversar com seus familiares e/ou amigos próximos sobre seu desejo, pois serão eles que aceitarão a doação de órgãos, quando em morte encefálica.</p>
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<h4>3. Terei custos para ter um doador de órgãos na família, devido aos exames que devem ser feitos.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> O doador ou sua família não tem custos nem ganhos financeiros, sendo apenas entregue uma cara de agradecimento pelo gesto solidário e humano. Os custos por todo esse processo de diagnóstico de morte encefálica e captação de órgãos são cobertos pelo SUS.</p>
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<h4>4. Posso ser vítima do golpe “boa noite, Cinderela” e ter meus órgãos retirados enquanto estiver sedado.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Essa história tem sido largamente veiculada pela Internet. Não há absolutamente qualquer evidência de tal atividade ter ocorrido. Mesmo soando como verdadeira, essa história não se baseia na realidade dos transplantes de órgãos. Sabemos que é absolutamente impossível esse tipo de ocorrência, pois, para realizar a retirada de órgãos e o transplante é necessário cuidados especiais com o doador, o receptor e principalmente com os órgãos retirados, para o aproveitamento dos mesmos.</p>
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<h4>5. Se tiver autoridade ou rico na fila do transplante, eles terão prioridades para receber o órgão.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;"> Falso.</span> O que realmente conta é a gravidade da doença, o tempo de espera, o tipo de sangue e outras informações médicas importantes. De nada importa a condição social ou financeira.</p>
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<h4>6. Só pessoas jovens podem ser doadoras de órgãos.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Pessoas de todas as idades podem ser potenciais doadoras. A condição médica no momento da doação é que determinará quais órgãos e tecidos poderão ser doados.</p>
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<h4>7. Pessoas que têm ou tiveram hepatite não podem doar o fígado.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Podem doar a pessoas que possuem o mesmo problema.</p>
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<h4>8. Se os médicos do setor de emergência souberem que você é um doador, não vão se esforçar para salvá-lo.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Se você está doente ou ferido e foi admitido no hospital, a prioridade número um é salvar a sua vida. A doação de órgãos somente será considerada após sua morte e com o consentimento de sua família.</p>
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<h4>9. Somente corações, fígados e rins podem ser transplantados.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Órgãos necessários incluem coração, rins, pâncreas, pulmões, fígado e intestinos. Tecidos que podem ser doados incluem: córneas, pele, ossos, valvas cardíacas e tendões.</p>
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<h4>10. A doação dos órgãos desfigura o corpo e altera sua aparência na urna funerária.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Os órgãos doados são removidos cirurgicamente, numa operação de rotina, similar a uma cirurgia de vesícula biliar ou remoção de apêndice. A urna funeral poderá ser aberta.</p>
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<h4>11. A religião proíbe a doação de órgãos.</h4>
<p><span style="color: #ff0000;">Falso.</span> Todas as organizações religiosas aprovam a doação de órgãos e tecidos e a consideram um ato de caridade. Até mesmo as religiões que são contrárias à transfusão de sangue não interferem na decisão de doação.</p>
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